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Desporto

Braga goleia no último jogo da época em casa

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O SC Braga bateu o Nacional da Madeira, por 4-0, em jogo da 33.ª jornada da I Liga, o último da época disputado na Pedreira.


César (9; p.b.), Stojiljkovic (37, 41) e Pedro Neto (81) marcaram os golos.

Com este resultado o SC Braga garantiu que vai terminar a época 2016/2017 na quinta posição do campeonato.

Na última jornada os bracarenses jogam em Tondela.

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I Liga

Rio Ave vence Portimonense

I Liga

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Foto: Twitter / I Liga

O Rio Ave venceu hoje por 2-1 na receção ao Portimonense, em jogo da 31.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, com o golo do triunfo a chegar já em período de descontos.

Em Vila do Conde, o Portimonense adiantou-se no marcador com um golo de Ricardo Vaz Tê, aos 06 minutos, mas o Rio Ave deu a volta ao marcador com golos de Mehdi Taremi, aos 35, de grande penalidade, e de Filipe Augusto, aos 90+1.

Com esta vitória, o Rio Ave, que luta por um lugar nas competições europeias, sobe provisoriamente ao quinto lugar, com 50 pontos, enquanto o Portimonense, primeira equipa em zona de despromoção, está em 17.º, com 27 pontos, a três de Vitória de Setúbal e Tondela.

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Futebol

Oficial: Guimarães não vai receber ‘oitavos’ da ‘Champions’

‘Final a oito’ em Lisboa disputada à porta fechada

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Estádio D. Afonso Henriques. Foto: DR / Arquivo

A ‘final a oito’ da Liga dos Campeões de futebol, que será disputada em Lisboa em agosto, vai ser jogada à porta fechada, anunciou hoje a UEFA, que vai aplicar a medida também à Liga Europa.

Em comunicado, o organismo de cúpula do futebol europeu dá conta das decisões do Comité Executivo, hoje tomadas para o restante da temporada 2019/20, a ser disputada até agosto devido à pandemia de covid-19.

Outra das decisões prende-se com a realização nos estádios de cada clube dos restantes jogos da segunda mão dos oitavos de final da ‘Champions’ e da Liga Europa, e não em território neutro, como chegou a ser equacionado e que teve o Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, e o Estádio do Dragão, no Porto, como hipóteses.

Há duas exceções a esta medida, já anunciadas em junho, nomeadamente o Inter de Milão-Getafe e o Sevilha-Roma, jogos em que não foi disputada sequer a primeira mão, e que agora serão ‘resolvidos’ num só jogo, na Alemanha, que vai receber a ‘final a oito’ da Liga Europa.

“A UEFA vai continuar a monitorizar a situação e reserva o direito de remarcar quaisquer jogos para os locais do torneio final [Lisboa ou Alemanha], no caso de surgirem novos acontecimentos que tornem a realização no estádio originalmente planeado impossível”, pode ler-se no comunicado.

A nota detalha ainda o processo que levou à escolha de realizar os jogos à porta fechada, da proteção da saúde face à pandemia de covid-19 à “responsabilidade de providenciar o ambiente mais seguro possível” para garantir a conclusão das competições e a “justiça desportiva”, num momento em que alguns países permitem viagens, e adeptos nos estádios, e outros não.

“O Comité Executivo considerou prudente que todos os jogos UEFA decorram à porta fechada até nova comunicação. A decisão foi tomada em concordância com associações nacionais e as autoridades das ‘finais a oito’, de Portugal, Alemanha e Espanha [este último da Liga dos Campeões feminina]. A restrição aplica-se, também, aos restantes jogos da Youth League”, adianta a nota.

Outra decisão relativa à Liga Europa prende-se com o adiamento da introdução do sistema de vídeoárbitro (VAR), que arrancou na fase a eliminar de 2019/20, mantendo-se na de 2020/21, mas chegando à fase de grupos apenas em 2021/22.

A interdição dos estádios para adeptos mantém-se, igualmente, na fase de qualificação para as competições na época 2020/21, que serão disputados a apenas uma mão.

A UEFA aprovou ainda um protocolo relativo ao regresso ao futebol, e às normas sanitárias e de segurança que exige, que torna obrigatório que todos os clubes e federações cumpram com as regras delineadas no documento no caso de participarem em competições europeias, quer de clubes quer de seleções.

Uma inédita ‘final a oito’ está marcada para Lisboa, a partir de 12 de agosto, com as equipas a disputarem quartos de final, meias-finais e final na capital portuguesa, entre o Estádio José Alvalade e o Estádio da Luz, que recebe a final em 23 de agosto.

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Desporto

Testes regulares podem inviabilizar retoma das modalidades de pavilhão

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A obrigatoriedade de realizar testes regulares à covid-19, à semelhança do que ocorre com a I Liga de futebol, pode inviabilizar a retoma das modalidades de pavilhão, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.

“Precisamos que o Governo e a Direção-Geral da Saúde (DGS) nos diga quais as condições para retomarmos os treinos e as competições, como tem feito noutros setores. Mas se nos disserem que vão ser necessários testes regulares, vai ser difícil retomar”, disse à Lusa a mesma fonte, acrescentando que esta é uma convicção comum às estruturas federativas representativas destas modalidades.

Desde a retoma da I Liga, para as últimas 10 jornadas, os jogadores estão a ser testados “o mais próximo possível” de cada jogo, nunca com mais de 24 horas de antecedência, sendo que são duas vezes submetidos a testes se houver mais de cinco dias de diferença entre os encontros.

As competições de andebol, basquetebol, futsal, hóquei em patins e voleibol de 2019/20 foram canceladas, em 29 de abril, depois de terem sido suspensas em 11 e 12 de março, devido à pandemia de covid-19.

Para sexta-feira está marcada uma reunião por videoconferência entre as federações das cinco principais modalidades de pavilhão – andebol, basquetebol, futebol (futsal), patinagem (hóquei em patins) e voleibol – e a DGS.

As competições destas modalidades ficaram excluídas das medidas de desconfinamento, que permitiram a retoma da atividade desportiva ao ar livre e das competições de modalidades individuais, sujeitas ao cumprimento das regras sanitárias da DGS.

Também na sexta-feira, Comité Olímpico de Portugal (COP), Comité Paralímpico de Portugal (CPP) e Confederação do Desporto de Portugal (CDP) vão estar numa audiência com caráter de urgência, na comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto da Assembleia da República, para analisar a situação desportiva no país.

Na quarta-feira, o Benfica realçou “o momento de enorme incerteza”, considerando que esta “é agudizada pelas previsíveis dificuldades que muitos clubes terão, eventualmente, para cumprir os requisitos a exigir pela DGS, colocando em causa, no limite, a retoma das competições”.

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