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Ave

Rio Pelhe, em Famalicão, segue ‘pintado’ de vermelho

Poluição

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Foto: DR

O rio Pelhe, que nasce em Famalicão e desagua no mesmo concelho, no rio Ave, apresentava uma cor avermelhada, no passado sábado, fruto de eventuais descargas poluentes no leito, denunciou o partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN).


Através da concelhia de Famalicão, foi ainda efetuada uma denúncia ao serviço de proteção da natureza e do ambiente da GNR (SEPNA), que se deslocou ao local para levantar auto da ocorrência.

Em comunicado, aquele partido aponta “descargas ilegais” que remontam, pelo menos “a setembro de 2019”, com as mesmas a ocorrerem em dias e horas distintos ao longo dos últimos meses, nas freguesias de Esmeriz e Calendário e nos lugares de São Marçal e Barrimau.

“Foi possível verificar a existência de indícios de descargas de águas residuais para o rio Pelhe, não tendo sido possível identificar de forma cabal o autor de tais descargas””, lê-se no comunicado do PAN.

O partido diz não entender a “inércia das entidades locais perante estas situações e consequente falta de medidas estruturantes que visem a recuperação e a proteção deste rio famalicense”, lamentando não obter resposta das entidades locais.

No entanto, a autarquia de Famalicão já referiu que a proteção do rio Pelhe e consequente atuação cabe à Agência Portuguesa do Ambiente e ao SEPNA, de forma a fazer cumprir “disposições legais e regulamentares referentes a recursos hídricos, previstas na legislação ambiental, bem como investigar e reprimir os respetivos ilícitos”.

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Ave

Famalicão: Manuel Teixeira morreu a poucos dias de completar 101 anos

Óbito

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Foto: JF Castelões

Manuel Teixeira, a pessoa mais velha da freguesia de Castelões, em Famalicão, faleceu esta segunda-feira, a poucos dias de celebrar 101 anos de vida.

Manuel Teixeira completaria 101 anos, no dia 9de outubro, próximo sábado.

Na sua página de Facebook, a Junta de Castelões apresenta “as mais sentidas condolências a toda a família enlutada”.

Famalicão: Manuel Teixeira faz 100 anos e mantém-se lúcido e independente

No ano passado, o centenário de Manuel Teixeira, celebrado no Centro Social de Castelões, decorreu com direito a missa e a receber as felicitações por parte do presidente da Câmara de Famalicão.

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Ave

Fafe homenageia copilotos Hugo Magalhães e Mário Castro

Medalha de Mérito Concelhio

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Foto: Ivo Borges / O MINHO

A Câmara de Fafe homenageou os copilotos Hugo Magalhães e Mário Castro, esta segunda-feira, nas comemorações do 110.º aniversário da Implantação da República.

Os copilotos fafenses Mário Castro, de 45 anos, e Hugo Magalhães, 36, com um vasto currículo no automobilismo receberam a Medalha de Mérito Concelhio.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

O Município de Fafe assinalou o 5 de Outubro com uma sessão solene evocativa da efeméride que contou com a atribuição do Prémio de História Local a Maryse Teixeira e do prémio Dr. Maximino de Matos a Nuno Fernandes.

Além das intervenções dos presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal, a cerimónia contou com o discurso de Luís Marques Mendes, comentador político e conselheiro de Estado natural de Fafe.

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Guimarães

Empresas do Centro de Incubação da UMinho em Guimarães com um mês para sair

Spinpark está em insolvência

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Foto: DR

O Centro de Incubação de Base Tecnológica (SpinPark), da UMinho, situado no Avepark, em Caldas das Taipas, Guimarães, está em insolvência e as nove empresas spin-off lá instaladas foram informadas, há dias, pelo administrador judicial, de que têm 30 dias para sair das instalações.

Vários dos empresários em causa lamentam ter confiado na Associação Spinpark, uma entidade com vários associados liderada pela Universidade do Minho (UMinho), acusando-a de negligência, por só terem sabido da falência há alguns dias, quando o Tribunal de Guimarães já a decretou há mais de um mês.

Ao que O MINHO soube, os empresários em causa procuram, agora, em Guimarães, Braga e Barcelos, novo espaço – pavilhão ou outro – para se instalarem. O Spin-park, onde foram investidos alguns milhões, tinha não só empresas em incubação da região de Braga, mas também, algumas com ligações à Universidade do Porto.

Desde 12 de agosto que o Spinpark passou a ser gerido por uma administradora de insolvência, mas só no passado dia 17 de setembro é que os empresários foram informados que tinham de sair. “Essa proposta foi ridícula, ninguém consegue mudar um laboratório num mês”, afirma Ângela Mendes, da empresa A2, de análises químicas, em declarações ao Jornal de Notícias (JN).

O Spinpark foi criado, no parque tecnológico Avepark, pela UMinho, em 2006, com apoio de fundos comunitários, para apoiar o nascimento de empresas tecnológicas ligadas à universidade antes destas se lançarem no mercado. Contudo, assegura Ângela Mendes, pelo menos desde 2013 que isso não acontecia: “É um escândalo, trataram-nos como ratos. Disseram para nos pormos a andar dali para fora e nunca foram capazes de nos dar uma palavra”.

O centro esteve à beira da falência em 2016, mas adotou um Plano Especial de Revitalização, com dívidas superiores a dois milhões de euros e um passivo de sete milhões. Nessa altura, a Câmara de Guimarães afirmava que o Centro de Incubação era “um investimento estratégico”, pelo que ia comprar o edifício para ajudar o Spinpark.

Ao JN, a UMinho não justificou como é que o Spinpark faliu nem divulga o passivo, adiantando apenas que “a insolvência foi uma decisão inevitável face à grave situação financeira”, e que foi tomada “ponderando o respeito absoluto por critérios de boa gestão, salvaguardando o interesse público”.

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