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Região

Romaria a S. Bento da Porta Aberta homenageia Cónego Fernando Monteiro

D. Jorge Ortiga preside às cerimónias marcadas para hoje

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Foto: DR

A segunda romaria do ano a São Bento da Porta Aberta, em Terras de Bouro, vai homenagear o Cónego Fernando Monteiro presidente da Irmandade desde 2008, falecido em Janeiro de 2019.

Do programa destacam-se a entrada da Banda Musical da Carvalheira com a recepção pela Irmandade no Santuário de S. Bento da Porta Aberta pelas 10:00, tocando a marcha de rua designada “Homenagem a S. Bento da Porta Aberta”, seguida da inauguração de um busto em honra do saudoso homenageado na descida da Cripta.

Após a homenagem, segue-se a Solene Eucaristia presidida por D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga. A missa será solenizada pelo Coro da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde, havendo no final uma Procissão em honra de S. Bento da Porta Aberta.

Entre as 14:30 e as 15:00 será descerrada uma lápide em honra do Cónego Fernando Monteiro, que vai passar a chamar-se “Auditório Cónego Fernando Monteiro”, com a intervenção musical do Coro do Sameiro em que estreará um hino em honra do homenageado. Esta sessão será presidida pelo Arcebispo de Braga. Para esta sessão foram convidadas várias entidades com quem o saudoso homenageado trabalhou.

Durante o dia até às 18:00, a Banda Musical da Carvalheira presenteará os romeiros com variadas exibições musicais no coreto Santuário.

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Braga

Eleições: PS aprova hoje listas de candidatos a deputados com Braga ainda em aberto

Reunião em Lisboa

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Foto: DR / Arquivo

A Comissão Política Nacional do PS aprova hoje as listas de candidatos a deputados às próximas eleições legislativas, num processo em termos globais pacífico internamente, mas em que Braga tem ainda os seus nomes em aberto.

O processo para a escolha dos candidatos a deputados do PS começou no início deste mês, com as comissões políticas do território nacional a indicarem cerca de dois terços da totalidade dos candidatos, cabendo o restante terço ao secretário-geral do partido, António Costa. Uma repartição que está estipulada nos estatutos do PS.

Na escolha dos cabeças de lista, a opção que prevaleceu foi a da continuidade face aos candidatos apresentados nas eleições legislativas de 2015, principalmente no caso dos maiores círculos eleitorais do país, como Lisboa (com António Costa), Porto (Alexandre Quintanilha) e Setúbal (Ana Catarina Mendes).

A mesma lógica de continuidade existiu nos casos da Madeira (Carlos Pereira), Viana do Castelo (Tiago Brandão Rodrigues), Bragança (Jorge Gomes), Ascenso Simões (Vila Real), Aveiro (Pedro Nuno Santos), Castelo Branco (Hortense Martins), Portalegre (Luís Testa), Évora (Capoulas Santos) e Pedro Carmo (Beja).

O PS apresentará novos “números um” nos Açores (Isabel Maria Rodrigues em substituição do líder parlamentar Carlos César), no Algarve (Jamila Madeira), em Santarém (Alexandra Leitão), Leiria (Raul Castro), Coimbra (Marta Temido), Viseu (João Azevedo) e Guarda (Ana Mendes Godinho).

Na lista do círculo de Lisboa, na parte cimeira, em terceiro lugar, vai figurar Eduardo Ferro Rodrigues, o que indicia que o antigo líder socialista poderá ser de novo candidato à eleição para o cargo de presidente da Assembleia da República na próxima legislatura.

Mário Centeno, ministro das Finanças, chegou a ser apontado como cabeça de lista por Faro, mas deverá ocupar a quinta posição na lista do círculo de Lisboa, após António Costa, a deputada Edite Estrela, o presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues e a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva.

Neste momento, os casos mais problemáticos para a direção do PS registam-se na Guarda e em Braga.

No caso da Guarda, o nome de Ana Mendes Godinho, atual secretária de Estado do Turismo, não foi contestado pela estrutura distrital – até porque a sua indicação é uma competência do líder partidário -, mas o resto da lista proposta pela direção federativa mereceu a rejeição.

Além do caso da Guarda, a Comissão Política Nacional do PS teve de avocar o processo da Federação de Braga, que aprovou a sua quota de dois terços de nomes para a lista logo no início deste mês.

A Comissão Política da Federação de Braga do PS optou por deixar os primeiros dois nomes da lista em aberto para posterior escolha de António Costa e colocou em terceiro lugar o líder federativo, Joaquim Barreto, seguido por Luís Soares da concelhia de Guimarães.

Neste processo na Comissão Política de Braga, foram deixados de fora para eventual escolha do secretário-geral socialista nomes como o da deputada Sónia Fertuzinhos, ou o do secretário nacional do PS para a Organização, Hugo Pires.

Em Braga, o PS elegeu sete deputados nas eleições legislativas e assume agora como “objetivo mínimo” a eleição de oito ou mesmo nove (tal como aconteceu em 2005 e em 2009).

Este processo de escolha de candidatos a deputados do PS deverá ser hoje contestado pela minoria liderada por Daniel Adrião, cuja fação representa cerca de 15% dos membros da Comissão Política Nacional. Esta corrente minoritária exige ter lugares de candidatos a deputados em lugares elegíveis.

A Comissão Política Nacional do PS reúne-se hoje, a partir das 21:00, na sede nacional deste partido, em Lisboa. Além de António Costa, o processo de escolha dos candidatos a deputados foi coordenado pela secretária-geral adjunta, Ana Catarina Mendes.

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Barcelos

Preço Certo emitido em direto de Barcelos

No próximo domingo, na frente ribeirinha

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Foto: Divulgação

O concurso televisivo “O Preço Certo”, transmitido na RTP 1, vai emitir um programa em direto a partir da frente ribeirinha de Barcelos, no próximo domingo, dia 28 de julho, às 21:00, revelou a autarquia.

O programa conduzido pelo popular apresentador Fernando Mendes é um dos programas mais duradouros da televisão nacional, estando entre os mais vistos e preferidos dos portugueses.

O concurso, transmitido com o apoio do Município de Barcelos, irá apresentar os habituais passatempos para atribuição de prémios aos concorrentes, intercalados com momentos musicais.

Há mais de uma década em emissão contínua na RTP1, este é o concurso de maior longevidade da televisão mundial, segundo assinala a autarquia num comunicado enviado a O MINHO. Em Portugal, estreou no dia 11 de Fevereiro de 2002 com o nome “O Preço Certo em Euros”, para familiarizar os portugueses com a nova moeda. Foi primeiro apresentado por Jorge Gabriel e depois por Fernando Mendes, com Miguel Vital a dar voz à apresentação dos prémios.

Em 2006 foi relançado com o nome original de “O Preço Certo”.

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Ponte de Lima

Moradores da Lapa, em Ponte de Lima, não descartam providência cautelar para parar obras

Plano de mobilidade encurta passeios e aumenta estacionamento. “Pode estar a violar a lei 123/2006”

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Os moradores do Largo da Lapa, em Ponte de Lima, não descartam a hipótese de avançar com uma providência cautelar para parar as obras que estão na decorrer naquele espaço no centro histórico da vila.

Em causa, a alteração do plano de mobilidade que encurta passeios e aumenta o espaço de estacionamento. “Pode estar a violar a lei 123/2006”, referem os moradores.

O presidente da Câmara contactado por O MINHO reconhece que “já foram feitas pequenas alterações no projeto para irem ao encontro das pretensões dos moradores” e espera que a providência cautelar não avance: “seria lamentável que tal acontecesse”.

Os moradores com o andamento da obra perceberam as deficiências do projeto e vieram a público denunciar o que está a ser feito: “com as guias do passeio postas, tornou-se ainda mais gritante o absurdo”, começam por dizer, acrescentando que “além dos desníveis entre as casas, o passeio tem, em vários locais, uma pendente acentuada para a rua, devido ao desnível entre as casas e a rua que está quase sempre numa cota inferior às casas.

Iniciadas há cerca de dois meses, os moradores e transeuntes continuam sem ter um “passeio” em condições, tendo, pelo contrário, “de caminhar pela terra, o que se agravou com as chuvadas de há uma semana, em que uma pessoa ficou com a perna enterrada na lama até ao joelho”. Mas há mais questões levantadas pelos moradores a começar pela primazia do automóvel em detrimento dos peões, “em contraciclo com o que se está a fazer pelo país fora”. Os passeios de 1,5 metros para os peões, “além de pequenos, serão ainda obstruídos pelas frentes dos carros estacionados, por caixas de corte da EDP e por candeeiros de iluminação pública”.

O resultado final, também, não agrada: “será um espaço todo em pedra, que absorverá e irradiará o calor do sol. Vai-se tornar impossível circular a pé ou bicicleta por esta zona, sem uma sombra”.

Associação de Cidadãos Automobilizados

O caso já chegou à Associação de Cidadãos Automobilizados. A O MINHO, o presidente Mário Alves, confirma ter tido acesso ao caso: “já pedimos o projeto de execução à câmara porque estamos em crer que não cumpre o decreto de lei 123/06”.

Foto: O MINHO

Mário Alves lamenta que “os moradores e a população em geral não tenham tido acesso ao projeto de execução porque legalmente tem que estar disponível”. Sem querer tecer muitos comentários sem “ver o projeto”, Mário Alves diz que “à primeira vista, os passeios parecem ser muito estreitos” mas “no decreto lei já tudo detalhado e espero que o Município tenha levado isso em conta”.

Na teoria, se o projeto não cumprir os requisitos legais terá que ser reformulado pela autarquia, em diálogo com as entidades interessadas no projeto e ”de forma pedagógica”. Caso persistam os erros recorrer ao tribunal é uma hipótese.

Victor Mendes

O presidente da Câmara de Ponte de Lima em declarações a O MINHO começa por esclarecer que as “reivindicações prendem-se com questões relacionadas com o acesso para cidadãos com mobilidade reduzida” e não com o corte de árvores.

Para o autarca, numa primeira análise, a Câmara tem que cumprir com a legislação em vigor e “se um dos grandes objetivos desta intervenção numa área que faz parte do centro histórico é melhorar as acessibilidades, nomeadamente, para cidadãos com mobilidade reduzida, o município terá que cumprir com a legislação em vigor”.

Por isso, “o meu compromisso era verificar, uma vez mais, se o projeto de uma forma global cumpria com a lei das acessibilidades e a conclusão era que cumpria mas apesar disso fizemos alguns ajustamentos que, no fundo, vão ao encontro das reivindicações das pessoas que ali vivem e cumprem também aquilo que são os nossos objetivos”.

Providência cautelar não é oportuna

Ora uma vez que o projeto foi alterado levando em conta as pretensões dos moradores, para Victor Mendes, “não me parece que seja oportuno a apresentação de uma providência cautelar de um projeto que foi aprovado na câmara, teve o visto do tribunal de contas, que cumpre as leis das acessibilidades, que é equilibrado, que vai dinamizar aquele espaço, que vai ordenar o estacionamento e vai ter um novo mobiliário urbano”.

Foto: O MINHO

A providência irá “prejudicar quem ali vive e atrasar as obras e isso sim é que nos preocupa porque queremos que as obras decorram o mais rapidamente possível, reduzindo o impacto que estas obras costumam ter. Estou convicto que irá imperar o bom senso e estamos disponíveis para dialogar com quem quer que seja”.

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