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Região

Rio ou Santana? O que sabemos no distrito de Braga (um dos mais preponderantes)

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As eleições internas no PSD devem ser, à partida, no distrito de Braga, renhidas, dada a repartição dos «pesos pesados» pelas duas candidaturas. São 6830 os militantes inscritos, no distrito de Braga, nos cadernos eleitorais do PSD para as eleições internas, onde podem escolher entre Pedro Santana Lopes e Rui Rio.

Santana Lopes tem apoio do presidente de Famalicão, Paulo Cunha, que lidera a maior concelhia do distrito. Em Braga, colhe o suporte do «histórico» local, João Granja e do líder parlamentar e presidente da Concelhia, Hugo Soares. Mas os militantes locais estão divididos já que a maioria dos que são próximos de Ricardo Rio – que não apoia nenhum – , nomeadamente Firmino Marques e Rui Morais, estão com Rui Rio. Já em Guimarães, o líder local André Coelho Lima é apoiante de Rui Rio.
Em Barcelos, o segundo maior em número de militantes, haverá uma divisão entre as duas candidaturas. As lideranças das secções da Póvoa de Lanhoso, Amares, Esposende, Celorico e Cabeceiras de Basto apoiam Santana. As de Vizela, Póvoa de Lanhoso estão com Rui Rio. O mesmo sucede em Vila Verde, onde o presidente da Concelhia, Rui Silva apoia Rio. Mas, aqui, a maioria dos presidentes das juntas de freguesia, com exceção de Cervães, apoia Santana. Em Fafe, haverá, também, uma repartição de influências.

O distrito elege 70 delegados nos 14 concelhos, melhor nos 13, já que o de Terras de Bouro não elege nenhum, devido ao escasso número de membros, que tem, apenas 32.

A secção com mais militantes é a de Famalicão,
com 1773 (14 delegados), seguida da de Barcelos com 1402 (11 delegados), Braga, com 1192 (10), Vila Verde com 1168 (10). Seguem-se as secções concelhias de Celorico de Basto com 611 (05), Guimarães com 518 (05), Póvoa de Lanhoso, com 272 inscritos (03), Póvoa de Lanhoso, com 272 (03), Amares com 266 (03), Esposende com 179 (02), Fafe com 176 (02), Cabeceiras de Basto com 110 (02),Vieira do Minho com 92 (02), Vizela com 39 (01) e Terras de Bouro com 32 (0).

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Viana do Castelo

Prisão preventiva para os dois detidos por alegado homicídio de jovem em Viana

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Foto: O MINHO

O Tribunal de Viana do Castelo decretou hoje prisão preventiva para dois homens detidos pelo alegado homicídio de um jovem de 22 anos, ocorrido na segunda-feira, em Areosa, disse à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).

De acordo com aquela fonte da diretoria de Braga, “um dos arguidos poderá passar a prisão domiciliária assim que estiverem reunidas as condições necessária à aplicação dessa medida”.

Os dois homens, chegaram ao tribunal judicial de Viana do Castelo pouco antes das 11:00, vindos das instalações da PJ de Braga, para serem presentes a primeiro interrogatório judicial.

A fonte PJ especificou que “os dois homens, com idades entre os 27 e os 33 anos foram detidos na madrugada de quarta-feira”, sendo que no decurso da investigação foram “identificadas duas mulheres que seguiam na mesma viatura, com os dois suspeitos, e que foi intercetada pela GNR, na segunda-feira à noite, após o crime, na freguesia de Campos, no concelho vizinho de Vila Nova de Cerveira.

O jovem de 22 anos foi esfaqueado nas costas, na segunda-feira, cerca das 18:09, na travessa do Pico, em Areosa. Ainda foi transportado ao hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, em estado grave, acabando por morrer naquela unidade hospitalar.

Na noite de segunda-feira, a GNR de Viana do Castelo informou ter identificado em Campos, no concelho de Vila Nova de Cerveira, dois homens, presumíveis autores do homicídio do jovem, pescador profissão, pai de duas crianças.

Na altura, fonte do Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo explicou à Lusa que “aquela diligência foi realizada a pedido da PSP local, primeira força policial a tomar conta da ocorrência, com base em testemunhos recolhidos no local que referiam a presença de uma viatura que abandonou aquela zona após o crime”.

A fonte da GNR referiu que a “viatura foi intercetada na freguesia de Campos, em Vila Nova de Cerveira, tendo sido identificados dois ocupantes”.

O alerta para uma agressão com arma branca foi dado cerca das 18:09. A PJ de Braga foi chamada a investigar o caso, cerca das 19:10.

O funeral do jovem pescador realizou-se na quarta-feira, no cemitério municipal de Viana do Castelo.

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Póvoa de Lanhoso

Parada de Natal para apoiar comércio tradicional em Póvoa de Lanhoso

“Póvoa de Natal 2018”.

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Paços do Concelho de Póvoa de Lanhoso. Foto: DR

A Câmara de Póvoa de Lanhoso promove no domingo uma “Parada de Natal”, iniciativa que visa apoiar o comércio local e prevê contar com a participação de pessoas “a pé, de bicicleta ou em veículos motorizados”.

“Póvoa de Natal 2018”. Foto: Divulgação

Em comunicado, a Câmara refere que esta iniciativa conta com a colaboração de diversas entidades desportivas locais e que “qualquer pessoa pode participar” na parada, estando a concentrada marcada para as 11:00, na praça Eng. Armando Rodrigues.

Para além desta iniciativa, o “Póvoa de Natal 2018” conta também, sábado e domingo, com o “Abraço ao Pai Natal”, com o “Presépio Vivo” e com animação de rua e participação da academia de música Gold’Art.

O programa de atividades de Natal conta ainda com concertos e casas temáticas para visitar.

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Braga

Confiança: “Câmara de Braga deve falar com cidadãos, Junta de S. Victor, deputados e governo”

Plataforma Salvar a Fábrica Confiança reuniu-se, no Porto, com a Secretária de Estado da Cultura.

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Ângela Ferreira, Secretária de Estado da Cultura. Foto: DR

A Plataforma Salvar a Fábrica Confiança reuniu-se esta quarta-feira, no Porto, com a Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, com a Directora-Geral do Património Cultural, Paula Silva e com o Director Regional da Cultura Norte, António Ponte.

O encontro – diz a Plataforma em comunicado – “serviu para pôr o Governo a par das várias iniciativas levadas a cabo por diferentes movimentos de cidadania que defendem que a Fábrica Confiança continue na esfera municipal e que seja cumprido o desígnio da expropriação, realizada em 2012, para que seja transformado num espaço cultural aberto à população”.

Maria Manuel Oliveira, membro da plataforma, deseja que agora “se abra um novo canal de comunicação entre a cidade e a Câmara Municipal” e que se “envolva a população e as associações para se discutir um programa futuro para a Confiança tendo em vista a sua utilização como espaço multicultural”.

Lembrou ainda o potencial e exemplos de utilização cultural de estruturas industriais, mesmo em fase anterior à sua reabilitação: “na Confiança seria muito interessante instalar-se de imediato um laboratório da memória colectiva”.

E acrescenta Cláudia Sil, membro da Plataforma Salvar a Fábrica Confiança: “Foram os cidadãos que conseguiram suspender o processo de alienação e que levaram ao início do procedimento de classificação do edifício da Confiança por parte do Ministério da Cultura. Nestes últimos meses temos alertado para questões que a Câmara de Braga teimava em ignorar, como o valor histórico e patrimonial do edifício ou a via romana XVII que atravessa o perímetro da Fábrica”.

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