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Braga

Romance ‘político’ de escritor de Amares apresentado na Assembleia da República

Apresentação a cargo de João Soares

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Foto: DR

O romance “A deslumbrada vida de João Novilho” do amarense Jorge Tinoco, vai ser apresentado, hoje, às 17:00, na Assembleia da República, na Biblioteca Passos Manuel estando a apresentação a cargo do deputado e ex-Ministro da Cultura João Soares.

Esta sessão na Assembleia da República contará ainda com breves intervenções do autor, do editor Manuel S. Fonseca e do Presidente da Comissão de Agricultura e Mar, deputado Joaquim Barreto.

Jorge Tinoco, o autor, sempre considerou que “seria importante que este livro chegasse aos políticos, dado tratar-se de um misto de reflexão e provocação sobre os caminhos e descaminhos da política actual e dos jogos de poder”.

A edição, com chancela da Guerra e Paz, tem, de resto, despertado várias recomendações de leitura por parte de diferentes blogs, jornais e revistas, quer generalistas, quer da especialidade.

Para breve, estão previstas novas apresentações, nomeadamente em Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Viana do Castelo e Vila Verde.

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Braga

Detido com taxa de 2,22 gramas/litro em Braga

Fiscalização rodoviária

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem de 37 anos foi detido por agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Braga por conduzir sobre efeito de álcool numa taxa acima da permitida por lei, avança aquela polícia em comunicado.

Por volta das 00:54 desta quarta-feira, na Rua Fernando Castiço, na cidade de Braga, o homem foi submetido ao teste do álcool durante uma ação de fiscalização, tendo apresentado uma taxa de álcool no sangue de 2,22 gramas/litro.

O detido foi notificado para comparecer nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial de Braga

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Braga

Cervejeiros de Vila Verde doam parte das vendas à loja social de Prado

Na Festa das Colheitas

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Foto: Divulgação

A cervejeira Letra, com sede em Vila Verde, entregou na passada segunda-feira um conjunto de bens alimentares que resultaram da participação da marca na Festa das Colheitas, uma iniciativa realizada naquele concelho.

A marca decidiu doar uma percentagem dos lucros naquelas festividades a uma causa de ação social, e o valor angariado rondou os 200 euros, que foram transformados em bens alimentares de primeira necessidade com o objetivo de “aumentar a pegada solidária e responsabilidade social”, valores que cada vez mais a empresa quer assumir.

A entrega dos cabazes alimentares foi realizada na Loja Social de Prado, no concelho de Vila Verde. No total foram entregues 12 cabazes, em que cada um continha massa, arroz, feijão, atum, salsichas e cogumelos.

O sócio fundador Filipe Macieira refere que “a harmonia social e ambiental é fundamental para a nossa empresa, para além deste pequeno contributo em alimentos, queremos também sensibilizar a comunidade para problemas ambientais”.

O gerente explica que decorre, no próximo sábado, uma caminhada ambiental, iniciativa em parceria com Vila Verde a Correr e Desassossego Ambiental, onde se pretende caminhar e apanhar o lixo encontrado no percurso.

 

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Braga

Domingos Névoa quer comprar 50% da Bragaparques por 65 milhões

Manuel Rodrigues pode não aceitar e caso vai para tribunal

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Domingos Névoa, co-fundador do grupo "Rodrigues e Névoa". Foto: O MINHO

A guerra entre os empresários bracarenses Manuel Rodrigues e Domingos Névoa subiu de tom.

Manuel Rodrigues e Domingos Névoa. Foto: DR / Arquivo

Nos últimos dias, Rodrigues disse de sua justiça sobre a posse da Bragaparques, no jornal Correio da Manhã, e na revista Sábado. Afirmando que só não comprou a firma de estacionamento, em dezembro passado, porque Névoa não apareceu para fazer a escritura.

O comprador oferecera 105 milhões pela metade pertencente a Névoa e à mulher, valorizando a empresa em 210 milhões, enquanto que este se dispôs a pagar 65 milhões pela mesma metade.

Os dois, sócios desde o início da atividade nos anos 70 do século passado, haviam decidido separar-se em 2016, tendo ficado acordado que cada um ofereceria, em carta fechada, o valor que entendesse dever pagar pela parte do outro nas muitas empresas que ambos detinham.

Como sucedeu com a própria Rodrigues & Névoa – do setor imobiliário e da construção – e com a Carclasse, esta do ramo automóvel.

Falta de comparência

As declarações de Rodrigues – e outras críticas – sobre a “falta de comparência” de Névoa na assinatura da escritura são rebatidas por “inverdadeiras” por este.

Fonte que lhe é próxima adiantou a O MINHO que, “em dezembro o empresário Manuel Rodrigues não tinha a Bragaparques em condições de lhe ser transferida. Pois, ainda não tinha sido retirado o aval de Névoa nem se tinha retirado a empresa de águas e resíduos, a Geswater, dos ativos da Bragaparques”.

A Geswater – que tem, ainda, como sócios a DST e a ABB – é a firma que detém 49 por cento da empresa municipal AGERE. Havia, portanto, que decidir quem ficaria com a Geswater. Só em março, – salienta a mesma fonte – a Braparques ficou em condições de ser transferida, com aqueles dois problemas solucionados”.

Impasse?

E sublinha: “a partir desta data até agosto, por várias vezes, Manuel Rodrigues foi interpelado pelo Névoa para vir pagar e assinar a competente escritura. E nunca apareceu para pagar e comprar”.

A partir de meados de agosto, e dado que não compareceu, Névoa decidiu comprar conforme o previsto no acordo negocial entre os dois e por eles assinado. O prazo limite é, também, em dezembro. Se Rodrigues não quiser vender, Névoa recorre ao Tribunal.

Neste momento – sustenta – “é Manuel Rodrigues quem se encontra em falta perante o Névoa, pois este pretende comprar e pagar o preço que contratualmente está previsto, cerca de 65 milhões”.

Por isso, Domingos Névoa, pelo contrato existente, vai obrigá-lo a vender, nas condições previstas nesse mesmo contrato, dado já não se encontrar obrigado a vender, pelo menos desde agosto”

Contactados por O MINHO nenhum dos dois empresários se quer pronunciar.

Ações em Tribunal

No começo de setembro, e conforme o MINHO noticiou, um juiz do Tribunal de Comércio de Famalicão titular do processo rejeitou dar andamento a uma providência cautelar interposta por Fernanda Serino, mulher de Manuel Rodrigues, visando impedir Névoa, de imediato, de gerir a firma, e decidiu que a ação avança, mas com a contestação e audição do demandado e suas testemunhas. Mantendo-se este como administrador até ao julgamento da ação.

Rodrigues encobriu assédio

No Tribunal de Trabalho, e de acordo com o jornal I, está um processo que envolve uma funcionária do empresário, a qual se queixa de ter sido assediada no local de trabalho por um quadro da firma de Rodrigues. Ao que soubemos, este desvaloriza e nega.

Sporting Clube de Braga

Manuel Rodrigues integra a administração da SAD do Sporting de Braga, cuja gestão, liderada por António Salvador, está em investigação no Ministério Público. Por causa de um alegado saco azul e de compras de jogadores, serviços e brindes.

Ao que O MINHO apurou nenhum dos administradores é arguido, e todos se dizem “alvo de calúnia” e de consciência tranquila. Mas o MP confirmou ao JN, recentemente, o inquérito judicial.

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