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Vila Verde

Um mar de gente, fé e devoção pelo padroeiro dos agricultores na Rota das Colheitas em Vila Verde

Aberta a época em que se colhe dos campos as dádivas da terra, a Carvalhosa foi o palco para três dias consecutivos de alvoroço.

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Foto: Divulgação

O mês de setembro chega ao fim, mas antes a Rota das Colheitas, em Vila Verde, não deixou passar a emblemática festa em honra de Santo Isidro, o padroeiro dos agricultores. Aberta a época em que se colhe dos campos as dádivas da terra, a Carvalhosa foi o palco para três dias consecutivos de alvoroço.

A programação da iniciativa estendeu-se de sexta a domingo, 28 a 30 de setembro, com a realização de celebrações religiosas, música popular e vários momentos de intensa alegria.

Foto: Divulgação

Como já é habitual, o ponto alto das festividades apareceu com a majestosa procissão, no domingo à tarde, que trouxe um mar de gente, cor e devoção ao lugar da Carvalhosa, na freguesia de Vila Verde.

Um fim de semana recheado de música tradicional

Logo pela manhã do primeiro dia, o lugar da Carvalhosa deu sinais do ambiente de diversão que aí vinha, com música gravada a ecoar por todo lado.

Com o terceiro disco nas mãos, o grupo Amigos da Paródia subiu ao palco depois do jantar para mostrar ao público a força da música popular com o som das concertinas e cavaquinhos, entre outros instrumentos.

O primeiro espetáculo de pirotecnia aconteceu no final da noite com várias pessoas a admirar.

O dia seguinte também começou com música gravada e, mais tarde, o recinto recebeu a energia do grupo Top5. Um baile que contou com a atuação de vários membros de diferentes gerações e um reportório que cativou a atenção dos espectadores. Por volta da 1:00 da manhã, deu-se a segunda sessão de fogo-artifício.

Procissão em Honra de Santo Isidro foi um dos momentos altos

Foto: Divulgação

No último dia, domingo, a programação estendeu-se com mais atividades que motivaram momentos repletos de boas energias.

Primeiro deram-se as comemorações eclesiásticas, com a missa cantada por o Grupo Coral de Vila Verde e a oração e sermão em honra de Santo Isidro.

Foto: Divulgação

O auge das festividades chegou com a majestosa procissão, acompanhada com a fanfarra do concelho e de vários andores floridos, com o destaque para o andor de Santo Isidro que além das flores levava também produtos do campo. Uma ação religiosa que moveu várias pessoas em devoção.

Foto: Divulgação

O espírito de boa disposição permaneceu durante a noite com três grupos de folclore. Pelo palco passou o grupo folclórico de Vila Verde, em representação da casa, depois o rancho folclórico de Corredoura Guimarães e, por fim, o rancho folclórico da Universidade do Minho (Braga), composto maioritariamente por jovens estudantes.

Foto: Divulgação

O encerramento das festividades deu-se com a grandiosa sessão de artifício.

Inserida na programação turística-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, a Festa em honra de Santo Isidro foi organizada pela comissão de festas e apresentou-se novamente como um momento de especial importância por se tratar da figura divina que protege os agricultores e as colheitas.

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Braga

Em Vila Verde ainda se malha centeio à moda antiga

Em Aboim da Nóbrega

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Foto: Divulgação / CM Vila Verde

A população da freguesia de Aboim da Nóbrega e Gondomar, no concelho de Vila Verde, voltou a recriar uma malhada tradicional de centeio naquela freguesia, onde dezenas de habitantes “deram ao malho” pela tradição.

Este sábado foi dia de “Rota das Colheitas”, um programa da Câmara de Vila Verde onde são recriados usos e costumes pelas aldeias do concelho.

Foto: Divulgação / CM Vila Verde

Espalhado pela eira de pedra, no lugar do Souto, o centeio foi acomodado enquanto, ao redor, se provava vinho verde e a broa de milho, ao som do Rancho Folclórico Típico das Lavradeiras de Aboim da Nóbrega.

De acordo com o município, “o público não precisa de ficar só a ver, também pode participar nas iniciativas”. E muitos seguiram o mote, pegando no “malho” para recordar outros tempos.

Foto: Divulgação / CM Vila Verde

João Fernandes, presidente da Junta, recorda que “é importante manter estas tradições ancestrais e mostrar aos mais novos como as coisas eram antigamente”.

António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde, sublinha a importância de “manter estas tradições da Rota das Colheitas, como as malhadas, as desfolhadas… porque tudo isso faz parte do nosso passado, da nossa história e da nossa cultura”.

Foto: Divulgação / CM Vila Verde

A Malhada do Centeio foi organizada pela Junta de Freguesia de Aboim da Nóbrega e Gondomar e integrou a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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Vila Verde

Choque aparatoso faz três feridos em Vila Verde

Em Covas

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Foto cedida a O MINHO por Luís Cação

Um choque aparatoso entre duas viaturas resultou em três feridos, durante a tarde desta segunda-feira, em Covas, concelho de Vila Verde.

A colisão deu-se na Estrada Nacional 101, com o alerta a ser dado pelas 18:29.

Para o local deslocaram-se vários meios dado o aparato inicial do acidente, incluindo uma viatura de desencarceramento que acabou por não ser utilizada, disse a O MINHO Luís Morais, comandante em exercício nos Bombeiros de Vila Verde.

Foto cedida a O MINHO por Luís Cação

Por entre os feridos, um homem de 89 anos inspirava maiores cuidados, sofrendo algumas escoriações e hematomas, sendo transportado para o Hospital de Braga.

As outras duas vítimas, uma mulher na casa dos 40 anos e um adolescente, foram transportados para o Hospital de Braga por precaução.

A GNR de Vila Verde registou a ocorrência.

Ao local deslocaram-se VMER de Viana do Castelo, SIV de Arcos de Valdevez, Bombeiros de Ponte da Barca, Bombeiros e GNR de Vila Verde.

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Região

Autarca revoltado com águas turvas em praias de Amares e Vila Verde

Câmara de Amares diz tratar-se de “movimentação de terras”

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Presidente da Junta de Sabariz aponta água turva junto à praia da Malheira Foto: Fernando André Silva / O MINHO

As águas do rio Homem, nos concelhos de Amares e Vila Verde, estão com uma tez acastanhada, algo que deixou indignado o presidente da Junta de Sabariz, freguesia situada no concelho de Vila Verde, com este a apontar “foco de poluição”.

Todavia, a Câmara de Amares indica que esta cor não provém de descarga poluente mas sim de trabalhos que decorrem junto ao leito do rio e que provocou movimentação de terras.

A O MINHO, Fernando Silva, autarca de Sabariz explica que a cor acastanhada surgiu durante esta quinta-feira, prolongando-se durante o dia de hoje. “Alertaram-me para esta situação, pois há pessoas a utilizar a praia fluvial que estão assustados pela cor da água”, avança o autarca.

Nesta altura do ano, são centenas de pessoas que procuram a praia fluvial da Malheira, tanto na margem situada em Sabariz (Vila Verde) como na margem situada em São Vicente de Bico (Amares).

Agua turva junto à praia da Malheira Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Fernando Silva contactou então o departamento de ambiente da Câmara de Vila Verde, com o vereador do Ambiente a deslocar-se ao local para se inteirar dos factos. A situação foi depois encaminhada para os serviços ambientais da Guarda Nacional Republicana (GNR) que fez deslocar ao local vários operacionais para verificarem a situação.

Ao que O MINHO apurou, aquela polícia encontra-se a investigar uma possível origem poluente ou se a situação se trata efetivamente de movimentação de terras, como aponta a autarquia de Amares.

Presidente da Junta de Sabariz aponta água turva junto à praia da Malheira Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Em comunicado, o departamento de comunicação da Câmara de Amares esclarece que a cor acastanhada do rio Homem deve-se à execução de uma vala no leito do rio, no âmbito do “fecho de sistemas de saneamento”, que provocou “uma grande movimentação de terras”.

A autarquia adianta ainda que estes trabalhos estão a ser realizados durante a época balnear porque “o leito do rio se apresenta mais baixo”.

Fernando Silva, a O MINHO, explica que “pode ser esse” o problema, até porque “não há um cheiro intenso junto ao rio”, algo que sucede quando as descargas provêm de saneamento. Contudo, o autarca exige que a Câmara de Amares disponibilize à GNR provas efetivas de que se trata de movimentação de terras e não uma descarga de saneamento.

Fonte da GNR indicou a O MINHO que os militares estão a investigar ao longo das duas margens (Amares e Vila Verde) do rio Homem para tentar perceber a origem do que provocou a cor acastanhada nas águas fluviais.

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