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Região

“Rui Rio é o líder que Portugal precisa para dar o salto”, afirma André Coelho Lima, candidato por Braga

PSD/Braga entrega listas esta segunda-feira

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André Coelho Lima. Foto: DR

“Rui Rio é o líder de que o país precisa para dar o salto rumo ao desenvolvimento e à melhoria das condições de vida de todos os portugueses, é a única alternativa ao governo da geringonça que se limitou a gerir o dia-a-dia”. A afirmação é do cabeça de lista do PSD por Braga, André Coelho Lima, e foi feita a O MINHO a propósito da entrega das listas de candidatos pelo círculo eleitoral de Braga que ocorre esta segunda-feira de manhã no Tribunal de Braga.

Na opinião do candidato, o PSD apresenta-se “com a ambição de ser a escolha dos portugueses, e convicto de que tem propostas e projetos de progresso efetivo e de melhoria da sociedade e da economia portugueses”.

“Nas eleições todos os partidos partem do zero e são os portugueses que escolhem com base nos projectos e na seriedade com que são defendidos”, disse, sublinhando que o governo socialista “é fraco e apenas tem trazido estagnação”.

Questionado sobre as ideias que defende para o distrito de Braga, André Coelho Lima salienta que Braga, depois de Lisboa e do Porto, é a “nova zona” – o new comer – pois corresponde a uma área urbana dinâmica, quer em termos sócio-económicos quer culturais e de ensino e investigação, sendo a única que tem duas áreas – o centro histórico de Guimarães e o Bom Jesus de Braga – como património da humanidade.

“O nosso distrito é como que o próximo-futuro, porque tem dimensão e continua a crescer”, frisou, sublinhando que, na campanha, os social-democratas vão “puxar pelas características únicas de Braga, e exigir que lhe seja prestada outra atenção por parte do poder central”.

Depois de apresentada a lista, o PSD entra em pré-campanha estando programada uma visita ao distrito de Rui Rio, nesta quarta-feira, dia 28, com passagens por Guimarães, Braga e Famalicão.

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Ave

Municipalização da Cultura debatida em Famalicão na terça-feira

“A insustentável leveza do municipalismo cultural”

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Foto: Divulgação / CM Famalicão (Arquivo 2019)

A pergunta “Municipalização da Cultura?” é o ponto de partida de debates que vão ocorrer em dez cidades portuguesas, entre as quais Famalicão, na terça-feira, organizados pela associação Acesso Cultura.

Às 18:30 de terça-feira, Angra do Heroísmo, Castelo Branco, Évora, Faro, Funchal, Lisboa, Ponta Delgada, Porto, Torres Novas e Vila Nova de Famalicão vão receber debates sobre o assunto da municipalização da Cultura.

O tema foi lançado por um artigo do gestor cultural Rui Matoso, publicado em novembro, com o título “A insustentável leveza do municipalismo cultural”, no qual se questionava: “É a uma câmara que cabe a função de promover, por exemplo, um Festival Transcultural? Ou, pelo contrário, a sua função deve ser a de gerar políticas, ferramentas e condições de produção para que os atores sociais, designadamente minorias, construam um projeto participado e sustentado?”

“Na pior das hipóteses, o resultado do ‘Municipalismo Cultural’ é o de um conformismo pluralista, no qual a lógica do poder (monolítica e coerciva) é reproduzida pelos agentes culturais, colaborando estes –- por medo ou receio de perder a confiança dos eleitos –- na sua difusão acrítica. Este municipalismo monstruoso pode então ser entendido como uma espécie de colonialismo cultural, pois ao mesmo tempo que satura as localidades com padrões culturais arbitrários e ilegítimos, destrói os ecossistemas de cultura na sua biodiversidade social”, acrescenta Rui Matoso, no mesmo texto publicado no jornal Público.

Em Lisboa, por exemplo, o debate acontece no Museu Bordalo Pinheiro, com a diretora artística do Materiais Diversos, Elisabete Paiva, a diretora executiva da Artemrede, Marta Martins, o artista e investigador Rui Mourão e, precisamente, com o também investigador Rui Matoso.

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Braga

Empresa de Braga apresenta ‘app’ que deteta precocemente o cancro cutâneo

Medical pre-Diagnostic System

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Foto: Facebook de F3M

A MpDS – Medical pre-Diagnostic System é uma aplicação tecnológica desenvolvida em Braga que vai ajudar profissionais de saúde em todo o mundo a detetar e tratar de forma precoce problemas clínicos, como úlceras de pressão, ou até mesmo o cancro, anunciou a marca do grupo da Primavera Software, em comunicado enviado a O MINHO.

A app junta smartphones com lentes de magnificação e permite aos profissionais realizar, em tempo real, a monitorização, caracterização e avaliação de feridas. Um procedimento simples, que “pode ser realizado por médicos ou outros técnicos de saúde, capaz de tornar o diagnóstico mais rápido, evitando a necessidade de deslocações e consultas presenciais, que frequentemente atrasam os processos”, explica a empresa.

A aplicação é “particularmente benéfica para populações mais afastadas dos centros urbanos e com reduzido acesso aos serviços”, acrescenta. indicando que a mesma já foi testada com “resultados muito positivos por mais de 100 profissionais do setor da saúde”.

A solução demonstra “um enorme potencial de utilização” em diversas áreas, nomeadamente em Dermatologia, Oncologia, Cirurgia Plástica, Hematologia e Infeciologia.

Este lançamento vai ser o mote para uma sessão de esclarecimento, que acontece esta quarta- feira, 19 de fevereiro, a partir das 09:30, na UPTEC – Parque da Ciência e da Tecnologia da Universidade do Porto.

Do painel de oradores, destaque para Paulo Ramos, enfermeiro especialista em feridas e viabilidade tecidular, Maria José Teles, médica especialista em patologia clínica, Maria Vasconcelos e Luís Rosado, investigadores séniores na Fraunhofer Portugal AICOS, Pedro Salgado, responsável pela área da saúde na F3M e João Cunha, designer da aplicação.

Sobre a F3M

Composto por três empresas portuguesas – F3M, Megalentejo e Dot Pro – além da F3M Angola e da F3M Moçambique, a F3M é um dos maiores grupos de tecnologia, em Portugal. A sua atuação centra-se no desenvolvimento de software à medida para mercados específicos (economia social, óticas, têxtil, construção e desporto) e na integração de soluções de infraestrutura tecnológica, telecomunicações, além de serviços de consultoria.

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Braga

Detido com matrícula falsa e sem seguro no centro de Braga

Na Praça da República

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um jovem de 24 anos foi detido, na tarde da passada sexta-feira, no centro da cidade de Braga, por conduzir uma viatura com matrículas falsas, anunciou hoje a PSP.

O condutor foi intercetado em pleno centro da cidade, na Praça da República, na posse de um veículo onde ambas as matrículas eram falsas.

Durante a operação de fiscalização, os agentes policiais perceberam ainda que a viatura não tinha seguro válido para circulação viária.

O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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