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Braga

Roubam carrinha a empresa de Vieira do Minho e dizem adeus durante a fuga

Furto

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Foto: DR

Uma carrinha de uma empresa florestal de Vieira do Minho foi roubada na quinta-feira, em Vila do Conde, apenas um dia depois de ter sido comprada, disseram os proprietários a O MINHO.


A carrinha estava estacionada numa das estradas de terra à face da Autoestrada n.º 7 quando terá sido furtada por três indivíduos que rondavam o local desde o início do dia.

Segundo Simona de Luca, proprietária da Teixeira & de Luca, Lda, empresa de limpeza florestal, a carrinha estava estacionada na via paralela do local onde os trabalhadores procediam à limpeza das bermas daquela autoestrada, ao longo de vários quilómetros.

Foto: DR

Depois da hora de almoço, um dos funcionários foi à carrinha buscar água quando percebeu que a mesma havia sido roubada. Avisaram os proprietários que ainda conseguiram geolocalizar a viatura através do telemóvel que tinha ficado escondido na carrinha.

“Percebemos que a carrinha foi levada pela autoestrada até Santo Tirso, mas depois ou o telemóvel se desligou ou acabaram os dados e não conseguimos localizar mais”, explicou.

Simona conta que os trabalhadores foram alertados por uma carrinha com pelo menos dois indivíduos que terá apitado ao passar no local onde decorriam os trabalhos.

Os proprietários e funcionários suspeitam que se trata de um grupo de três indivíduos, de nacionalidade estrangeira, que rondavam a área durante a manhã, tendo, inclusive, falado para um dos trabalhadores.

“Os funcionários comentaram que a carrinha era igual à da empresa mas não ligaram e continuaram a trabalhar”, diz. A viatura ainda não tinha autocolantes identificativos da empresa nem GPS uma vez que havia sido comprada no dia anterior.

“É muito estranho terem roubado logo no dia seguinte mas foi o que aconteceu”, desabafou a empresária. Para além do valor da carrinha, foram levados os pertences que se encontravam no interior, como os telemóveis, carteiras e duas máquinas roçadoras.

A GNR investiga. Os proprietários deixam o apelo para, caso alguém aviste uma carrinha semelhante, avise as autoridades locais ou entre em contacto através do 964881574.

A matrícula é 08-53-PA e a marca Toyota, de cor branca.

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Braga

Espera 5 horas por assistência em viagem em Vila Verde. Operador “esqueceu-se” de ativar reboque

Insólito

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Foto: Ilustrativa / DR

Um automobilista residente em Vila Verde esperou mais de cinco horas pela assistência em viagem fornecida pela companhia de seguros Fidelilidade, na quinta-feira, depois de ver o carro avariar numa zona de serra.

A viatura, de marca Citroen, terá sofrido um ‘apagão’ de bateria na freguesia de Aboim da Nóbrega, no concelho de Vila Verde, motivando o contacto com a seguradora cerca das 16:30 horas.

Do outro lado da linha foi assegurada a assistência em viagem que se deslocaria até ao local durante a hora seguinte, mas tal não chegou a acontecer.

Por viver relativamente perto do local onde se encontrava o carro, o condutor aguardou mais tempo que o habitual, já em casa, mas começou a estranhar a demora, que atingia já mais de uma hora e meia.

Pelas 18:30 horas, duas depois do contacto inicial, o condutor ligou novamente para a seguradora, com o operador a indicar que existiu um lapso na conversa telefónica. O primeiro algarismo do número de telemóvel foi trocado e quando o reboque se deslocou ao local, o motorista não conseguiu entrar em contacto com o proprietário da viatura, acabando por regressar “à base” sem encontrar nem levar o carro.

O operador de assistência em viagem assegurou que seria efetuado novo pedido junto da empresa de reboques, situada em Ponte da Barca, para recolher a viatura durante os 45 minutos seguintes, mas tal voltou a não acontecer.

Cerca das 20:30 horas, e novamente sem sinal de assistência em viagem, nova chamada para a central de operações da companhia de seguros.

Foi confirmado o pedido de assistência em viagem mas, alega a seguradora, o técnico que atendeu a chamada “esqueceu-se” de ativar o reboque. Foi, então, efetuada uma terceira tentativa, desta vez com sucesso.

Eram cerca das 21:30 horas quando o reboque finalmente chegou ao local da avaria, cinco horas depois do solicitado pelo automobilista.

Os factos foram confirmados a O MINHO pela companhia de seguros.

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Braga

Bloco de Esquerda questiona governo sobre Irmandade de Braga acusada de corrupção

Irmandade de Santa Cruz

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Foto: O MINHO

O Bloco de Esquerda questionou o governo sobre a Irmandade da Santa Cruz, supervisionada pela Arquidiocese de Braga, que está acusada pelo Ministério Público, junto com o ex-provedor Carlos Cruz Vilaça, de exigir ‘donativos’ entre os 10 mil e os 40 mil euros para aceitar idosos no lar da instituição.

Na pergunta, subscrita pelos deputados José Maria Cardoso, Alexandra Vieira e José Soeiro, os deputados começam por assinalar que “a justiça está a fazer o seu caminho” e que não querem interferir no processo judicial, mas consideram que a situação “não pode deixar de merecer reflexão e intervenção”.

“Esta é uma instituição com protocolo com a Segurança Social, pelo que é pertinente saber qual o acompanhamento que existiu ao longo destes anos por parte da Segurança Social à Irmandade de Santa Cruz. Não é aceitável que uma instituição possa agir extorquindo valores aos familiares para aceitação de utentes. É também fundamental averiguar se este esquema de cobrança existiu noutras valências da IPSS Irmandade de Santa Cruz, se cessou ou se continua a verificar-se”, refere o Bloco de Esquerda.

Lar supervisionado pela Arquidiocese de Braga cobrava até 40 mil euros por vaga

O partido “não deixa de registar com perplexidade como uma instituição pode ser complacente, durante tantos anos, com uma atuação tão oposta aos valores que supostamente defende sem nunca fazer uma autocrítica”.

A Irmandade de Santa Cruz, em Braga, e o ex-provedor Carlos Cruz Vilaça foram acusados pelo Ministério Público dos crimes de crime de corrupção passiva no setor privado por exigirem ‘donativos’ até 40 mil euros para admitir idosos no lar da instituição.

Filha denuncia “donativo” de 10 mil euros em 2018 para aceitar idosa num lar de Braga

Segundo a acusação, está em causa um valor total de 297 mil euros em ‘jóias’ de entrada de 12 utentes.

A Irmandade de Santa Cruz funciona sob a supervisão da Arquidiocese de Braga.

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Braga

Incêndio em Vila Verde consome cinco hectares de monte

Meio aéreo no combate às chamas

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Foto: Ilustrativa / DR

Um incêndio deflagrou, ao início da tarde desta sexta-feira, em Gême, Vila Verde, tendo ardido uma área estimada entre os quatro e os cinco hectares, adiantou a O MINHO o comandante dos Bombeiros de Vila Verde, Luís Morais, acrescentando que o fogo “já está dominado”.

Além dos Bombeiros de Vila Verde, combateram as chamas as corporações de Terras de Bouro, Amares e Póvoa de Lanhoso, com mais de 40 operacionais e 12 viaturas.

Foi disponibilizado também um helicóptero no combate ao incêndio.

Segundo o comandante dos Bombeiros de Vila Verde, o fogo “causou alguma preocupação”, uma vez que há casas próximas daquela zona de monte, mas “nenhuma chegou a estar em perigo”.

Ao início da tarde, outros incêndios deflagraram em Viana do Castelo e Barcelos, mobilizando mais de duas dezenas de operacionais.

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