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Guimarães

Requalificação do edifício Jordão e Garagem Avenida em Guimarães arrancou hoje

11,5 milhões de investimento e um ano e meio de prazo de conclusão

em

Foto: CM Guimarães

As obras de requalificação do edifício Jordão e Garagem Avenida, em Guimarães, arrancaram hoje, com o objetivo de ali instalar a Escola de Música e Escola de Artes Performativas e Visuais, adiantou a autarquia vimaranense.

Em comunicado enviado hoje, a Câmara Municipal de Guimarães aponta que a obra representa um investimento de 11,5 milhões de euros e que o prazo de execução previsto é de um ano e meio.

“O edifício do Teatro Jordão está na memória dos vimaranenses e completará ainda a reabilitação de Couros, que queremos enquadrar no âmbito do Património Mundial da Humanidade, sendo um novo espaço do conhecimento”, refere no texto o presidente da autarquia, destacando a “preocupação em manter a memória do edificado”.

A autarquia explica que o projeto contempla um auditório de 400 lugares, a nova Escola de Música da Academia Valentim Moreira de Sá (Conservatório de Guimarães) e ainda espaços dedicados ao curso de Artes Performativas e Visuais da Universidade do Minho, conferindo uma “nova vida ao edifício com 80 anos”.

Domingos Bragança realça ainda que “o exterior do edifício será preservado e o seu interior será mantido até ao limite do que for possível, sem colocar em causa a sua função de escola de música, das artes performativas e das artes visuais, tendo sempre presente o enquadramento deste projeto nos fundos europeus”.

A obra, esclarece o texto, é apoiada por fundos da União Europeia (Fundo Europeu do Desenvolvimento Regional), ao abrigo do programa Norte 2020, no valor de 9,8 milhões de euros.

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Guimarães

Guimarães recebe congresso internacional sobre a morte vista de “forma transversal”

Mais de 140 comunicações e personalidades de cinco continentes

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Foto: Divulgação

A morte vista de “forma transversal”, do humor à religião, da arquitetura à filosofia, vai ser tema de um congresso internacional em Guimarães, de 21 a 24 de fevereiro, com mais de 140 comunicações e personalidades de cinco nacionalidades.

O I Congresso Internacional “A Morte: Leituras da Humana Condição”, organizado pelo Instituto de Estudos Avançados em Catolicismo & Globalização (IEAC-GO), em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães, tem a particularidade de reunir “diversas ciências” e organizações “sem esquecer o rigor científico”.

O “fim da existência” tratado no “berço na nacionalidade” assume para a presidente do IEAC-GO uma “simbologia” própria, sendo que, segundo apontou Eugénia Magalhães, Guimarães foi escolhida para acolher o evento também porque o instituto quer “Instituto é fazer uma grande divulgação da cultura fora de Lisboa”.

“A morte faz parte da nossa existência e, por essa razão, a Comissão Científica resolveu realizar um congresso no sentido multidisciplinar e com pessoas de três Continentes e cinco Países”, apontou o presidente do Conselho cientifico do congresso, Paulo Alves.

Segundo explicou o responsável, o objetivo é “analisar o impacto da morte do ponto de vista das religiões, da arquitetura, dos filósofos, dos teólogos, sacerdotes, poetas, jornalistas e como os humoristas lidam com a morte”.

Paulo Alves explicou a multiplicidade de visões sobre o tema defendendo que “a morte não é propriedade de qualquer domínio, está em todas as culturas, profissões e religiões”.

Do lado da autarquia, a vice-presidente da Câmara Municipal de Guimarães destacou o programa “rico e que responde a várias áreas do saber”, sendo que com este tipo de eventos Guimarães “afirma-se como uma cidade de congressos, conhecimento, reforçando a identidade histórica e cultural”.

Além do congresso, o programa dos três dias inclui uma Noite de Cinema (dia 21), um concerto de Missa Brevis com João Gil, Luís Represas e Manuel Rebelo (dia 22) e a gravação do programa de rádio da Antena 1 “E Deus Criou o Mundo” (dia 23).

Entre os oradores confirmados estão nomes ocmo Ricardo Araújo Pereira, Sofia Reimão, Luciano Manicardi, Annabela Rita, José Carlos Seabra Pereira, Noa Carballa Rivas, Vitória Cava, Rodrigo Almeida e Sousa, Jorge Bacelar Gouveia, Tiago Cavaco, Marco Daniel Duarte, José Alberto Carvalho, Filipe Fontes, António Maia Gonçalves, Micaela Ramon, Alberto Mendes e Vítor Kajibanga.

As inscrições estão abertas ao público e devem ser feitas em http://congressointernacionalmorte.pt/.

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Guimarães

Cinco freguesias de Guimarães inscritas no concurso nacional ‘Eco-Famílias’

17 freguesias concorrentes

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Caldelas, Ponte, São Torcato, Silvares e a UF Airão Stª Maria, Airão S. João e Vermil, são as freguesias do concelho de Guimarães que integram o programa Eco-Famílias XXI, no âmbito dos projetos para as Eco-Freguesias desenvolvido pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).

Num total de 17 freguesias, a nível nacional, que já submeteram ao concurso Eco-Famílias XXI destaca-se o facto de cinco pertencerem ao concelho de Guimarães.

A necessidade de criar estratégias para maior sensibilização e participação das pessoas nas questões relativas à sustentabilidade da freguesia deu origem à ideia de criar um concurso sobre eco-famílias.

Esta atividade visa, principalmente, envolver e informar as famílias, chamando a atenção para a importância dos comportamentos de cada um no dia-a-dia na construção da sustentabilidade da sua comunidade.

Consiste num questionário online que chegará às famílias através de um conjunto de meios a selecionar de acordo com as características de cada freguesia.

As respostas ao questionário são confirmadas e avaliadas pela ABAE, sendo depois as famílias “mais sustentáveis” distinguidas de forma simbólica através de prémios, certificados e divulgação.

A participação das freguesias é definida através de um protocolo de direitos/deveres com a ABAE.

Caberá à Junta de freguesia alocar alguns recursos para divulgação, prémios e suporte do trabalho técnico de avaliação e à ABAE promover a divulgação da atividade junto da população em geral e do público escolar em particular, gerir a plataforma do concurso e realizar com o apoio de um júri a avaliação das famílias participantes em cada freguesia.

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Guimarães

Guimarães preocupada com a Pegada Ecológica

Sessão dirigida a jovens até aos 30 anos

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

“Pegada Ecológica de Guimarães – Porque é que tu interessas?”. É o tema lançado para discussão na primeira reunião do Conselho Consultivo da Estrutura de Missão Guimarães 2030, a realizar na sexta-feira, 18 de janeiro, a partir das 15:00, no Palácio Vila Flor.

Esta primeira sessão é dirigida a jovens até aos 30 anos que fazem parte das instituições do Conselho Consultivo da Estrutura de Missão Guimarães 2030, com o objetivo de contribuírem com ideias e propostas para o desenvolvimento sustentável do território, no âmbito de uma plataforma de discussão nesta matéria a ser desenvolvida nos próximos meses, com reuniões temáticas, envolvendo a comunidade vimaranense.

As sessões decorrem na sequência da apresentação pública da Estrutura de Missão para o Desenvolvimento Sustentável Guimarães 2030, cujo Conselho Consultivo está representado por mais de 400 instituições do concelho, aliando o conhecimento científico à gestão do território, com a presença da Universidade do Minho (UM), Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro (UTAD), Universidade das Nações Unidas (UNU) e o Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA).

Para além do Conselho Consultivo, a Estrutura de Missão contará com um Conselho Especializado composto por equipas multidisciplinares onde se está a dar primazia à cooperação entre as diferentes instituições em prol do estudo das problemáticas, desenvolvimento de ações/projetos e monitorização do progresso.

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