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Rails salvam espetadores na Rampa da Falperra

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Um vídeo partilhado no YouTube mostra o despiste do piloto David Dedek, ao volante de um Alfa Romeo 147, na “curva da morte” da Rampa da Falperra, durante o Campeonato da Europa de Montanha, que decorreu este fim de semana em Braga.

Os rails de proteção salvaram dezenas de espetadores.

Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

O piloto italiano Simone Faggioli, ao volante de Norma M20 FC, ganhou este domingo na sua especialidade a 39ª Rampa Internacional da Falperra, batendo o recorde absoluto de seis vitórias na prova rainha portuguesa

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Dakar: Melhor português nas motas foi o piloto de Barcelos Joaquim Rodrigues Jr.

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Ao todo, 10 portugueses cruzaram a meta na última etapa do Dakar2019, em Lima, no Peru. O barcelense Joaquim Rodrigues Jr. (Hero) foi o melhor dos motards lusos, com o 17.º posto final, a 5:21.19 horas do vencedor, o australiano Toby Price.

“Para mim, foi um Dakar complicado desde o início. Passar no local onde sofri o acidente em 2018 foi uma etapa difícil de fazer. No segundo dia comecei a sofrer problemas na bomba de gasolina. Por isso, a primeira semana não foi das melhores, mas consegui trazer a mota sempre até final. Na segunda semana, as coisas começaram a melhorar, mas sofri uma pancada nas costas e nas últimas três etapas tive de abrandar o andamento. O facto de estar perto dos 10 primeiros fez-me ver que ainda tenho velocidade”, explicou o piloto de Barcelos.

Pior sorte na prova teve o seu cunhado, Paulo Gonçalves, de Esposende, que partia com esperanças de terminar nos lugares da frente, mas que teve de abandonar devido a um acidente.

David Megre (KTM) abandonou hoje o rali de todo-o-terreno durante a última etapa, na sequência de uma queda.

O piloto de Coruche foi transportado ao hospital da capital peruana com suspeitas de um pé fraturado.

O luso-germânico Sebastian Bühler (KTM) foi uma das surpresas da prova, ao terminar em 20.º na sua primeira participação. O piloto de 24 anos ficou a 6:54.10 horas do vencedor, terceiro entre os estreantes, segundo mais novo entre os 20 primeiros classificados.

“Senti que evolui a cada dia. O terreno que aqui encontramos é completamente diferente daquele que temos nas provas que disputamos em solo nacional. Aqui há muita navegação fora de pista e muitos waypoints [locais de passagem obrigatória] invisíveis o que torna a navegação mais difícil”, explicou, frisando que o objetivo “era terminar a corrida”.

Fausto Mota (Husqvarna) foi o 29.º, a 11:21.00 horas do vencedor. “Consegui ficar nos trinta primeiros e assim o objetivo foi cumprido. Estou muito contente”, exultou. O piloto radicado há vários anos em Espanha ainda parou para ajudar David Megre, que estava “muito maltratado”.

Miguel Caetano (KTM), que fez a prova toda sem equipa de assistência e logo no ano de estreia, foi o 69.º, a 38:31.22 do primeiro classificado.

Nos Side by Side (SxS), Miguel Jordão (Can-Am) foi o sétimo classificado, segundo entre os estreantes, enquanto o antigo campeão nacional de todo-o-terreno, Ricardo Porém, navegado por Jorge Monteiro (Can-Am), foi o 11.º, depois do quarto lugar na derradeira etapa. Pedro Mello Breyner (Can-Am) terminou em 18.º da categoria.

Nos automóveis, Paulo Fiúza, navegador do russo Boris Garafulic (MINI), terminou na oitava posição, enquanto Bruno Martins, que faz equipa com Rui Ferreira num Can-Am, terminou na 55.ª posição, depois de uma primeira semana difícil, em que passou três dias sem dormir.

O australiano Toby Price (KTM) venceu a competição pela segunda vez na sua carreira (tinha ganho em 2016), enquanto o catari Nasser Al-Attiyah (Toyota) triunfou nos automóveis pela terceira vez (depois de 2011 e 2015).

A 41.ª edição do rali Dakar de todo-o-terreno terminou hoje em Lima, no Peru, país que acolheu a totalidade da prova, algo inédito.

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Piloto de karting que morreu durante prova em Famalicão residia em Braga

Nuno Cariano, de 45 anos, era natural de Chaves

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Foto: Direitos Reservados

O piloto de karting que este domingo sofreu uma paragem cardiorrespiratória durante uma prova em Vila Nova de Famalicão, e que acabou por falecer, já no hospital, é Nuno Cariano, que residia em Braga, mas que era natural de Chaves.

Conhecido no mundo do karting, a vítima mortal sofreu uma indisposição por volta das 14:30, tendo sido socorrido, de imediato, pelos Bombeiros Voluntários Famalicenses, que davam apoio na prova organizada pela AveMotor- Clube de eventos motorizados, que lamentou a morte do piloto e suspendeu o evento.

“As 6 Horas Convívio de Karting de Famalicão, que se realizaram na tarde deste domingo, 13 de janeiro, no centro da cidade famalicense, numa organização da AveMotor, terminou à passagem da terceira hora em virtude do desfalecimento súbito de um dos participantes. O episódio não derivou de qualquer acidente e a pessoa em causa foi prontamente assistido pelas forças de socorro presentes na prova, e de imediato conduzida ao Centro Hospitalar do Médio Ave de Famalicão. Apesar de todos os esforços médicos, o homem viria a falecer na sala de urgência do Hospital. À família enlutada a AveMotor expressa os mais sentidos pêsames”, pode ler-se num comunicado.

Na última publicação pública partilhada no seu perfil no Facebook, Nuno Cariano mostrava todo o entusiasmo com a prova deste domingo, que venceu, com a sua equipa, em 2017.

“Vamos lá defender o título, rumo ao Bi, ou então não… 6 Horas Karting Famalicão. Após a Vitória de 2017 e o regresso da prova em 2019 nós marcamos presença. Com o Apoio de MM Informática e ainda Grupo SM Textil/VESPO Portugal a Equipa Famadinâmica vai lutar novamente para ficar no lugar mais alto do pódio mas acima de tudo honrar o apoio prestado pelas empresa… Apareçam Domingo entre as 10:30 e 16:30 no Parque Estacionamento Dona Maria II. Espetáculo Garantido…”, escreveu na sexta-feira.

Também através das redes sociais, têm sido muitas as manifestações de tristeza pelo súbito desaparecimento do piloto de 45 anos.

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Piloto de Barcelos no Dakar diz que se perdeu o verdadeiro espírito do rali

Joaquim Rodrigues Jr. (Hero) é cunhado do motard Paulo Gonçalves, de Esposende

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Foto: Facebook

O ‘motard’ barcelense Joaquim Rodrigues Jr. (Hero) considerou este sábado que o facto de o rali Dakar de todo-o-terreno ser disputado integralmente no Peru desvirtua as origens da prova.

“Isto não é o Dakar”, referiu Joaquim Rodrigues Jr., em declarações à agência Lusa, a partir do bivouac [acampamento], em Arequipa, onde a caravana passou o dia de descanso da competição, aludindo ao facto de a prova decorrer integralmente no Peru, algo inédito na história da competição.

“Isto não é o Dakar. Não é este o espírito original do Dakar. É duríssimo, é verdade, mas o espírito não é o mesmo e torna-se perigosíssimo. Enfrentamos retas de 14 quilómetros, no meio de ‘fesh-fesh’ [pó muito fino], de pedras e de ‘prego a fundo’. É só gente a cair”, relatou.

Uma das vítimas da dureza do percurso foi precisamente o cunhado do piloto de Barcelos, Paulo Gonçalves (Honda), que foi transportado de helicóptero no decorrer da quinta etapa, na sexta-feira, após uma violenta queda que lhe provocou um ligeiro traumatismo craniano.

O piloto da Hero reconheceu ter ficado afetado pelo abandono de Paulo Gonçalves, mas ainda mais por voltar a passar no sítio onde sofreu a queda que ditou o abandono da prova em 2018, na primeira etapa, com uma fratura na coluna.

“Passámos no mesmo local onde caí, mas em sentido contrário. Não me lembro do acidente em si, mas subir aquilo [a duna] deu-me arrepios. Era uma altura tremenda”, explicou, admitindo que só conseguiu relaxar “ao terminar a etapa”.

Joaquim Rodrigues recordou a semana “cheia de problemas”, como uma avaria na bomba de combustível, no segundo dia, uma queda, no terceiro, na qual perdeu o ‘road book’, retirando-o dos primeiros lugares.

“Na quinta etapa, também estava no meio do pó e depois de passar pelo meu cunhado, segui com calma”, frisou.

Joaquim Rodrigues Jr. chegou ao dia de descanso na 28.ª posição, a 2:37.53 horas do líder, o norte-americano Ricky Brabec (Honda).

“O objetivo agora é terminar o que não consegui no ano passado e chegar ao final da prova”, frisou o barcelense.

Mário Patrão (KTM), na 21.ª posição, é português mais bem classificado, a 1:52.45 horas do comandante.

António Maio (Yamaha), o luso-alemão Sebastian Bühler (KTM), David Megre (KTM), Fausto Mota (Husqvarna) e Miguel Caetano (Yamaha) seguem, respetivamente, nos 30.º, 33.º, 44.º, 49.º e 88.º lugares.

Miguel Jordão (Can-Am) é o primeiro luso nos SxS, no oitavo lugar, 2:12.32 horas do líder, o chileno Rodrigo Piazzoli (Can-Am). Ricardo Porém (Can-Am) segue no 10.º lugar e Pedro Mello Breyner (Can-Am) no 19.º.

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