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Desporto

Reinaldo Ventura de regresso ao Óquei de Barcelos: “O rei está de volta!”

Hóquei em patins

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O hoquista Reinaldo Ventura vai regressar a Portugal, depois de três anos a jogar em Itália, para representar o Óquei de Barcelos.


O avançado vai voltar a vestir a camisola do emblema minhoto, clube que representou em 2015/16 e 2016/17, e no qual venceu a Taça CERS.

Reinaldo Ventura, que completa 42 anos em maio, destacou-se ao serviço do FC Porto, clube que representou durante 24 anos e pelo qual conquistou 13 campeonatos nacionais, dez Supertaças e oito Taças de Portugal.

Para alem dos ‘dragões’, Ventura jogou no Óquei de Barcelos, Viareggio e Trissino.

O anúncio do regresso do hoquista a Portugal foi feito nas redes sociais do clube minhoto.

“Depois de três épocas fora, Reinaldo Ventura vai voltar a defender as cores do ‘maior de Portugal'”, anunciou a equipa minhota na sua conta oficial do Facebook.

A contratação de Reinaldo Ventura é a segunda do clube para a próxima temporada, depois do argentino Dário Gimenez.

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I Liga

Mário Silva vê saída da Liga Europa como fonte motivacional para Rio Ave

Futebol

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Foto: DR / Arquivo

O treinador Mário Silva considerou hoje que a eliminação da Liga Europa de futebol dará “motivação e não desilusão” ao Rio Ave para replicar o “bom trabalho” na I Liga, na véspera da deslocação ao Famalicão.

“Os dias seguintes confirmaram no plano anímico os enormes profissionais que temos. Depois da desilusão, senti que eles querem provar que continuam como antes do jogo com o AC Milan e ainda mais reforçados por terem notado que a sua qualidade lhes permitiu ombrear com um ‘gigante’”, enalteceu o técnico, em conferência de imprensa.

Os vila-condenses falharam na quinta-feira o regresso ao quadro principal da segunda competição europeia de clubes, ao perderem diante dos italianos do AC Milan numa maratona de grandes penalidades (8-9), após empate a duas bolas no prolongamento, um desfecho “injusto” e que deixou um “sentimento de tristeza” por “todo o país”.

“Todos viram o que se passou. Estávamos perante um adversário difícil e poderoso, mas tínhamos as nossas hipóteses de seguir em frente e tentámos. Os jogadores deram tudo o que tinham e fizeram um jogo de grande qualidade, mas a sorte não nos sorriu. É lógico que o rendimento que a equipa teve só nos pode dar motivação para o futuro”, reforçou.

Mário Silva augura uma “grande resposta” do Rio Ave em Famalicão, onde se cruzará com um adversário que “vem de uma época sensacional” e discutiu até ao último suspiro a entrada nas pré-eliminatórias da Liga Europa, sabendo que a “cultura tática e entendimento do jogo muito acima da média” do plantel favorece variações táticas.

“Vai ser um jogo duro para nós, mas temos qualidade. Mesmo com pouco tempo entre jogos para treinar, os jogadores têm interpretado bem as mudanças de sistema. Aquilo que fizemos com o AC Milan [transição do 4-2-3-1 para o 3-4-3] foi estratégico e não quer dizer que não possamos repetir. Podemos jogar de uma forma ou de outra”, lembrou.

Remetendo para a administração do clube o processo disciplinar aplicado ao defesa brasileiro Matheus Reis, que recusou atuar no domingo diante do Vitória de Guimarães, na segunda jornada da I Liga, Mário Silva avaliou como “benéfica” a pausa para os compromissos das seleções, que sucederá ao sexto jogo dos vila-condenses em 18 dias.

“A paragem vai dar-nos algum tempo para trabalhar coisas que, neste período, com tantos jogos seguidos, não conseguimos. Ao mesmo tempo, poderemos recuperar totalmente todos os jogadores em termos físicos, apesar da excelente resposta. Vamos solidificar a nossa ideia de jogo, até porque nunca estamos satisfeitos”, apontou.

O defesa Júnio Rocha é o único futebolista entregue aos cuidados do departamento médico do conjunto da foz do Ave, enquanto o avançado Ronan já voltou a treinar.

O Rio Ave, na 12.ª posição, com dois pontos em seis possíveis, visita o Famalicão, no sétimo posto, com três, no domingo, às 18:30, no Estádio Municipal de Famalicão, em encontro da terceira jornada, que terá arbitragem de Artur Soares, da associação do Porto.

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Desporto

“Desporto não é setor pária”

Diz o secretário de Estado da Juventude e do Desporto

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Foto: DR / Arquivo

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto assumiu hoje que o desporto não está à margem do resto da sociedade e que o Governo tem feito tudo para o regresso dos adeptos.

Antes da partida da sexta etapa da Volta a Portugal – Edição Especial em bicicleta, nas Caldas da Rainha, João Paulo Rebelo disse ter “toda a confiança na organização e na capacidade de garantir toda a segurança sanitária” no encontro Santa Clara – Gil Vicente, o primeiro das competições profissionais com adeptos, após a paragem devido à covid-19.

“[A segurança sanitária] Hoje em dia tem de estar acima de tudo. A partir daqui, temos de continuar as nossas vidas. O desporto não é um setor pária da nossa sociedade e, portanto, não pode ficar para trás e é isso que o Governo se tem esforçado por fazer”, assegurou.

O governante lembrou que, além do jogo de hoje nos Açores, já foram anunciados mais dois jogos da II Liga com público, assim como o particular da seleção portuguesa com Espanha e o jogo com a Suécia, da Liga das Nações, ambos no Estádio José Alvalade.

“Nesta fase são jogos testes, são eventos piloto para que se possa avaliar e analisar o que depois pode acontecer. Estou absolutamente confiante na Federação Portuguesa de Futebol e na Liga, na sua capacidade de organização, para que tudo decorra da melhor forma, para que no futuro possamos alcançar o que todos ambicionamos e o que é merecido para os atletas, os artistas no desporto”, disse.

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Futebol

Vitória diminui passivo pela oitava época consecutiva

Finanças

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Miguel Pinto Lisboa. Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO (Arquivo)

O passivo do Vitória SC, clube cuja SAD tem a equipa da I Liga portuguesa de futebol, desceu pela oitava temporada seguida, tendo-se fixado nos 6,68 milhões de euros no final da época 2019/20, mostra o relatório e contas.

Publicado no sítio oficial vitoriano, na noite de sexta-feira, o documento que vai ser votado na assembleia-geral de 10 de outubro revela que o passivo baixou 10,3%, dos 7,45 para os 6,68 milhões, confirmando a tendência decrescente que ocorre desde 2011/12, quando o clube se viu com 24 milhões de passivo e teve de se restruturar financeiramente, com um Plano Extrajudicial de Conciliação.

Essa redução deveu-se quase toda ao “serviço da dívida reestruturada ao Estado e banca”, cujo valor desceu dos 6,13 para os 5,41 milhões de euros, após o Vitória ter liquidado 727 mil euros na temporada anterior, refere o parecer do conselho fiscal vitoriano ao relatório e contas, favorável por unanimidade.

Já o ativo do clube, que corresponde sobretudo às infraestruturas de que é proprietário, desvalorizou dos 34,07 para os 32,83 milhões de euros.

Depois de três épocas com resultados positivos – 798 mil euros em 2016/17, 303 mil em 2017/18 e 747 mil em 2018/19, o Vitória de Guimarães concluiu a temporada 2019/20 com um resultado negativo de 355 mil, indica ainda o relatório e contas.

Responsável por várias modalidades desportivas e pelo futebol de formação abaixo dos 11 anos, o clube minhoto ainda conseguiu um saldo positivo de 519 mil euros entre rendimentos e gastos, antes de encargos como juros e impostos, mas a receita total desceu quase 25%, dos 5,96 para os 4,49 milhões de euros.

O parecer do conselho fiscal indica que a receita com quotização e lugares anuais se manteve nos 2,25 milhões de euros, mas a das rendas baixou de 607 para 530 mil euros e das modalidades também caiu, de 759 para 528 mil euros, em parte devido ao cancelamento das atividades desportivas em março de 2020, forçado pela pandemia de covid-19.

Os gastos também caíram entre 2018/19 e 2019/20, mas somente 7,4%, dos 4,28 para os 3,97 milhões de euros, com os encargos com modalidades a serem de 1,15 milhões, valor semelhante ao da temporada anterior.

Na próxima reunião magna, os sócios vitorianos vão ainda votar o orçamento para a época 2020/21, decisão que costuma acontecer em junho, mas que o clube decidiu adiar devido à pandemia de covid-19.

O documento prevê um resultado líquido negativo de 62 mil euros, com rendimentos totais de cerca de quatro milhões de euros, sustentados principalmente pela quotização (1,6 milhões) e pelas modalidades (820 mil euros), e gastos de 3,35 milhões, destinados também às modalidades (1,02 milhões) e à porção da quotização que o clube tem de entregar à SAD (863 mil euros).

O parecer do conselho fiscal, favorável por unanimidade, refere que o orçamento constitui uma “resposta responsável ao contexto da pandemia” e é “estratégico”, quando o clube se prepara para adquirir a maioria da SAD.

O Vitória anunciou, na quinta-feira, que vai deter 96,4% da SAD, após comprar as ações de Mário Ferreira, correspondentes a 56,4% do capital, por 6,5 milhões de euros, em três tranches, até 31 de março de 2022.

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