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PS ‘recua’ e reduz vantagem sobre PSD nas eleições legislativas

Eleições Legislativas 2019 (sondagem)

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Foto: DR / Arquivo

O PS vence as eleições legislativas de 6 de outubro mas vê diminuir a vantagem sobre o PSD, que se situa agora nos 15,9 pontos percentuais, de acordo com uma sondagem da Pitagórica para a TSF e para o JN divulgada esta segunda-feira.

No estudo, os socialistas alcançam 39,2% das intenções de voto, recuando 4,4 pontos percentuais (p.p.)relativamente à sondagem sobre as legislativas realizada pela Pitagórica no mês anterior.

O PSD obtém 23,3%, recuperando 2,9 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao estudo de agosto, ficando agora a 15,9 p.p do PS.

O Bloco de Esquerda continua com 10% de intenções de voto, a mesma percentagem que tinha em agosto, embora veja a distância para a CDU recuar.

A CDU sobe um p.p. relativamente a agosto e obtém 7,7% das intenções de voto, o melhor resultado desde abril nas sondagens da Pitagórica.

Também a recuperar está o CDS-PP, que obtém agora 5,6% das intenções de voto, mais sete décimas do que no mês anterior.

O PAN permanece nos 3,2%, a Aliança estabilizou em 1,5% e o Livre consegue 0,9%, mais três décimas do que na sondagem de agosto.

O trabalho de campo da sondagem da Pitagórica para a TSF e o JN decorreu entre os dias 9 e 12 de setembro, através de 605 entrevistas telefónicas a que corresponde uma margem de erro máxima de 4,07% para um nível de confiança de 95,5%.

De acordo com a ficha técnica divulgada, a amostra foi recolhida de forma aleatória junto de eleitores portugueses recenseados e foi estratificada por género, idade e região, com uma taxa de resposta de 64,02%.

Nas três sondagens realizadas na semana passada (Intercampus, Aximage e ICS-ISCTE), apenas numa o PS atingia a maioria absoluta e em todas o PSD fica abaixo dos 25%.

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Projeto-piloto de ensino de português recebe mais de 100 candidaturas em França

Lingua Portuguesa

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Foto: Arquivo

O projeto-piloto que repôs a possibilidade de se fazer a especialidade de língua portuguesa no liceu em França teve cerca de 110 candidaturas na região parisiense e na Guiana Francesa.

“Na quarta-feira passada reuniu em Lisboa a Comissão de Acompanhamento do Acordo Bilateral [entre França e Portugal] em matéria de educação. Registamos que na nova oferta ao nível do ensino secundário, há 90 estudantes inscritos na Guiana Francesa e há perto de duas dezenas aqui em Paris”, anunciou Augusto Santos Silva, ministro do Negócios Estrangeiros, esta sexta-feira na capital francesa.

O anúncio vem depois de a França ter recuado na retirada do ensino de português como especialização de língua e cultura como prova de entrada na universidade após uma recente reforma introduzida pelo atual Governo francês fizesse com que o português deixasse de contar para os exames nacionais, tendo menor preponderância na nota final dos alunos

Esta experiência agora em vigor pode durar entre dois a três anos para perceber se há realmente alunos suficientes interessados nesta especialização.

“Vamos precisar de dois ou três anos para ver se é um sistema que pode funcionar a nível da língua portuguesa”, disse Anne-Dominique Vallières, inspectora geral da educação para o português em França, em declarações à Agência Lusa.

No entanto, segundo Anne-Dominique Vallières, a possibilidade de aprender português no liceu continua para todos os alunos que queiram aprender a língua de Camões como língua estrangeira, não contando é como especialidade para terminar o ensino secundário – algo que só interessará a quem quiser prosseguir estudos superiores de língua portuguesa.

Com os atrasos da implementação deste projeto piloto, apenas um liceu na região parisiense está a oferecer atualmente a possibilidade da língua portuguesa e culturacomo especialidade, levando o Instituto Camões a pedir mais esforços no próximo ano letivo ao Ministério da Educação francês.

“O que pedimos à parte francesa é que seja feita uma preparação cuidada, uma campanha de informação em conjunto, para que o número de inscrições possa crescer e até manifestámos o desejo que o número de escolas abrangido pudesse subir”, indicou Luís Faro Ramos, presidente do Instituto Camões, que diz que o facto de a decisão francesa “ter sido em cima” das inscrições pode ter reduzido o número de alunos que conheciam essa possibilidade.

O recuo foi conseguido antes do verão, com a introdução deste projeto piloto na Guiana Francesa, que faz fronteira com o Brasil, e em Paris, onde se concentra a maior comunidade de luso-descendentes, através dos esforços diplomáticos de todos os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa com Embaixador acreditado em França.

Os professores de português em França também se mobilizaram e lançaram uma petição, considerando a retirada do português como “uma discriminação” e alertando para o potencial decréscimo de alunos interessados em aprender português.

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Freguesias perdem receita com nova lei de registo dos animais

Dúvidas “são inúmeras”

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da maior freguesia do distrito de Bragança, Telmo Afonso, afirmou hoje que as juntas de freguesia vão perder uma fonte de receita com a entrada em vigor, no final de outubro, da nova lei de registo dos animais.

Até agora, segundo explicou à Lusa, são as juntas de freguesia que têm a competência de passar licenças e registar os cães, que, no caso da União de Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo, de Bragança, representava uma receita anual média de cinco mil euros.

A nova lei cria uma única base de dados nacional de registo dos animais e acaba com a obrigatoriedade da licença para os cães, com a exceção das categorias potencialmente perigosas e perigosas, que continuam a necessitar de licença obrigatória passadas pelas freguesias.

Uma das dúvidas que Telmo Afonso coloca é: “se os animais de companhia (cães e gatos) passam a ter registo feito pelos veterinários e não precisam de licença, todos as outras categorias de cães, desde a caça ou para fins económicos, onde vão ser licenciados e onde vão ser registados?”

“Neste momento ninguém sabe de nada e já perguntei a várias entidades”, afirmou à Lusa.

As dúvidas “são inúmeras”, como admite a Associação Nacional de Freguesias, a ANAFRE, numa publicação que já fez na página oficial da Internet dirigida às associadas.

A Lusa falou com o presidente da ANAFRE, Pedro Cegonho, que remeteu para a comunicação feita no sítio oficial da associação.

O presidente indicou à Lusa apenas que a ANAFRE “está a analisar o assunto e à espera de quem será o próximo responsável político para pasta” para fazer mais diligências, tendo em conta que a questão surge no momento da mudança de Governo.

Na comunicação, na Internet, a ANAFRE informa as associadas que “face às inúmeras dúvidas que têm vindo a ser suscitadas pelas Freguesias no que se reporta à aplicação” dos novos diplomas, “encetou diligências junto do Governo, no sentido de obter os necessários esclarecimentos sobre a matéria”.

“Mais se informa que assim que for obtida a referida explicitação, será a mesma devidamente divulgada neste Portal”, lê-se na comunicação feita às associadas.

O presidente da União de Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo, em Bragança, Telmo Afonso, só não tem dúvidas de que a nova legislação vai retirar competências e receitas às freguesias.

“Isso é mau para as juntas de freguesia que já elas são tão pouco financiadas e se já tinham pouco financiamento e se vão cortando o pouco financiamento que têm, não vemos como querem que possamos trabalhar”, considerou.

Na união de freguesias que dirige, Telmo Afonso indicou que “a media que arrecadava por ano de licenciamentos de todos os cães e mais os registos ronda os cinco mil euros”.

“É uma verba considerável para uma junta de freguesia que não pode ir arrecadar esse dinheiro a outro lado qualquer, não temos como fazer dinheiro”, vincou.

O autarca afirmou que acha “estranho ninguém falar disto a nível nacional porque é uma verba extremamente importante para o trabalho das juntas de freguesias”.

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Mais de meia tonelada de pescado e lulas apreendida em Aveiro

Na Gafanha da Nazaré

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Foto: DR/Arquivo

Mais de meia tonelada de pescado e 46 quilos de lulas foram apreendidos nos últimos dias pela Unidade de Controlo Costeiro da GNR de Aveiro, na Gafanha da Nazaré, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a GNR avança que o Subdestacamento de Controlo Costeiro de Aveiro apreendeu na sexta-feira 690 quilos de sardinha fresca, e 40 quilos de perca-do-Nilo congelada, na Gafanha da Nazaré.

A GNR fiscalizou uma viatura, que transportava o pescado em causa, sem qualquer documento que comprovasse a sua rastreabilidade, pelo que identificou a empresa proprietária do pescado, e depois elaborado o respetivo auto de notícia por contraordenação por falta de rastreabilidade, cuja coima pode chegar aos 75 000 euros.

De acordo com o comunicado, o pescado fresco foi entregue à lota de Aveiro e aguarda por inspeção higio-sanitaria, afim de lhe ser atribuído um destino final.

A mesma unidade de controlo costeiro, apreendeu na quinta-feira 46 quilos de lula vulgar (Loligo vulgaris), na lota de Aveiro e foi entregue no local para ser sujeito igualmente a inspeção higio-sanitária.

A apreensão foi realizada no âmbito de uma ação de fiscalização destinada ao controlo do cumprimento das normas que regem a descarga, transporte e comercialização de pescado fresco na lota de Aveiro.

Os militares detetaram, junto da vedação que delimita o recinto, o pescado no interior de sacos, indiciando a não sujeição do pescado ao regime de 1ª venda em lota.

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