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Região

Risco de incêndio vai aumentar nos próximos dias

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Foto: DR/Arquivo

O risco de incêndio vai aumentar nos próximos dias em vários distritos de Portugal continental, acompanhando a subida das temperaturas máximas que em algumas regiões podem chegar perto dos 30 graus Celsius, segundo o IPMA.

De acordo com informação disponível hoje no ‘site’ do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Terras de Bouro, Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Fafe apresentam “risco moderado” no domingo.

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Na segunda-feira, os mesmos concelhos apresentam risco moderado, mas também outros como Melgaço, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca.

Na terça-feira também apresentam risco moderado os concelhos de Caminha, Paredes de Coura, Vila Verde, Amares, Braga e Guimarães.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre o “reduzido” e o “máximo”.

O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O IPMA prevê para os próximos dias um aumento dos valores da temperatura máxima em Portugal continental.

A previsão aponta para céu geralmente limpo, vento em geral fraco do quadrante leste, soprando moderado no Algarve, acentuado arrefecimento noturno e subida da temperatura máxima.

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registou entre 01 de janeiro e 17 de março 1.344 incêndios, que provocaram 1.608 hectares de área ardida.

Segundo a ANPC, a maior parte da área ardida provocada por estes incêndios de inverno foi em matos, 1.192 hectares, seguido de povoamentos (382) e de agricultura (34).

A Proteção Civil indica também que, até 17 de março, se registaram mais fogos nos distritos de Vila Real (201), Viseu (190) e Porto (185), mas “em qualquer um dos casos, os incêndios são maioritariamente de reduzida dimensão”, não ultrapassando um hectare.

Os 1.344 incêndios que deflagram em pleno inverno foram combatidos por 13.056 operacionais e envolveram 3.873 veículos e 212 meios aéreos.

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Braga

Dois feridos em acidente em Braga

EN 14

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Duas pessoas ficaram feridas, esta terça-feira à noite, após colisão entre dois veículos, na Estrada Nacional (EN) 14, em Vimieiro, Braga.

Ao que O MINHO apurou junto de fonte dos bombeiros, “as vítimas sofreram ferimentos ligeiros”.

No local, estiveram os Bombeiros Sapadores de Braga, com desencarceramento para retirar uma vítima, e o INEM.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A GNR Braga tomou conta da ocorrência.

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Braga

Joaquim Barreto e Ricardo Costa na corrida à Federação de Braga do PS

Política

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Foto: DR/Arquivo

O deputado Joaquim Barreto e o vereador na Câmara de Guimarães Ricardo Costa já anunciaram a sua candidatura à liderança da Federação Distrital de Braga do PS, nas eleições marcadas para 14 de março.

Joaquim Barreto preside à Federação do PS desde 2014 e candidata-se a um novo mandato, com o slogan “Primeiro o distrito. Primeiro o partido”.

Já Ricardo Costa, na primeira vez que concorre à Federação, escolheu o slogan “Todos como um. Todos um”.

Em relação ao mandato que agora está a terminar, Barreto destaca a vitória do PS em Braga nas eleições Europeias e nas Legislativas.

Neste último caso, refere que, a seguir ao Porto, Braga foi o distrito em que o PS mais cresceu em número de votos, elegeu mais um deputado do que em 2015.

Já Ricardo Costa coloca o foco nas autarquias, sublinhando que o PS “apenas” governa 4 dos 14 concelhos do distrito de Braga.

Diz ainda que, nas Autárquicas de 2017, em seis concelhos do distrito houve listas independentes protagonizadas por dissidentes do Partido Socialista, designadamente em Barcelos, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vizela e Fafe.

Ricardo Costa lembra ainda que, dos 4 atuais presidentes de Câmara do PS, dois foram escolha da Direção Nacional do partido, “contra a vontade da Federação”.

A esta leitura, Joaquim Barreto responde com a mensagem de apoio de Ricardo Costa quando, em 2018, se candidatou a um novo mandato à frente da Federação.

“Se as Autárquicas foram em 2017 e se o cenário foi assim tão negro, como se compreende o testemunho de apoio que [Ricardo Costa] publicou em 2018?”, refere Barreto.

Ricardo Costa alude ainda à avocação, pela Direção Nacional do PS, da lista de deputados pelo círculo de Braga, considerando que é reveladora dos “erros e da falha da estratégia” da Federação na coordenação do processo.

Para as eleições de 14 de março, Barreto diz que conta com o apoio dos presidentes de 11 das 14 concelhias, sendo as exceções Barcelos, Vila Verde e Famalicão.

Ricardo contrapõe que a sua candidatura é “das bases”, de cada militante do PS, e lembra que “o voto do militante mais prestigiado vale tanto como o voto do militante mais anónimo e desconhecido”.

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Alto Minho

Mais de 100 cadetes descem o rio Minho em exercício militar entre Monção e Valença

Percurso de 18 quilómetros

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Foto: DR

Cerca de 110 cadetes, alunos do 3º e 4º anos dos cursos do mestrado integrado da Escola Naval vão participar, no sábado, num exercício de descida do rio Minho, num percurso de 18 quilómetros entre Monção e Valença.

Em comunicado hoje enviado à imprensa, a Escola Naval informou que o exercício naquele troço do rio internacional, em botes pneumáticos militares, a remos, pretende “proporcionar a consolidação e prática dos conhecimentos adquiridos durante as instruções de formação marinheira, de comportamento organizacional, organização e instrução militar”.

Nos últimos 75 quilómetros do seu percurso, entre Melgaço e a foz, em Caminha o Minho serve de fronteira entre Espanha e Portugal. Aquele troço internacional do rio Minho está sob jurisdição da capitania do porto de Caminha, comandada pelo capitão-de-fragata, Pedro Miguel Cervaens Costa.

No sábado, a partir das 09:00 e orientados por cerca de 60 militares, os 110 cadetes vão embarcar em botes pneumáticos disponibilizados pela Unidade de Meios de Desembarque do Corpo de Fuzileiros da Marinha, que conjuntamente com uma equipa de Mergulhadores da Armada, irão garantir a segurança do treino.

“O exercício permitirá aos cadetes desenvolverem e treinarem capacidades de liderança, sentido de camaradagem, espírito de corpo e coragem física e moral, em torno de um objetivo comum, suplantando de forma sucessiva e continuada as dificuldades e tarefas que uma prova desta natureza sempre acarreta”, acrescenta a nota da Escola Naval.

A consolidação das “qualidades de chefia e capacidade de liderança para o desenvolvimento da carreira e ação permanente de um oficial de Marinha” são outros dos objetivos do exercício.

Além dos cadetes da Escola Naval, o exercício contará ainda com a participação de “alunos de diversos estabelecimentos de ensino superior militares, como a Academia Militar, Academia da Força Aérea e Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, duas equipas de cadetes da Escuela Naval Militar, de Espanha.

No total, a iniciativa envolverá 200 pessoas.

A ação é apoiada pelas Câmaras de Valença e Monção, da GNR (Destacamento Territorial de Valença), da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Valença, da capitania do porto e do comando da Polícia Marítima de Caminha.

A Escola Naval é comandada pelo Contra-Almirante Mário José Simões Marques, e o exercício decorre sob o comando do Capitão-de-fragata Luís Pedro Dantas Pereira de Castro, comandante do Corpo de Alunos.

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