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Futebol

Ricardo Soares vai treinar o Moreirense até final da época

Ex-treinador do Taipas

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Foto: DR / Arquivo

Ricardo Soares será no novo treinador do Moreirense FC, até final da temporada, anunciaram vários meios de comunicação, ao início da noite de segunda-feira.

O jovem técnico, que iniciou a carreira no Taipas e treinava o Sporting da Covilhã desde o verão, é a preferência do presidente Vítor Magalhães, contando já com experiência em vários clubes, como o Ribeirão, Lixa, Felgueiras, Vizela e Académica de Coimbra.

Treinou já por duas vezes na I Liga, ao serviço do Chaves e do Desportivo das Aves.

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Futebol

“Semana de preparação para jogo com Aves tem sido normal”

I Liga

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Foto: Paulo Jorge Magalhães/o MINHO

O treinador Ivo Vieira disse, esta quarta-feira, que o Vitória SC preparou de forma “normal” o jogo com o Desportivo das Aves, da 22.ª jornada da I Liga, após os incidentes racistas com o futebolista Marega no encontro anterior.

O avançado maliano do FC Porto deixou o relvado do Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, ao minuto 71 da partida em que os “dragões” venceram os vitorianos por 2-1, em protesto contra insultos racistas de alguns adeptos vimaranenses, o que levou o Ministério Público a instaurar um inquérito.

Questionado sobre a posição que tem sobre o caso e sobre o impacto que causou nos trabalhos do plantel vitoriano para o próximo jogo, o técnico frisou que a situação “não alterou nada o processo de preparação para o próximo jogo” e que o clube vimaranense “emitiu um comunicado onde é bastante explícito na sua posição”, condenando o racismo, mas recusando “vestir a pele de lobo”, num problema com “condenações efetivas a nível nacional e internacional”.

“A única diferença em relação à preparação deste jogo é o encurtamento em termos de espaço para o mesmo (decorre na sexta-feira). O estado de espírito dos jogadores é de tristeza por não termos ganhado o jogo frente a uma equipa que luta para ser campeã. Cabe-me, como líder, tentar alterar o estado de espírito e passar-lhes confiança. Que se mantenha a mesma intensidade e o mesmo caráter. Que o nosso foco é o jogo do Aves, fundamental para somarmos três pontos”, salientou.

O técnico, de 44 anos, referiu ainda que as derrotas “deixam sempre marcas”, mas mostrou-se convicto de que os seus pupilos vão exibir muitos dos “comportamentos de grande nível” do jogo anterior perante um adversário que vai proporcionar “dificuldades”, mesmo ocupando o 18.º e último lugar.

“Temos de estar preparados para um Aves forte, competitivo. Há umas semanas, estava numa fase não muito favorável, mas a verdade é que a esperança continua para eles. Temos de ser mais fortes, mais organizados do que eles, para conseguirmos somar os três pontos”, disse.

Com a equipa minhota no oitavo lugar, com 28 pontos, atualmente a cinco do quinto lugar, que pode garantir o acesso à Liga Europa e é ocupado pelo Rio Ave, Ivo Vieira frisou que o Vitória poderia estar “mais confortável” na tabela, mas lembrou que o campeonato é “uma maratona”.

Questionado sobre a presença esperada de muitos adeptos do clube na Vila das Aves, localidade do concelho de Santo Tirso, a 15 quilómetros de Guimarães, o técnico respondeu que o Vitória é “uma grande força”, “uma nação com povo apaixonado em torno do clube”, com uma “vontade de ganhar” visível em vários jogos.

O Vitória SC, oitavo classificado da I Liga, com 28 pontos, visita o Desportivo das Aves, 18.º e último, com 13, no jogo de abertura da 22.ª jornada, agendado para as 20:30, no Estádio do Clube Desportivo das Aves, em Vila das Aves.

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Futebol

Presidente do Rio Ave suspenso por críticas à arbitragem na Taça da Liga

Após jogo com o Gil Vicente

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Foto: rioavefc.pt / DR

O presidente do Rio Ave foi suspenso, esta terça-feira, por 30 dias e multado em 1.836 euros, devido a críticas à arbitragem do jogo com o Gil Vicente, para a Taça da Liga de futebol.

A sanção foi divulgada pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), tendo por base “declarações na comunicação social, sobre a arbitragem” por parte de António Silva Campos.

O CD da FPF tinha instaurado um processo disciplinar ao líder dos vila-condenses, depois de Silva Campos ter criticado a atuação da equipa de arbitragem liderada por André Narciso, no encontro com o Gil Vicente, em 21 de dezembro, a contar para a terceira e última jornada do grupo C da Taça da Liga.

Na sequência do triunfo gilista, por 1-0, o dirigente afirmou que “roubaram ao Rio Ave a possibilidade de estar na final four” da prova e mostrou-se “indignado” com o golo anulado à equipa de Vila do Conde, aos 84 minutos.

O treinador do Rio Ave, Carlos Carvalhal, também se mostrou insatisfeito com a equipa de arbitragem e, em declarações na flash-interview da Sport TV, anunciou que iria “pedir uma reunião com o presidente e apresentar a demissão” do cargo.

A derrota do Rio Ave, aliada à vitória do Sporting frente ao Portimonense, apurou os “leões” para a “final four” da Taça da Liga, que seria conquistada pelo SC Braga.

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Futebol

Conselho de Disciplina abre processo disciplinar ao Vitória

Caso Marega

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Foto: Facebook

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou hoje a abertura de um processo disciplinar ao Vitória SC, devido a insultos racistas ao futebolista maliano do FC Porto Moussa Marega.

O avançado do FC Porto recusou-se a permanecer em campo, ao minuto 71 do jogo, após ter sido alvo de cânticos racistas por parte dos adeptos da formação vimaranense, numa altura em que os ‘dragões’ venciam por 2-1, resultado com que terminou o encontro.

Racismo: Conselho de Disciplina “está limitado” à aplicação dos regulamentos

Depois de pedir a substituição, Marega, que já alinhou no emblema minhoto e tinha marcado o segundo golo dos ‘azuis e brancos’, dirigiu-se para as bancadas do recinto vimaranense, com os polegares a apontarem para baixo, situação que originou uma interrupção do jogo durante cerca de cinco minutos.

Vários jogadores do FC Porto e do Vitória de Guimarães tentaram demovê-lo, mas Marega mostrou-se irredutível na decisão de abandonar o jogo, tendo acabado por ser substituído por Manafá.

Fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) confirmou à Lusa a identificação de várias pessoas suspeitas de dirigirem cânticos e insultos racistas a Marega, sem adiantar o número de suspeitos, acrescentando que continua a efetuar diligências para identificar outros envolvidos.

O Ministério Público instaurou um inquérito na sequência deste incidente, que já mereceu a condenação do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, António Costa, entre outros.

Este comportamento configura um crime previsto no Código Penal punido com prisão de seis meses a cinco anos e uma contraordenação sancionada com coima entre 1.000 e 10.000 euros.

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