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Braga

Ronaldo demoliu anexo no Gerês e ofereceu recheio aos mais pobres de Terras de Bouro

Terras de Bouro

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Foto: DR

Cristiano Ronaldo já demoliu o anexo da sua mansão no Gerês. O futebolista português aproveitou e ofereceu todos os artigos do recheio desta habitação secundária para serem distribuidos pelos mais pobres de Valdosende, freguesia de Terras de Bouro onde está construída a sua propriedade, na Caniçada, junto ao rio Cávado, denotando generosidade ao mandar entregar eletrodomésticos e móveis, bem como outros artigos que estavam no anexo.  

O craque, que viu serem declarados ilegais o anexo e o campo de ténis onde também era habitual jogar futebol, tem de demolir ambas as estruturas, até 21 de março de 2022, mas, segundo O MINHO constatou esta quarta-feira, nas imediações da propriedade, deverá ter os trabalhos todos concluídos muito antes da data limite, dado o ritmo das demolições.

Casa de Ronaldo no Gerês. Foto: O MINHO

Anexo de casa de Ronaldo no Gerês. Foto: O MINHO

CR7 escapou de ser julgado, por eventuais crimes de falsificação de documentos e ainda por violação de regras urbanísticas, uma vez que construiu para além da área autorizada, em zonas proibidas, por estarem muito próximas da Albufeira da Caniçada. Foram declarados prescritos ambos os delitos, mas a demolição era um imperativo legal, que o ‘craque’ está a cumprir, tal como fez com a célebre marquise do seu apartamento, em Lisboa. Recorde-se que a casa está registada no nome de Ronaldo, e não do companheiro de seleção Pepe.

Casa de Ronaldo no Gerês. Foto: O MINHO

Casa de Ronaldo no Gerês. Foto: O MINHO

O Plano de Ordenamento da Albufeira da Caniçada do Parque Nacional da Peneda-Gerês, que não permite construções mesmo junto ao rio Cávado, implica a demolição de ambas as edificações, tal como em outras propriedades daquela zona fluvial, com um total de 43 construções ilegais, quer do lado de Terras de Bouro, quer do lado de Vieira do Minho, o que resultou de investugações da Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT), na sequência de denúncias, fundamentadas, do grupo cívico Indignados de Louredo, cujos casos serão julgados no Tribunal de Braga.

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