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Quarta temporada de ‘La Casa de Papel’ já está disponível na Netflix

Popular série espanhola

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A quarta temporada da popular série espanhola “La Casa de Papel” encontra-se disponível, desde as 08:00 da manhã de hoje, 03 de abril, na Netflix.


Os oito novos episódios da série têm como títulos: Game Over, O Casamento de Berlín, Lição de anatomia, Suspiros de Espanha, 5 minutos antes, KO técnico, Paralisar a tenda e O plano de Paris.

Em tempos de confinamento, os amantes desta produção terão novos motivos para ocupar o tempo.

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Autoridade Marítima “reforçada” para coordenar segurança nas praias

Covid-19

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Foto: Autoridade Marítima Nacional

O secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches, garantiu hoje que a Autoridade Marítima Nacional (AMN) “está perfeitamente preparada e reforçada” para coordenar a segurança nas praias com o início da época balnear.


“A autoridade marítima está perfeitamente preparada e reforçada para fazer o seu trabalho de coordenação daquilo que tem sido ao longo dos anos, que tem a ver precisamente com garantir, por quem usa as nossas praias, a maior segurança possível”, disse Jorge Seguro Sanches.

O governante falava à agência Lusa no final de uma reunião de trabalho da Autoridade Marítima Nacional, na Capitania do Porto de Sines, no distrito de Setúbal, para preparação da época balnear deste ano, que abre no próximo sábado com novas regras no acesso às praias, devido à pandemia de covid-19.

“Fizemos avaliações ao nível daquilo que tem a ver com os nadadores-salvadores, é um processo que funciona entre os concessionários e os nadadores-salvadores e que tem funcionado dentro da normalidade, apesar da dificuldade porque é um ano em que não houve cursos, mas há mais de sete mil inscritos que podem ser utilizados”, explicou.

Na reunião, que contou com a participação, por videochamada, do Almirante da Autoridade Marítima Nacional, do vice-almirante diretor-geral e dos capitães de porto das 28 capitanias do continente e das regiões autónomas, foi ainda avaliada a preparação dos meios “para garantir que a praia seja o mais segura possível”.

“Houve um reforço daquilo que tem a ver com o pessoal de apoio da Marinha. Neste caso, foi mais do dobro do que no ano passado, precisamente, para que numa situação em que as pessoas vão procurar praias, que não são vigiadas, o acompanhamento da AMN seja o mais próxima possível no sentido de aconselhar e no sentido pedagógico”, acrescentou.

O secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional defendeu ser importante “a sensibilização e a autorregulação de cada um que vai à praia”, afastando a ideia de que se pode ter um polícia por cada banhista nas praias de norte a sul do país.

Questionado sobre a forma como vai ser feito o reforço e a fiscalização da costa, o governante esclareceu que a Autoridade Marítima Nacional vai “trabalhar no sentido de que as pessoas não só sejam o mais sensibilizadas possível em relação às praias que devem frequentar, aquelas com menos lotação, mas também com a sensibilização dos banhistas”.

“Quer ao nível das embarcações, que já existiam, mas também ao nível humano, com o reforço de 170 militares da Marinha que vão apoiar as ações da Autoridade Marítima Nacional”, referiu.

“O ano passado eram cerca de 80 e este ano são cerca de 170, sendo uma garantia de que haverá uma presença e para que todos nos sintamos mais seguros, nomeadamente nas praias que não são vigiadas”, frisou.

De acordo com o vice-almirante e diretor-geral da Autoridade Marítima Nacional, Luis Sousa Pereira, para fazer face à salvaguarda da saúde pública, devido à pandemia de covid-19, duplicou o número de pessoas, com mais meios cedidos pela Marinha, que vão vigiar as praias durante a época balnear.

“O nosso dispositivo foi reforçado com mais meios da Marinha”. “Duplicamos o número de pessoas que vai estar nas praias a reforçar quer a vigilância apeada, quer a vigilância motorizada, e estamos a organizar o dispositivo para dar resposta a esta nova variável”, concluiu.

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Ex-bastonário dos advogados acusa atual de falsidade, má-fé e retaliação

Acusação

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Foto: DR / Arquivo

O antigo bastonário Guilherme Figueiredo considerou hoje que o comunicado do conselho geral da Ordem dos Advogados (OA) sobre a situação financeira referente a 2019 é um “conjunto de falsidades e meias-verdades, de evidente má-fé” e “uma retaliação”.


Numa carta enviada ao atual bastonário Menezes Leitão, com o título “construir o inimigo: a forma política e a Ordem dos Advogados, Guilherme Figueiredo e mais 18 signatários dizem estar “perante uma retaliação pelo facto de o anterior Conselho Geral ter mandado auditar” as contas dos dois mandatos anteriores, “que mereceram a reprovação geral”, já que alguns dos membros do conselho visado na auditoria, integram o atual órgão.

No final de maio, o Conselho Geral da AO revelou ter sido confrontado com “inúmeros problemas” financeiros encontrados aquando da sua posse, declarando não se rever “nessas contas” e “na forma de gestão” do anterior mandato, de Guilherme Figueiredo.

O relatório aponta como um dos problemas detetados os gastos da OA as Comissões de Lesados do BES e do BANIF e que podem implicar que a Ordem tenha de pagar mais de 585 mil euros.

Na carta, é lembrada a posição do Tribunal de Contas sobre as contas da OA, “da qual resultou inequívoco que muitos pagamentos feitos a membros do Conselho Geral presidido pela bastonária Elina Fraga foram feitos em violação das normas estatutárias aplicáveis”, encontrando-se pendente uma investigação criminal, aberta após o envio do resultado da auditoria à Procuradoria-Geral da República, por iniciativa do Conselho Geral de Guilherme Figueiredo.

O antigo bastonário sublinha, na missiva, que os factos apurados na auditoria já tinham sido comunicados ao conselho superior da OA quando este órgão era presidido pelo atual bastonário, tendo este “arquivado os procedimentos disciplinares encetados”.

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Transporte aéreo de passageiros cai 15,4% no primeiro trimestre

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE)

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O movimento de passageiros nos aeroportos caiu 15,4% no primeiro trimestre do ano para 9,5 milhões em termos homólogos, depois de uma subida de 6,3% face ao trimestre anterior.


Segundo os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o impacto da pandemia covid-19 e das medidas restritivas adotadas ao nível do espaço aéreo foi “significativo” no mês de março, com “acentuadas reduções no movimento de passageiros nos principais aeroportos nacionais”, que se situaram entre as 55,8% no aeroporto do Porto e as 49,1% no aeroporto do Funchal.

Esse impacto foi mais visível a partir do início da segunda quinzena do mês de março, com reduções acima de 90% nos últimos dias.

No primeiro trimestre, aterraram nos aeroportos nacionais 40,3 mil aeronaves em voos comerciais o que representa um decréscimo de 12,7% em termos homólogos.

O aeroporto de Lisboa foi responsável por mais de metade do movimento total de passageiros (57,2%, o que corresponde a 5,4 milhões de passageiros), tendo registado o menor decréscimo (13,5% em termos homólogos e 8,4% em cadeia).

No aeroporto do Porto, registou-se o segundo maior volume de passageiros movimentados do país (23,2% ou 2,2 milhões de passageiros) e um decréscimo de 5,6% (depois de uma subida trimestral de 7,4%).

No aeroporto de Faro registou-se um movimento de 762,3 mil passageiros (8,1% do total), que correspondeu a uma redução de 24,8% (+0,1% no trimestre anterior).

Nos aeroportos de Ponta Delgada e do Funchal registaram-se decréscimos de 15,7% e 16,1%, respetivamente (+3,8% e -0,6% no quarto trimestre de 2019, pela mesma ordem).

O transporte por metropolitano, por sua vez, diminuiu 5,6% face ao mesmo período do ano passado (depois de uma subida de 13,8% no quarto trimestre 2019) com 58,8 milhões de passageiros transportados, em resultado da forte redução no número de passageiros no mês de março (de 45%), reflexo da quase paralisação do transporte de passageiros em transportes públicos desde meados do mês de março devido à pandemia.

O transporte fluvial de passageiros decresceu, por sua vez, 12,1%, após uma subida de 6,2% no último trimestre de 2019, atingindo 4,3 milhões de passageiros transportados.

O transporte aéreo de mercadorias foi o único que manteve a tendência de crescimento, apesar da desaceleração, registando uma subida de 4,2%, depois de avançar 16,2% no último trimestre de 2019.

Os transportes marítimo, ferroviário e rodoviário de mercadorias, registaram também decréscimos de 2,7% nos portos marítimos nacionais (-2,9% no trimestre anterior), de 7,3% por ferrovia (-12,3% no trimestre anterior) e de 2,8% por rodovia (+0,6% no quarto trimestre de 2019).

Portugal contabiliza pelo menos 1.447 mortos associados à covid-19 em 33.261 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgado na quarta-feira.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, que na sexta-feira foi prolongada até 14 de junho, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório apenas para pessoas doentes e em vigilância ativa e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

Novas medidas entraram em vigor na segunda-feira, 01 de junho, com destaque para a abertura dos centros comerciais (à exceção da Área Metropolitana de Lisboa, onde continuarão encerrados até quinta-feira, pelo menos), dos ginásios ou das salas de espetáculos.

Estas medidas juntam-se às que entraram em vigor no dia 18 de maio, entre as quais a retoma das visitas aos utentes dos lares de idosos, a reabertura das creches, aulas presenciais para os 11.º e 12.º anos e a reabertura de algumas lojas de rua, cafés, restaurantes, museus, monumentos e palácios.

No sábado, regressaram as cerimónias religiosas comunitárias enquanto a abertura da época balnear acontecerá no próximo sábado, 06 de junho.

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