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Rendas de casa sobem em Braga e Viana do Castelo

Economia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO / Arquivo

Os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 0,4% em abril deste ano, para 11,1 euros o metro quadrado (m2), em termos medianos, face ao mês anterior, anunciou hoje a plataforma idealista.

Já em relação ao aumento trimestral, a subida foi de 2,1% e a anual de 0,5%, refere a idealista em comunicado.

O preço de arrendamento em abril desceu em cinco capitais de distrito, com Castelo Branco (-5,3%) a liderar a lista. Seguem-se Ponta Delgada (-2,6%), Coimbra (-0,6%), Setúbal (-0,4%) e Porto (-0,2%). Por outro lado, os preços aumentaram em Viseu (6,8%), Leiria (6,5%), Aveiro (3,5%), Braga (3,1%), Faro (2,6%), Viana do Castelo (1,4%), Funchal (1%) e Lisboa (0,3%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,9 euros/m2. Porto (10,9 euros/m2) e Funchal (9,8 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (9,1 euros/m2), Setúbal (8,5 euros/m2), Aveiro (8,2 euros/m2), Coimbra (7,9 euros/m2) e Ponta Delgada (6,9 euros/m2).

Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,7 euros/m2), Viseu (5,6 euros/m2), Viana do Castelo (6,2 euros/m2), Leiria (6,3 euros/m2) e Braga (6,7 euros/m2).

O ‘ranking’ dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (13,2 euros/m2), seguido por Faro (10,5 euros/m2), Porto (9,9 euros/m2), Ilha da Madeira (9,5 euros/m2), Setúbal (9 euros/m2), Viana do Castelo (7,4 euros/m2), Coimbra (7,4 euros/m2) e Ilha de São Miguel (7 euros/m2). Arrendar casa em Aveiro custa 6,9 euros/m2, em Braga 6,6 euros/m2 e Leiria 6,7 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,3 euros/m2), Viseu (5,1 euros/m2), Castelo Branco (5,4 euros/m2) e Santarém (5,5 euros/m2).

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

É incluída ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartados todos os anúncios que se encontram na base de dados do idealista e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

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