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Braga

PSP deteve três suspeitos de roubos na via pública em Braga

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Foto: Divulgação

A PSP deteve esta quinta-feira três indivíduos suspeitos de roubar três jovens na via pública, em Braga, através de ameaça e força física, anunciou aquela força.


Em comunicado, a PSP acrescenta que os detidos, dois homens e uma mulher, com idades entre os 17 e os 19 anos, tinham na sua posse 68,22 e um telemóvel que teria, roubado às vítimas e que lhes foram apreendidos.

A PSP refere ainda que tinha “notícia” de pelo menos mais três ocorrências do género nas imediações.

“A PSP de Braga está convicta de que os suspeitos tenham perpetrado ainda outros crimes desta natureza, nos quais terão participado outros indivíduos já referenciados”, acrescenta o comunicado.

Os detidos vão ser presentes na sexta-feira nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial de Guimarães.

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Braga

Braga: Antiga fábrica da Confiança classificada como monumento de interesse público

Património

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Antiga fábrica Confiança. Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

O edifício da antiga Saboaria e Perfumaria Confiança, em Braga, foi classificado como monumento de interesse público, segundo portaria hoje publicada em Diário da República (DR).

O pedido de classificação partiu da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e foi deferido pela secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Carvalho Ferreira.

O despacho sublinha que o edifício está dotado de uma “impressiva frente urbana, bem representativa da arquitetura industrial oitocentista, que em muito contribuiu para a definição urbanística do eixo viário principal e de toda a envolvente, onde se concentravam outrora diversas unidades fabris”.

“Este autêntico parque industrial, integrando uma série de pavilhões e logradouros, incluindo espaços sociais, foi sendo progressivamente abandonado, à medida que a laboração da Confiança passava para infraestruturas mais modernas, num movimento que decorria a par do desaparecimento do tecido industrial tardo-oitocentista de Braga”, acrescenta.

Sublinha que o edifício da Fábrica da Saboaria e Perfumaria Confiança, bem como o espólio que ainda se conserva, do qual faz parte um “importante” arquivo, “representa, assim, o último testemunho bracarense de um património do qual existem cada vez menos vestígios”.

“Porém, a sua dimensão histórica e social não se esgota na história da industrialização da cidade, e nem sequer no período oitocentista, mas respeita a todo o Norte de Portugal, e a uma cronologia que se alarga, provavelmente, a épocas bem mais remotas, havendo razões para acreditar que no local ainda se conserva parte da Via Romana XVII, que ligava Braga a Astorga”, lê-se ainda na publicação.

A fábrica Confiança foi inaugurada em 1921, tendo produzido perfumes e sabonetes até 2005.

Em 2012, foi adquirida pela câmara, então presidida pelo socialista Mesquita Machado, por 3,6 milhões de euros.

Chegou a ser aberto um concurso de ideias para o edifício, mas entretanto em 2013 a câmara mudou de mãos e em setembro de 2018 a nova maioria PSD/CDS-PP/PPM votou pela venda, alegando que, por falta de fundos disponíveis para a reabilitação, o edifício se apresenta em “estado de degradação visível e progressiva”.

A alienação foi, desde sempre, contestada pela Plataforma Salvar a Fábrica Confiança e pelos partidos da oposição, que defendem que o edifício, face ao seu valor histórico e arquitetónico, deveria continuar na esfera pública e ser requalificado e transformado num espaço cultural.

A plataforma já interpôs três providências cautelares para tentar travar a alienação do imóvel, mas o tribunal não lhe deu razão.

A câmara, por sua vez, já promoveu duas hastas públicas para tentar alienar o imóvel, pelo preço base de 3,6 milhões de euros, mas não apareceu nenhum interessado.

Por isso, a Câmara admite a hipótese de disponibilização do edifício para ali ser construída uma residência universitária pública, com cerca de 300 camas.

No entanto, e como hoje disse o presidente da Câmara, tem havido “muito imobilismo” do Governo em relação a novas residências universitárias, com a aposta centrada em acordos com estabelecimentos particulares.

“Continuamos disponíveis [para ceder o imóvel da Confiança]”, referiu Ricardo Rio, considerando que o projeto é bom tanto para o Estado como para um promotor privado.

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Braga

Leva câmara e auriculares para lhe darem as respostas no exame de código em Braga

Aluna de escola de Guimarães pagou 500 euros por ajuda

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público acusou de corrupção três arguidos devido ao “esquema fraudulento” para que uma aluna de uma escola de condução de Guimarães tivesse ajuda no exame de código, a troco do pagamento de 500 euros.

Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que a aluna vai responder por um crime de corrupção ativa no sector privado, ao passo que os outros dois arguidos, incluindo o gerente da escola, vão responder por um crime de corrupção passiva no setor privado.

Segundo o Ministério Público (MP), a aluna, face a várias reprovações que já sofrera, pediu ajuda ao gerente da escola de condução de Caldas das Taipas, concelho de Guimarães, a troco de contrapartida.

O gerente terá arranjado uma terceira pessoa que, do exterior do centro de exames, indicaria à aluna, através de sistema de transmissão adequado, as respostas corretas.

A aluna pagou 250 euros ao gerente e outro tanto ao “ajudante”.

A prova teórica realizou-se em 22 de fevereiro de 2017, no Centro de Exames da ANIECA, em Braga.

Segundo a acusação, a aluna apresentou-se “sendo portadora, no seu corpo, de um sistema composto por telemóvel, aparelho wireless bluetooth com entrada de áudio, dois micro-auriculares, uma micro-câmara e um transmissor wireless, conforme instalação previamente operada pelo arguido que iria transmitir as respostas”.

Este arguido colocou-se no exterior do centro, de modo a receber as imagens da prova que a arguida lhe enviava através da câmara e a indicar-lhe, por chamada telefónica, as respostas que a mesma deveria dar.

Ainda segundo o MP, a aluna “realizou o exame nestes termos, movimentando o seu corpo de modo a que o arguido no exterior pudesse ver as questões”.

No entanto, o “esquema fraudulento” veio a ser percebido pelos funcionários do centro de exames, que convocaram as entidades policiais.

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Braga

Condutora entra em despiste e cai em silvado com declive de três metros em Braga

Acidente

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Uma condutora de 66 anos ficou ferida após o carro em que seguia ter-se despistado e caído a um silvado com um desnível de três metros, pelas 10:30, na manhã desta sexta-feira, na Avenida da Igreja, em Celeirões, Braga.

O carro capotou e rebolou, mas o silvado amortizou a queda. A mulher, que sofreu ferimentos ligeiros, teve que ser desencarcerada.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao que O MINHO apurou, a vítima teria pouca experiência de condução e teria adquirido o carro há pouco tempo.

A mulher foi estabilizada e imobilizada pelos Bombeiros Sapadores de Braga, que deslocaram seis operacionais e uma viatura de desencarceramento. Uma ambulância do INEM transportou-a para o Hospital de Braga

A vítima, residente em Celeirós, era a única ocupante da viatura.

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