Seguir o O MINHO

País

Representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção escolhido hoje

Em Évora

em

Foto: RTP

O tema que irá representar Portugal no Festival da Eurovisão 2020, que decorre em maio nos Países Baixos, é escolhido hoje entre os oito que disputam a final do Festival da Canção, numa cerimónia em Elvas.

A RTP1 transmite hoje à noite, em direto a partir do Coliseu Comendador José Rondão de Almeida, em Elvas, a final da 54.ª edição do Festival da Canção, que será apresentada por Filomena Cautela, Vasco Palmeirim e Inês Lopes Gonçalves.

As oito canções em competição serão, por ordem de apresentação: “Gerbera Amarela do Sul” (composta e interpretada por Filipe Sambado), “Abensonhado” (Jimmy P), “Mais real que o amor” (composta por Pedro Jóia e interpretada por Tomás Luzia), “Não voltes mais” (Elisa Rodrigues), “Movimento” (Throes+The Shine), “Diz só” (Dino D’Santiago/Kady), “Medo de Sentir” (Marta Carvalho/Elisa), “Passe-Partout” (Tiago Nacarato/Bárbara Tinoco).

As canções que estão na final foram escolhidas em duas semifinais, que se realizaram nos dias 22 e 29 de fevereiro nos estúdios da RTP, em Lisboa.

Na final, o peso das votações é repartido entre os telespectadores e um júri, com representantes de sete regiões de Portugal Continental e ilhas. Em caso de empate, prevalece a escolha do público.

O público pode votar através de chamadas de valor acrescentado. As votações estão abertas e os números de telefone correspondentes a cada canção estão disponíveis no ‘site’ da RTP.

O vencedor irá representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em maio, em Roterdão (Países Baixos). As semifinais realizam-se nos dias 12 e 14 e a final no dia 16.

No ano passado, Portugal foi representado no Festival Eurovisão da Canção, que decorreu em Israel, pelo tema “Telemóveis”, composto e interpretado por Conan Osíris.

O tema de Portugal, que competiu na primeira semifinal, não foi apurado para a final do concurso.

Este ano assinala-se a 65.ª edição do concurso, no qual Portugal participou a primeira vez em 1964, tendo entretanto falhado cinco edições (em 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016).

Entre 2004 e 2007, inclusive, e em 2011, 2012, 2014 e 2015, Portugal falhou a passagem à final.

Portugal venceu pela primeira vez o Festival Eurovisão da Canção em 2017, com o tema “Amar pelos dois”, interpretado por Salvador Sobral e composto por Luísa Sobral. Na sequência da vitória, Lisboa acolheu, no ano seguinte, pela primeira vez o concurso.

A escolha de Lisboa como cidade que iria acolher o Festival Eurovisão da Canção em 2018 gerou na altura reclamações por parte de vários autarcas.

Nesse ano, a RTP anunciou que a final do Festival da Canção passaria a realizar-se sempre numa cidade diferente. Guimarães, em 2018, foi a primeira, e Portimão, no ano passado, a segunda.

No entanto, a primeira vez que o Festival da Canção se realizou fora de Lisboa foi em 1983, no Coliseu do Porto, tendo depois disso passado por locais como Funchal (1987), Évora (1989) e Santa Maria da Feira (2001).

Anúncio

País

Aeroportos fechados entre 09 e 13 de abril e perdão parcial de penas de prisão

ESTADO DE EMERGÊNCIA

em

Foto: DR / Arquivo

António Costa revelou esta tarde que o Governo vai fechar os aeroportos nacionais entre os dias 09 e 13 de abril, na sequência do prolongamento do Estado de Emergência.

O primeiro-ministro falava aos jornalistas antes da reunião com o Conselho de Ministros, de onde sairá a aprovação de mais medidas, como a isenção das taxas moderadoras para doentes infetados com Covid-19.

Costa falou ainda em “perdão parcial das penas de prisão até dois anos ou dos últimos dois anos de pena”, com exceção de crimes de homicídio, violaçao, abuso de menores e violência domestica.

(em atualização)

Continuar a ler

País

Assistência a filho paga a 100% deixa de fora funcionários públicos inscritos na CGA

Orçamento do Estado

em

Foto: DR

O pagamento a 100% do subsídio de assistência a filho que entrou em vigor este mês não abrange os funcionários públicos inscritos na Caixa Geral de Aposentações (CGA), disse hoje fonte oficial do Ministério da Administração Pública à Lusa.

Os funcionários públicos do regime convergente (subscritores da CGA) continuam, assim, a receber 65% da remuneração de referência quando estiverem em casa de assistência aos filhos, ao contrário dos trabalhadores do setor privado e dos funcionários do Estado que descontam para a Segurança Social, que recebem 100%.

O subsídio por assistência à família passou de 65% da remuneração de referência para 100% com a entrada em vigor do Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), na quarta-feira, já que a lei orçamental fez acionar uma outra lei de setembro de 2019 sobre reforço da parentalidade que estabelece, por sua vez, o aumento daquele subsídio.

“Esta lei não se aplica aos trabalhadores que exercem funções públicas integrados no regime de proteção social convergente”, ou seja, aos subscritores da CGA, explica fonte oficial do Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública à Lusa.

“A questão está, de qualquer modo, em análise”, revela ainda o gabinete da ministra Alexandra Leitão.

Segundo a mesma fonte, o número de trabalhadores que são subscritores da CGA e que têm filhos menores de 12 anos “será residual” uma vez que o sistema está fechado a novas inscrições desde dezembro de 2005. A partir daí, todos os funcionários que entraram no Estado passaram a estar inscritos na Segurança Social.

De acordo com o último relatório e contas da CGA, existiam 443.528 subscritores da CGA em dezembro de 2018, sendo a média global de idades 52,3 anos.

Em comunicado, a CGTP contesta o que considera ser uma “inaceitável desigualdade de tratamento na atribuição do subsídio para assistência a filhos por doença ou acidente” e exige que o Governo altere a norma “urgentemente”.

Em causa está a lei 90/2019, aprovada por unanimidade na Assembleia da República no ano passado, publicada em setembro, que passou a produzir efeitos com a entrada em vigor do OE2020, este mês.

O subsídio para assistência a filho é atribuído ao pai ou à mãe para prestar “assistência imprescindível e inadiável a filho, por motivo de doença ou acidente”, segundo informação na página da Segurança Social.

Os pais têm direito a 30 dias por ano no caso de a criança ser menor de 12 anos ou durante todo o período de eventual hospitalização. No caso em que a criança tem mais de 12 anos, o período máximo são 15 dias anuais.

Estes períodos são acrescidos de um dia por cada filho, além do primeiro.

A assistência aos filhos pode ser aplicada nos casos dos pais que têm de ficar com os filhos devido ao encerramento das escolas, no âmbito das medidas relacionadas com o novo coronavírus, se a criança ficar em isolamento decretado pela autoridade de saúde.

As ausências ao trabalho para assistência a filho no caso de isolamento profilático são faltas justificadas e não são consideradas para o limite de 30 dias anuais previsto na lei.

Continuar a ler

País

Proibidas deslocações para fora do concelho de residência de 09 a 13 de abril

Estado de Emergência

em

Foto: DR / Arquivo

O decreto do Governo que regulamenta a prorrogação do estado de emergência por mais 15 dias em Portugal proíbe deslocações para fora do concelho de residência no período da Páscoa, entre 09 e 13 de abril.

Fonte do executivo disse hoje à agência Lusa que esta limitação à mobilidade dos cidadãos, durante um período de cinco dias, foi já aprovada na reunião do Conselho de Ministros que decorre no Palácio da Ajuda e que tem como ponto único a aprovação do diploma que regulamenta a prorrogação do estado de emergência que será decretado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Além da medida de confinamento dos cidadãos aos seus concelhos de residência, o Governo vai também limitar a duas pessoas a capacidade de transporte em veículos ligeiros, exceção feita a familiares diretos.

“Esta medida vai vigorar durante o período de renovação do estado de emergência, ou seja, 15 dias”, adiantou à agência Lusa a mesma fonte do executivo.

O primeiro-ministro, António Costa, presta declarações aos jornalistas por volta das 17:30 sobre as decisões do Conselho de Ministros, seguindo depois para o Palácio de Belém, onde às 18:00 se reunirá com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Continuar a ler

Populares