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Braga

Recluso foi encontrado morto durante tertúlia de Pedro Abrunhosa na cadeia de Braga

Funeral teve lugar esta sexta-feira em Vila Verde

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Foto: DR

A morte de José Henrique Cerqueira Lopes, de 42 anos, residente em Azões, na União de Freguesias de Ribeira do Neiva, em Vila Verde, esta quarta-feira, na prisão de Braga, ainda continua sobre investigação.


Condenado a cinco anos e poucos meses de prisão, a pena finalizava no próximo mês de Setembro e José Henrique Lopes solicitou ao Tribunal a saída precária.

A instância judicial acatou o pedido, mediante uma série de medidas de coacção e na esperança na integração social.

José Henriques Lopes estava há um mês “cá fora”, quando violou as determinações judiciais e voltou, por isso, a ser preso. Estava a aguardar que o tribunal se pronunciasse sobre estes novos incidentes: ou alargava a pena ou voltava a julgá-lo.

Na altura do acidente, a prisão de Braga vivia um momento de particular euforia. O músico Pedro Abrunhosa era o convidado especial. A direcção da cadeia de Braga vem fazendo umas tertúlias mensais com personagens conhecidas onde é abordada a questão das dependências.

Abrunhosa era o convidado deste mês.

Como estavam todos concentrados no mesmo espaço, foi relativamente fácil perceber a ausência de José Henrique que viria a ser encontrado morto no corredor da penitenciária.

Esclarecimento: Sessão com Pedro Abrunhosa quando recluso foi encontrado morto em Braga foi, afinal, cancelada no próprio dia

O homem tinha sido condenado em janeiro de 2017, depois de ter cumprido já sanções anteriores e de desobedecer às autoridades, como quando ameaçou de morte os seus pais e à frente de um filho menor, na Capela de Santa Luzia, na localidade onde residia.

Filho de antigos emigrantes em França, José Lopes tinha problemas de alcoolismo e reincidência em crimes de violência doméstica, chegando a sair de casa com pulseira eletrónica, obrigando a constantes diligências realizadas pela GNR, o que contribuiu decisivamente para a pena de cinco anos e dois meses de prisão efetiva, em sistema de cúmulo jurídico.

O funeral tem lugar, esta sexta-feira à tarde, na sua paróquia natal.

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Braga

Restaurantes de Braga pedem apoio camarário a fundo perdido

Caderno reivindicativo da URBAC foi divulgado

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Foto: Urbac-19 / Facebook (Arquivo)

A União de Restaurantes de Braga divulgou, hoje, uma espécie de caderno reivindicativo que vai enviar ao Governo e à Câmara Municipal de Braga (CMB) no qual começa por pedir que o Município crie um fundo para que os restaurantes “sejam dotados de um reforço na tesouraria a fundo perdido, à semelhança de Lisboa, que sem dúvida demonstrou, a valorização da atividade e a sua importância para a cidade. Os apoios deveriam ser proporcionais e escalonados”.

Pretendem ainda que sejam acordados mecanismos entre a Câmara e os TUB (Transportes Urbanos) e parques de estacionamento privados, definindo um valor máximo de um euro pago pelos clientes nos horários de refeições até final 2022.

“ A CMB e a URBAC, em conjunto, elaborarão um projeto comunitário de apoio à retoma, envolvendo a gastronomia e a cultura, através da criação de iniciativas entre as duas áreas. Para além disso, a articulação de horários específicos pós-espetáculos, para todos os que pretenderem aderir. (Ex: Associação ao cartão Quadrilátero)”, defende em nota assinada por Tiago Carvalho, seu porta-voz.

A CMB, em conjunto com a URBAC e a Universidade do Minho, – acrescenta – “deve agilizar a elaboração de um estudo que demonstre qual o valor real da nossa atividade no concelho de Braga. Este estudo, deve ter em conta os postos de trabalho diretos e indiretos, a faturação global dos restaurantes e a faturação de todos os intervenientes na cadeia de abastecimento, bem como, as empresas de prestação de serviços”.

Deve também ser estudado – assinalam – o impacto real criado na economia local, todo o negócio gerado em torno deste sector, desde a sua criação, como por exemplo construção, arquitetura, marketing, agências de comunicação, entre outros. Pretende-se assim, ter uma radiografia daquilo que sentimos que somos enquanto empresários no contributo para o crescimento, desenvolvimento e imagem da nossa cidade.

Captação de turistas

A URBAC pretende, ainda, que se promova, em conjunto com o Turismo de Portugal, campanhas de captação de turistas internos e externos.

Para tal – sugere – seria criada uma marca, onde Braga seja a referência da gastronomia portuguesa, mais concretamente, na grande riqueza da cozinha minhota.

A restauração pede, ainda, a “criação de um gabinete de monitorização e apoio, entre a Câmara e a URBAC, para a defesa da restauração, solicitando também às juntas de freguesia, a sua cooperação pela proximidade com muitos negócios e as suas reais necessidades. A INVESTBRAGA, poderia ser o veículo de articulação entre todas estas entidades”.

O terceiro ponto do «pacote» é o da redução de 50% nas tarifas de lixo e de consumos na fatura da Agere durante os próximos dois anos, uma medida idêntica a do apoio já solicitada à EDP.

Deseja, ainda, que seja criado, com urgência, um grupo de trabalho para 2021 e 2022, “visando tornar Braga num exemplo do aproveitamento do espaço público, desde a criação de esplanadas novas, à sua cobertura, criar limites no horário de circulação e de velocidade de veículos em algumas ruas da cidade, devolver ruas e praças às pessoas, demonstrando assim, o empenho da cidade no cuidado com as pessoas e com o ambiente”.

No final do primeiro trimestre de 2021, – propõe – tem de estar pronto a ser executado o trabalho elaborado pelo grupo criado, onde também estaria a proteção civil e a CMB.

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Braga

Câmara de Vila Verde quer comprar antigo edifício do IEMinho por 851 mil euros

Proposta é votada na quinta-feira

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Foto: DR

A Câmara de Vila Verde quer comprar o antigo edifício do Instituto Empresarial do Minho, investindo 851 mil euros para criar uma estrutura de “apoio ao ensino, qualificação, formação profissional e emprego” e centro de “inovação científica e tecnológica”.

Em comunicado, a Câmara de Vila Verde esclarece que na reunião do executivo de quinta-feira vai analisar, além da compra do edifício onde funcionava e Instituto Empresarial do Minho (IEMinho), a aquisição de “todo o património” daquela instituição, “cuja descrição corresponde a um prédio urbano, composto por parcela de terreno, e o edifício que ali se encontra edificado, assim como o recheio do mesmo”, que foi avaliado em mais de 1, 5 milhões de euros e esteve à venda em leilão ‘online’.

Segundo a nota, “a proposta de aquisição do imóvel, por parte da Câmara Municipal de Vila Verde, pelo valor 851.500 euros, “visa permitir a reestruturação e a revitalização daquela importante infraestrutura que se tem vindo a destacar no âmbito da realização de um persistente e frutífero trabalho de apoio ao empreendedorismo, à inovação, à qualificação e à criação de emprego”.

A aquisição do edifício, proposta pela maioria PSD no executivo, “vai no sentido de que o edifício e o respetivo recheio se destinem, preferencialmente, à missão de apoiar o ensino, a qualificação e formação profissional e o emprego, no concelho de Vila Verde, tal como o empreendedorismo e a inovação científica e tecnológica”.

No texto, a autarquia refere que, “embora admitindo outras possibilidades, o imóvel poderá ser potenciado para a instalação de um polo de ensino superior e/ou investigação no concelho, para o que, a avançar esta possibilidade, serão encetados contactos com universidades ou institutos politécnicos”.

O edifício pode ainda servir para “outros fins”, como a “incubação de novas empresas e o desenvolvimento de projetos empresariais com impacto positivo na modernização do tecido empresarial concelhio, no dinamismo económico da região e na criação de emprego”.

O processo de venda ‘online’ do património da ex-IEMinho decorreu entre 04 de agosto e 01 de outubro de 2019, por valor mínimo de 1,323 milhões de euros, não tendo sido apresentadas propostas, razão pela qual teve início o processo de venda por negociação particular.

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Braga

Responsável por vários roubos em garagens de Braga aguarda julgamento na cadeia

Assaltos

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Foto: O MINHO / Arquivo

Chico Murta, conhecido por ser suspeito de vários furtos na cidade de Braga e que foi apanhado com a namorada a assaltar garagens, vai aguardar julgamento em prisão preventiva. A decisão foi divulgada hoje a O MINHO por fonte judicial.

O homem, de 42 anos, foi detido pela PSP de Braga ao final da tarde de segunda-feira, com a namorada, a assaltar uma garagem na Rua Nova de Santa Cruz.

De acordo com fonte do Comando daquela polícia, os assaltantes foram surpreendidos pelos agentes na posse de “diversos objetos que haviam furtado, no valor de cerca de 400 euros, tendo-lhes sido apreendidos”.

A proprietária da garagem assaltada foi chamada ao local do furto e reconheceu “de imediato” os objetos furtados, que lhe pertenciam.

O casal foi levado pelos agentes e presente ao Tribunal de Braga, onde viram ser decretadas medidas de coação distintas.

Para Murta, prisão preventiva enquanto aguarda julgamento. Já a namorada ficou sujeita a apresentações periódicas nas instalações da polícia até à data do julgamento.

Os suspeitos estão referenciados por diversos crimes desta natureza. Murta é, aliás, conhecido na cidade pela prática de crimes, sendo-lhe atribuída grande parte dos roubos em garagens da cidade.

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