Seguir o O MINHO

Braga

Requalificação da Secundária de Vieira do Minho custa 2,65 milhões e demora 18 meses

Adjudicada por 2,65 milhões de euros

em

Escola Básica e Secundária de Vieira do Minho. Foto: DR

A requalificação da Escola Básica e Secundária de Vieira do Minho, no distrito de Braga, foi adjudicada por 2,65 milhões de euros, mais IVA, sendo o prazo de execução de 18 meses, disse hoje o presidente da Câmara.

Em declarações à Lusa, António Cardoso acrescentou que o contrato com a empresa vencedora do concurso deverá ser assinado “dentro de dias”.

“As obras serão feitas de forma faseada, para que as aulas possam continuar a decorrer na escola”, referiu o autarca.

Segundo António Cardoso, a escola do 2.º ciclo tem mais de 40 anos e a do Secundário mais de 30.

“Esta será a primeira intervenção de fundo naqueles edifícios”, sublinhou.

O investimento é comparticipado em 75 por cento por fundos comunitários.

A parte restante será suportada pelo Ministério da Educação, com 225 mil euros, e pelo município, com “cerca do dobro”.

“Estamos a falar de uma escola que é da responsabilidade exclusiva do Ministério da Educação, mas mesmo assim o município não deixou de assumir uma parte muito relevante do investimento, para obviar uma obra que é há muito necessária”, disse o presidente da Câmara.

A Câmara já tinha aberto três concursos, pelo preço-base de cerca de 2,7 milhões de euros, tendo os dois primeiros ficado vazios, enquanto o vencedor do terceiro não reuniu as condições necessárias para assumir a obra.

À quarta tentativa, surgiu um concorrente, pelo que a obra vai “finalmente” avançar.

Em fevereiro, a Associação de Pais da Escola Básica e Secundária de Vieira do Minho promoveu manifestações e boicotes às aulas, para protestar contra a demora no arranque das obras.

A comunidade escolar queixa-se do amianto, do frio, da humidade e de fissuras.

“É uma escola que não reúne quaisquer condições para um ensino moderno e de qualidade”, sintetizou, na altura, Paulo Magalhães, presidente da Associação de Pais.

Anúncio

Braga

“Caros jovens, aqui na UMinho a carne barrosã não foi banida”

Professor da UMinho ‘brinca’ com a decisão de eliminar a carne de vaca das cantinas universitárias, em Coimbra

em

Luís Aguiar-Conraria, conhecido professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho (UMinho), comentou a decisão de eliminar a carne de vaca nas cantinas universitárias de Coimbra, a partir de janeiro de 2020, anunciada pelo reitor na abertura de mais um ano letivo.

Luís Aguiar-Conraria, à direita do humorista Ricardo Araújo Pereira, numa participação pontual no programa do Governo Sombra, gravado no IPVC, em Viana do Castelo. Foto: Imagens TVI

No Twitter, onde é muito ativo, o também colunista de vários jornais nacionais, como o Público e o Observador, convidou os jovens que vão seguir para o ensino universitário a optarem pela UMinho.

“Aqui na UMinho, a carne barrosã não foi banida. Todas as semanas na cantina”, twitou em jeito de brincadeira.

O reitor da Universidade de Coimbra (UC) anunciou na terça-feira que vai eliminar o consumo de carne de vaca nas cantinas universitárias, por razões ambientais.

Segundo Amílcar Falcão, a eliminação do consumo de carne nas cantinas universitárias a partir de janeiro de 2020 será o primeiro passo para, até 2030, tornar a UC “a primeira universidade portuguesa neutra em carbono”.

A decisão foi, entretanto, apoiada pelos estudantes daquela academia. O presidente da associação, Daniel Azenha, considera que se trata de uma “medida altamente arrojada, que a Associação Académica de Coimbra apoia”.

“As alterações climáticas são para nós uma preocupação. Esta medida não vai resolver o problema, mas é importante na consciencialização do meio académico”, frisou o líder estudantil.

Por ano, cerca de 20 toneladas de carne de vaca são consumidas nas 14 cantinas universitárias da UC.

Daniel Azenha desvaloriza as criticas de algumas organizações agrícolas e associações de produtores, considerando que a medida não os vai afetar na produção.

“Criticas vão existir sempre, mas já chega. Chegámos a um limite em que é preciso atuar”, salientou o dirigente estudantil.

Várias organizações, como a Confederação Agrícola de Portugal, a Associação dos Produtores de Leite de Portugal, Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (Confagri) e a Associação Portuguesa dos Industriais de Curtumes (APIC) criticaram a decisão da UC de eliminar a carne de vaca dos menus das cantinas universitárias.

Continuar a ler

Braga

Homem mata mulher à facada em Braga

Em Santa Tecla

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um homem matou uma mulher à facada, esta quarta-feira à noite, na zona de Santa Tecla, na freguesia de São Victor, no centro de Braga.

O suspeito entregou-se na 2.ª Esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP), indicando que “feriu a sua companheira com uma arma branca”, segundo disse à Lusa fonte da Direção Nacional daquela polícia.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

“A PSP deslocou-se ao local indicado pelo suspeito, a via pública, e encontrou a vítima. Foram acionados os meios de emergência e o óbito foi declarado no local”, referiu a mesma fonte.

Ao que O MINHO apurou, o homem, de 48 anos, ex-funcionário do Theatro Circo, e a mulher, de 46, que foram casados, encontravam-se atualmente separados, em processo de divórcio.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O crime ocorreu perto da casa da vítima, nas imediações do Palácio da Justiça de Braga, numa rua por trás do café Tribuna.

A PSP acrescentou pelas 00:15 que “o suspeito se encontra detido à guarda da PSP”, estando a PJ a fazer diligências no local.

Continuar a ler

Braga

Luxúria Canibal reúne 40 anos de poesia em antologia

“No rasto dos duendes eléctricos” é o título

em

Foto: Facebook de Chiado Publishers

“No rasto dos duendes eléctricos” é o título da antologia poética do músico Adolfo Luxúria Canibal, líder dos Mão Morta, que é editada esta semana pela Porto Editora.

O livro reúne textos poéticos do autor abrangendo quarenta anos de escrita, entre 1978 e 2018.

“Não é possível a cultura portuguesa recente passar ao lado da poesia que aqui se reúne. Em algum momento, todos fomos expostos à sua acidez perspicaz, pertinente, perante o pouquinho que tende a ser o mundo das pessoas”, afirma o escritor Valter Hugo Mãe na nota de imprensa sobre o livro.

A antologia é o oitavo volume de uma coleção de poesia da Porto Editora, coordenada por Valter Hugo Mãe.

“No rasto dos duendes eléctricos” será apresentado no sábado na Livraria 100.ª Página, em Braga, e a 05 de outubro no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra.

Adolfo Luxúria Canibal, advogado de formação, fundador dos Mão Morta e membro dos Mécanosphère, tinha já editado este ano o livro “No fim era o frio e outros textos de amor e solidão”.

Continuar a ler

Populares