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Póvoa de Lanhoso

Quatro anos de pena suspensa para homem da Póvoa de Lanhoso que agrediu mãe cega

Decisão do Tribunal da Relação de Guimarães

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Foto: DR/Arquivo

O Tribunal da Relação de Guimarães agravou para quatro anos de prisão a pena, suspensa, de um homem da Póvoa de Lanhoso que durante um ano maltratou física e psicologicamente a mãe, uma invisual de 62 anos.

Na primeira instância, o Tribunal Judicial de Guimarães condenou o arguido a três anos e meio de prisão, com pena suspensa, pelo crime de violência doméstica.

O Ministério Público recorreu, pedindo a condenação também por dois crimes de extorsão, e a Relação, por acórdão de 25 de março hoje consultado pela Lusa, deu provimento ao recurso, fixando a pena em quatro anos de prisão, suspensa por igual período.

O tribunal deu como provado que o arguido, ao longo de um ano e “pelo menos duas vezes por semana”, injuriou a mãe e fez-lhe ameaças de morte.

Numa ocasião, pôs a mãe fora de casa, por não lhe dar dinheiro, situação que só seria resolvida com a intervenção da GNR.

O acórdão refere ainda episódios em que o arguido agrediu a mãe “com vários murros no corpo” e em que lhe deu “com a porta na cara”.

Há também registo de várias ameaças de morte e de incendiar a casa, nomeadamente quando a mãe não lhe dava o dinheiro que ele lhe pedia.

Para o tribunal, todos estes factos foram praticados com o propósito, concretizado, de deixar a mãe “num clima de constrangimento e terror permanentes, impedindo-a de reger livremente a sua vida”.

O arguido, de 30 anos, foi institucionalizado aos 7 anos e, segundo o relatório social apenso aos autos, mantém uma “relação conturbada” com a mãe, demonstrando “sentimentos de revolta e de abandono na infância”.

Terá ainda de pagar uma indemnização de 5.000 euros à mãe e fica impedido de manter qualquer contacto com ela.

Quando foi detido, em meados de 2018, o arguido, por decisão do juiz de instrução criminal, continuou a viver na mesma casa da mãe, na freguesia de Serzedelo, mas em pisos diferentes.

A frequência de um programa de prevenção de violência doméstica é outra das condições para a suspensão da pena.

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Braga

Em Garfe, na Póvoa de Lanhoso, em cada lugar há um presépio

Exposição de coleção particular, com 2.577 presépios, é outra atração. Selecionador nacional de futebol, Fernando Santos, será um dos visitantes da 18.ª edição

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Foto: Divulgação / CM Póvoa de Lanhoso (2017)

“Quadros alusivos à história da região e da vida campestre, em comunhão com o espírito festivo”. As gentes de Garfe, no concelho de Póvoa de Lanhoso, voltam, este ano, a apresentar cerca de duas dezenas de presépios, espalhados pelos vários lugares da aldeia e elaborados pelos respetivos moradores.

No calendário da iniciativa, que vai na sua 18.ª edição, é também destaque a exposição com os 2.577 presépios da coleção particular do padre Luís Fernandes Peixoto, cuja abertura está marcada para o próximo domingo, 15 de dezembro.

Nesse mesmo dia, o programa de “Garfe, Aldeia dos Presépios”, que inclui a celebração de eucaristias junto de alguns dos presépios, irá receber a visita do selecionador nacional de futebol. Fernando Santos irá marcar presença na missa.

Nos domingos seguintes, destaque para A tarde de Fado, com Ana Gomes e João Pedro Aves (22 de dezembro), a atuação da Tuna Académica Estudantina de Braga (29 de dezembro) e o Encontro de Reis (05 de janeiro), que terão lugar na Igreja Paroquial de Garfe.

“Garfe, Aldeias dos Presépios” está integrada no programa “Póvoa de Natal 2019”, apresentado na semana passada, que inclui, ainda, a “Aldeia de Natal”, no Diverlanhoso, entre outras iniciativas.

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Póvoa de Lanhoso

PSD condenado por adaptar “Despacito” na campanha eleitoral de 2017 na Póvoa de Lanhoso

Tribunal já recusou os argumentos do partido

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Foto: DR/Arquivo

O PSD foi condenado em 10 mil euros pelo uso indevido do tema “Despacito”, do cantor porto-riquenho Luis Fonsi, na campanha eleitoral da candidatura de Avelino Silva na Póvoa de Lanhoso de 2017.

O PS de Vila Pouca de Aguiar também recebeu a mesma condenação. Os partidos vão pagar um total de 20 mil euros à Sociedade Portuguesa de Autores.

Os dois partidos tentaram descartar responsabilidade por serem candidaturas municipais, no entanto, as decisões do Tribunal da Propriedade Intelectual e o Tribunal da Relação de Lisboa recusaram os argumentos.

Segunda a TSF, o PSD respondeu que a estratégia de campanha é definida a nível local e que até chamou a atenção dos responsáveis concelhios para a “necessidade do escrupuloso cumprimento do regime de direitos de autor”.

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Póvoa de Lanhoso

Castelo de Lanhoso recebeu “escape room”

No âmbito da comemoração do Dia Nacional dos Castelos

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Foto: Divulgação/CM Póvoa de Lanhoso

A primeira edição do escape room no Castelo de Lanhoso decorreu na noite de sábado, 5 de outubro. Dar a conhecer o ex libris da Póvoa de Lanhoso de uma forma inovadora e desafiadora foram alguns dos objetivos desta iniciativa promovida pela Câmara Municipal, no âmbito da comemoração do Dia Nacional dos Castelos (7 de outubro).

Foto: Divulgação/CM Póvoa de Lanhoso

Foto: Divulgação/CM Póvoa de Lanhoso

A vencedora foi Teresa Pinheiro e a sua equipa, com o tempo final de 22 minutos e 45 segundos. Nesta primeira edição, participaram 44 pessoas, de várias nacionalidades e de várias zonas do norte do país, que apreciaram bastante a atividade, que aguardam por outras sessões e que elogiaram a forma diferente de conhecer o Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso, através da resolução de pequenos enigmas, da atenção aos pormenores e do trabalho em equipa.

Para sair do topo da Torre de Menagem as pessoas participantes contaram com a ajuda dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. As próximas edições estão marcadas para os dias 22 e 23 de novembro, mas as vagas já estão todas preenchidas.

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