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Terras de Bouro

Revisão do PDM de Terras de Bouro deve criar zonas industriais, defendem empresários

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O presidente do Conselho de Administração da AEVH – Associação Empresarial do Vale do Homem, Jorge Pereira, defendeu que é “fundamental” aproveitar a revisão do Plano Director Municipal (PDM) de Terras de Bouro para desenvolver o crescimento e a atratividade do território.

“É necessário que estejamos muito atentos a esta revisão para criar/contemplar pequenos parques empresariais. Há empresas que precisam de novas instalações, de armazéns, estaleiros, oficinas”, disse, à margem de uma visita às zonas industriais do concelho.

Além de Jorge Pereira, a comitiva da AEVH integrou ainda outros elementos da estrutura directiva, nomeadamente um dos vice-presidentes, o terrabourense Miguel Teixeira. Nesta visita, que decorreu em Balança, Chamoim, Rio Caldo e Vilar da Veiga, a associação contactou de perto com os empresários locais, auscultando as suas necessidades e os seus anseios.

Esta foi a terceira visita de trabalho feita pela Associação Empresarial, que já estivera no terreno nos concelhos de Vila Verde e Amares, procurando dar unidade a este território. A AEVH tem já abertas duas das suas três sedes, em Amares (Galeria de Artes e Ofícios) e em Terras de Bouro (no edifício do Julgado de Paz).

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Terras de Bouro

Câmara de Terras de Bouro assume funcionamento dos CTT para evitar fecho

Há um outro posto dos CTT, no Gerês, cujo funcionamento também já é assegurado há uns anos pelo município.

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Foto: O Minho/Arquivo

O município de Terras de Bouro vai assegurar, a partir de 29 de outubro, o funcionamento do posto dos CTT da sede do concelho, para evitar o encerramento daquele serviço, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara.

Segundo Manuel Tibo, os CTT continuarão a funcionar no mesmo edifício, propriedade daquela empresa, mas o serviço de atendimento será assegurado por dois funcionários do município.

“O município não pagará qualquer renda pelo edifício”, sublinhou.

Disse que manteve várias reuniões com os CTT para manter o posto a funcionar nos moldes atuais, mas nunca conseguiu qualquer abertura por parte da administração.

“Mostraram-se sempre irredutíveis, pelo que ou a Câmara assumia ou a população ficava privada de um serviço absolutamente necessário e fundamental”, acrescentou Manuel Tibo.

Para o efeito, está a ser ultimado um protocolo que será celebrado nos próximos dias entre o município de Terras de Bouro e os CTT.

Num comunicado publicado no Facebook, o vereador Paulo Sousa, do movimento independente Terras de Bouro, O Nosso Partido, acusa os CTT de “falta de pudor”, por “abandonar” o concelho e “ignorar o seu objeto social”, e critica a “acomodação” da Câmara.

Para Manuel Sousa, a solução encontrada é um “remedeio”, que conduzirá a uma “mais que previsível queda na qualidade de serviços prestados” e que “vai servir de sinal e abertura a futuras deslocalizações de entidades financeiras e públicas” do concelho.

Paulo Sousa diz que vai solicitar aos CTT o cumprimento do objeto social para o qual a empresa obteve concessão e pedir a intervenção da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) e do secretário de Estado das Infraestruturas para tentar a reversão daquela “infeliz decisão”.

No concelho de Terras de Bouro, há um outro posto dos CTT, no Gerês, cujo funcionamento também já é assegurado há uns anos pelo município.

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Terras de Bouro

Condenada por difamar comandante da GNR do Gerês

Mulher já não pode recorrer.

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Posto da GNR na Vila do Gerês. Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Uma comerciante foi definitivamente condenada, pois já não pode recorrer do acórdão da segunda instância, o Tribunal da Relação de Lisboa, por um crime de difamação agravada ao à data comandante do Posto Territorial da GNR do Gerês, 1º Sargento Hélder Branco, com a pena de multa de 150 dias no total de 900 euros, ou 100 dias de prisão subsidiária, além de uma indemnização de 2.500 euros ao graduado da Guarda Nacional Republicana.

Maria Florinda de Oliveira Ferreira, que está estabelecida junto ao Santuário de São Bento da Porta Aberta, em Seara, Rio Caldo, Terras de Bouro, foi autuada por ter estacionado o automóvel num local destinado a deficientes, sem que tivesse os quatro piscas ligados, de outra vez por difundir música na sua loja sem respetiva licença e também porque a pedido do encarregado geral da Irmandade de São Bento da Porta Aberta, a GNR interveio numa altercação entre Florinda Ferreira e outra comerciante, com insultos à porta do santuário.

A queixa da comerciante foi em abril de 2014, data em que a arguida elaborou e remeteu ao Comando Geral da GNR, em Lisboa, uma carta-exposição, na qual referia que estava a ser “vítima de uma perseguição”, por parte do comandante do Posto da GNR do Gerês, que seria “motivada por interesses pessoais”, tendo solicitado que tomasse providências.

Essa carta, elaborada pela comerciante, foi depois arquivada pela Inspeção Geral da GNR, “por ser totalmente infundada”, tendo o 1º Sargento Hélder Branco movido uma queixa, no Tribunal Criminal de Lisboa, levando à condenação por crime de difamação agravada, integralmente confirmada pela Relação e a que acrescem 408 euros de custas processuais.

Para a condenação, quer no Tribunal Criminal de Lisboa, quer na Relação de Lisboa, foi determinante o conjunto de depoimentos em uníssono dos militares do Posto da GNR da Vila do Gerês, segundo os quais autuaram a comerciante por em serviço de patrulhamento presenciarem infrações administrativas, ou por serem expressamente solicitados quando alguém se sentia lesado, como da situação da Irmandade de São Bento da Porta Aberta, o que se deveu a uma queixa do referido responsável, isto é, nunca foram enviados para tal local por indicação do comandante do Posto Territorial da GNR da Vila do Gerês, tendo ao mesmo tempo dado nota do bom relacionamento entre todos os militares deste Posto.

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Terras de Bouro

Rapariga caída nas Cascatas do Tahiti internada em estado grave

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Foto: O MINHO

A rapariga caída esta tarde nas Cascatas do Tahiti, na Serra do Gerês, está internada no Hospital de Braga, em estado grave, segundo apurou já O MINHO, de fontes hospitalares.

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Os principais ferimentos são fraturas expostas na perna esquerda e no braço direito, além da clavícula fraturada, bem como hematomas, arranhões e de outros ferimentos que sofreu ao escorregar em Fecha de Barjas, as conhecidas Cascatas do Tahiti, situadas perto da aldeia da Ermida, em Vilar da Veiga, a maior freguesia de Terras de Bouro.

Os Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro e militares do Posto da GNR do Gerês, de seguida os elementos do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da Guarda Nacional socorreram a vítima, estabilizando a jovem, até à chegada de um helicóptero do INEM, com um médico e um enfermeiro que a assistiram, tendo sido transportada naquele meios aéreo do Instituto Nacional de Emergência Médica.

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