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Ave

Restaurante de Famalicão obrigado a pagar 21 mil euros por queimar criança com sopa

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O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou, na passada sexta-feira, a condenação do proprietário de um restaurante de Vila Nova de Famalicão a pagar 21 mil euros de indemnização a uma criança, pelas queimaduras de primeiro e de segundo grau na coxa, causadas por um prato de sopa a ferver, que resultaram numa cicatriz rugosa.

O caso remonta a 2009. No dia 31 de julho, a menina com três anos e os pais encontravam-se no estabelecimento de restauração a jantar, quando uma empregada de 16 anos entornou um prato de sopa que atingiu a perna da criança.

Segundo o acordão do Tribunal, a que a agência Lusa teve acesso, “a sopa encontrava-se a ferver e foi servida demasiado quente”, tendo, nomeadamente, queimado a funcionária numa mão.

Em primeira instância, o Tribunal de Famalicão condenou o dono do restaurante a pagar 20 mil euros, pelos danos morais sofridos pela menina, e 1271 euros pelos danos morais e patrimoniais sofridos pelos pais.

Segundo a Lusa, “o tribunal considerou, nomeadamente, que o empresário omitiu o dever de cuidado ao não ministrar formação profissional à funcionária e que agiu com negligência, por não ter disciplinado a atividade de servir sopa e/ou pratos quentes, estipulando regras que prevenissem a ocorrência de acidentes”.

O empresário recorreu da decisão, pedindo que a indemnização a pagar à criança não fosse superior a cinco mil euros, o que a Relação rejeitou.

“Porque já não é possível tirar-lhe o mal que sofreu e continuará a sofrer, importa que a quantia a fixar não seja meramente simbólica, mas suscetível de proporcionar ao lesado um acréscimo de meios que lhe permita compensar-se dos padecimentos que teve e tem de suportar. Para isso, importa que o montante arbitrado seja significativo e se afaste do miserabilismo”, refere o acórdão.

 

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Ave

Armas e munições apreendidas a dois suspeitos de violência doméstica em Fafe

Suspeitos foram identificados

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Foto: DR / Arquivo

A GNR apreendeu armas e munições nas residências de dois homens, de 51 e 83 anos, identificados pelos crimes de violência doméstica no concelho de Fafe, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, aquela força policial avança que o homem de 51 anos maltratou física e psicologicamente, durante 14 anos, a sua companheira, de 62 anos.

Foi cumprido um mandado de busca domiciliária, tendo sido apreendida uma caçadeira, uma pistola adaptada para calibre 6.35 e 35 munições de vários calibres.

No segundo caso, os militares apuraram que o suspeito, de 83 anos, durante a relação de 53 anos, maltratava física e psicologicamente a sua mulher, de 81 anos, bem como as três filhas, quando eram menores de idade.

Também através de um mandado de busca domiciliária foi apreendida ao suspeito uma caçadeira e 41 munições de vários calibres.

Ambos os homens foram constituídos arguidos e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Guimarães.

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Guimarães

Capela da Senhora da Conceição é um património simbólico para Guimarães

Em Azurém

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

Este domingo, 08 de dezembro, assinalaram-se as celebrações religiosas em honra de Nossa Senhora da Conceição com uma razão extra para celebrar, depois de concluída a primeira fase das obras de restauro da Capela Senhora da Conceição, em Azurém, com apoio da Câmara de Guimarães, num valor a rondar os 400 mil euros.

Domingos Bragança, edil, visitou o monumento classificado e assinalou a “valorização patrimonial” da Capela Senhora da Conceição, sendo um imóvel classificado de interesse público do século XVI que “encontrava-se num estado muito mau de conservação cuja recuperação poderia ser irreversível se não fosse efetuada esta intervenção, perante o estado de degradação em que se encontrava”.

Nesta primeira fase da obra registaram-se intervenções de montra no restauro dos telhados, paredes, a torre sineira e sacristia, num processo que demorou dois anos. Segundo padre Queirós de Carvalho, “houve uma intervenção de fundo e delicada ao nível de paredes e telhados, com a recuperação total do edifício do sacristão, com ligação à capelinha” destacando as intervenções no teto da nave, soalhos e sacristia.

O pároco registou a colaboração da autarquia na atribuição do subsídio. Para completar a recuperação total é necessário ainda a intervenção do azulejo, nos altares laterais, na tribuna e ainda a recuperação do orgão do século XVII.

Definido como património vimaranense, a recuperação da Capela Nossa Senhora da Conceição merece especial atenção da câmara. Domingos Bragança considera “fundamental” a continuidade da recuperação do património, e nesse sentido já foi concretizada uma candidatura ao programa comunitário Norte 2020 para assegurar o investimento em falta.

“Concretizou-se uma parte importante da obra, mas nem tudo está feito e esperamos uma decisão sobre a candidatura submetida ao programa Norte 2020 para dar seguimento à segunda fase das obras”, vincou.

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Guimarães

Empresa de Guimarães investe 4 milhões e abre novo pólo com duas linhas de produção

Retalho de mobiliário e têxteis para o lar

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É a 13 de dezembro que nasce, com duas linhas de produção, a nova fábrica do grupo JOM, marca vimaranense dedicada a retalho de mobiliário e artigos para o lar

O novo espaço, que representa um investimento de cerca de quatro milhões de euros, ocupa mais de 8.500 metros quadrados, em Selho, Guimarães, onde foi, outrora, a sede de um grupo têxtil que, entretanto, se mudou para Vila do Conde [Têxteis Cães de Pedra].

Nas duas linhas que vão trabalhar em simultâneo, o “parque de máquinas” é moderno, e os colaboradores (sobretudo designers), estão preparados para inovar e criar artigos exclusivos.

A inauguração irá contar com a presença de João Neves [secretário de Estado da Economia], Jorge Ortiga [Arcebispo de Braga] e Domingo Bragança [presidente da Câmara de Guimarães].

Com faturação de mais de 40 milhões, em 2018, o grupo de Joaquim Oliveira Mendes conta já com 22 lojas em todo o país, depois da abertura, em novembro, de uma “super-loja” na zona industrial do Porto, em investimento de 4.5 milhões.

O grupo JOM fabrica e comercializa produtos para o lar, como móveis, sofás, colchões, eletrodomésticos, artigos de iluminação, decoração e têxteis.

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