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Região

O seu concelho no ranking do poder de compra

Só Braga fica acima da média nacional

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O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou, esta terça-feira, o Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio, num ranking anual produzido pela 13.ª vez.

Da análise do índice (onde 100 equivale à média nacional) ressalta que Braga é o único concelho da região do Minho (distritos de Braga e Viana do Castelo) com um poder de compra per capital superior à média do país.

Ranking (Minho)

Acima de 100:

1. Braga 106,97

Entre 90 e 100:
2. Viana do Castelo 93,09
3. Guimarães 91,39

Entre 75 e 90:

4. Famalicão 88,79
5. Cerveira 84,24
6. Vizela 84,08
7. Esposende 83,83
8. Valença 82,66
9. Caminha 78,91
10. Barcelos 78,87
11. Fafe 75,25

Abaixo de 75:

12. Ponte de Lima 71,04
13. Amares 70,88
14. Monção 70,16
15. Póvoa de Lanhoso 69,43
16. Arcos de Valdevez 67,78
17. Vieira do Minho 67,24
18. Vila Verde 66,79
19. Paredes de Coura 66,39
20. Cabeceiras de Basto 65,41
21. Ponte da Barca 64,43
22. Terras de Bouro 63,16
23. Melgaço 62,02
24. Celorico de Basto 56,11

Dos 308 municípios nacionais, 149 – quase metade -apresentam um poder de compra per capita inferior a 75.

Comunidade Intermunicipal

1. CIM Cávado 89,89
2. CIM Ave 84,87
3. CIM Alto Minho 79,65

 

Metade do poder de compra nacional concentrado em 22 municípios

Vinte e dois dos 308 municípios portugueses, localizados sobretudo nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto (AML e AMP).

De acordo com os dados sobre o indicador percentagem de poder de compra (PPC) relativos a 2017, divulgados hoje pelo INE, 22 concelhos “concentravam 50% do poder de compra nacional” e, “no conjunto, as duas áreas metropolitanas concentravam mais de metade (52%) do poder de compra, apesar de reunirem 44% da população do país”.

Lisboa destacava-se no contexto nacional ao nível municipal, representando 11% do poder de compra total.

Além de Lisboa, concentravam individualmente mais de 1% do poder de compra nacional os municípios de Sintra, Oeiras, Cascais, Loures, Almada, Amadora, Seixal, Odivelas, Vila Franca de Xira e Setúbal (na AML) e de Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar e Santa Maria da Feira (na AMP).

Também integravam este conjunto os municípios capitais de distrito de Braga, de Coimbra e de Leiria, o do Funchal (Madeira), de Guimarães e de Vila Nova de Famalicão (ambos na sub-região do Ave).

No lado oposto da tabela, encontravam-se os municípios do Corvo e das Lajes das Flores (Açores), Barrancos (Baixo Alentejo) e Porto Moniz (Madeira), detendo individualmente menos de 0,015% do poder de compra nacional.

Por sub-regiões, os concelhos com menor poder de compra localizavam-se maioritariamente no interior das regiões Norte e Centro, nomeadamente no Alto Tâmega, Beira Baixa e Terras de Trás-os-Montes.

Além destas sub-regiões, o Alentejo Litoral, o Alto Alentejo e o Baixo Alentejo contribuíam, individualmente, com menos de 1% para o poder de compra nacional.

Já o indicador per capita (IpC) do poder de compra, que traduz o poder de compra per capita nos diferentes municípios ou regiões tendo como referência um valor nacional igual a 100, revelou que o poder de compra em 2017 era superior no continente (com um índice de 100,7) em relação às regiões autónomas, obtendo 87,3 nos Açores e 86,5 na Madeira.

Segundo o INE, 32 municípios portugueses tinham um poder de compra per capita superior à média nacional, tratando-se de concelhos “maioritariamente localizados nas duas áreas metropolitanas de Lisboa (oito em 18 municípios) e do Porto (seis em 17) ou coincidentes com capitais de distrito”.

Por NUTS II (nomenclatura de unidades territoriais na divisão do país), a Área Metropolitana de Lisboa (124,1) era a única região com um valor superior à média nacional, seguida pelo Algarve (99,1), com um valor próximo da média nacional.

Quanto às três restantes regiões NUTS II do continente, o Norte registava um índice de poder de compra per capita de 92,1, o Alentejo de 90,1 e o Centro de 88,3.

A Área Metropolitana do Porto, inserida na região do Norte, também apresentava um valor de IpC (104,4) acima da média nacional.

Por outro lado, 149 municípios (48% do total de municípios) apresentavam valores de IpC inferiores a 75, localizados sobretudo no interior da região Norte, na Madeira e no Interior Centro.

A 13.ª edição do Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio, relativo a 2017 (EPCC 2017), tem como objetivo prestar informação ao nível do município que traduza o poder de compra manifestado nestes espaços geográficos.

O estudo do INE, que utiliza dados de 2017, encontra-se disponível online aqui.

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Ave

Multiusos de Guimarães serve de hospital de retaguarda

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CMG

O Multiusos de Guimarães é o espaço definido para servir de Hospital de Retaguarda, resultado de um processo em análise pela Câmara Municipal de Guimarães, Hospital Senhora da Oliveira e ACES do Alto Ave. A criação desta estrutura de apoio passa por desenvolver tratamento de assintomáticos e acolher doentes com sintomas ligeiros e que necessitam de monitorização médica permanente, face ao surto pandémico da covid-19.

A autarquia adianta que o “Hospital de Retaguarda, que está em fase de análise para Guimarães, tem previsto 100 camas e com possibilidade de aumento de capacidade”.

Até ao momento, acrescenta o município vimaranense em nota enviada às redações, a Câmara “já criou duas unidades de alojamento com as condições exigidas para o isolamento social. Foram criadas duas unidades, nas instalações do Centro de Criação de Candoso, na antiga escola EB1 de Candoso S. Martinho, e Verbo Divino, com as condições exigidas pelas Autoridades de Saúde para a denominada quarentena”.

Os espaços, um com capacidade para 10 quartos e outro com capacidade para 23 quartos de diversas tipologias, podem ser utilizados pelos cidadãos que não têm possibilidade de o fazer em condições apropriadas nas suas habitações ou por aqueles que, por motivos económicos, vivam em condições de carência, numa medida executada em articulação com as Autoridades de Saúde e a Câmara Municipal, cumprindo todas as recomendações da Direção-Geral de Saúde.

Além destas medidas, a Câmara de Guimarães criou ainda resposta aos sem-abrigo. “Numa parceria com a Cercigui, está já em funcionamento o espaço de alojamento para os sem-abrigo do concelho, com todas as condições de higiene, segurança e conforto, e que permitirá o distanciamento social adequado, bem como o acesso a refeições, contando com o apoio da Cruz Vermelha e voluntários”, refere a autarquia, notando que, “a todo o momento, mais medidas poderão ser tomadas para dar resposta aos problemas que forem surgindo, perante um quadro de saúde pública que se vai desenvolvendo de forma imprevisível”.

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Braga

Braga investe um milhão para reabilitar maior túnel da cidade

Obras

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Foto: Divulgação / CM Braga

A Câmara de Braga vai investir um milhão de euros na reabilitação do túnel da Avenida da Liberdade, o maior da cidade, devendo a empreitada arrancar até ao final do ano, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município acrescenta que aquele túnel vai estar encerrado ao trânsito na segunda-feira, entre as 09:30 e as 12:30, para a realização de uma vistoria que servirá de base à elaboração do caderno de encargos para a reabilitação.

O planeamento dos trabalhos implicará o corte dos acessos ao túnel a partir da Avenida António Macedo e da Rua Conde Agrolongo (Campo da Vinha).

A realização da vistoria acontece numa altura em que a circulação automóvel está substancialmente reduzida, face ao estado de emergência que o país vive por causa da pandemia de covid-19.

“Vamos aproveitar esta contingência para fazer o levantamento das patologias existentes e, desta forma, minorar o impacto que o encerramento do túnel teria numa situação normal”, explicou João Rodrigues, vereador das Obras Municipais e Conservação do Espaço Público.

Até ao arranque da obra de reabilitação, o município irá proceder a reparações no piso e melhorar a iluminação.

A intervenção no túnel da Avenida da Liberdade terá, depois, continuidade com a repavimentação da Avenida da Liberdade em toda a sua extensão, bem como da Avenida Imaculada Conceição.

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Alto Minho

Viana distribuiu dez mil máscaras e cinco mil luvas por IPSS

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CMVC

Fazendo o balanço das primeiras duas semanas de estado de emergência, a Câmara Municipal de Viana do Castelo anunciou que, neste período, distribuiu dez mil máscaras P1 e cinco mil pares de luvas por Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho.

A autarquia refere, ainda, que “foram servidas 1889 refeições: 517 para alunos com escalão; 340 para famílias com dificuldades; 1032 para profissionais de saúde, forças de segurança e bombeiros” e que a Linha de Apoio Social atendeu 247 pedidos que “foram encaminhados para instituições ou tratados pelos voluntários municipais”.

O estado de emergência em Portugal foi hoje renovado com medidas ainda mais restritivas, como a proibição de sair do concelho de residência e o fecho de aeroportos, entre os dias 9 e 13 de abril.

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