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Guimarães

PS questiona Governo sobre atrasos na distribuição de correio pelos CTT em Guimarães

Alegada “falta de compromisso”

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Foto: Divulgação / PS Guimarães

O PS questionou o Governo sobre atrasos na distribuição de correios pelos CTT no concelho de Guimarães, solicitando que o ministro com a tutela “tome medidas no sentido” de que seja cumprido por aquela empresa o serviço postal obrigatório.

Em comunicado enviado nesta terça-feira à Lusa, o deputado socialista eleito por Guimarães Luís Soares denuncia que “os atrasos no correio continuam”, designadamente nas freguesias de Moreira de Cónegos, Lordelo, Guardizela, Conde e Gandarela.

O deputado refere que questionou o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, sobre a falta de compromisso dos CTT com a distribuição postal, recordando que em setembro confrontou “a administração dos CTT com esta situação que confirmou a existência de constrangimentos pontuais na distribuição de correio em diversas localidades”.

Segundo Luís Soares, “a empresa justificou esses atrasos com as renovações de contratos de prestação dos serviços de distribuição que provocaram algumas perturbações no fluxo normal de entrega de correio”.

Na ocasião, aponta o deputado, “a administração daquela empresa privada garantiu que a situação estaria resolvida até ao final do mês”, mas que, “infelizmente, passaram mais de dois meses e as queixas, a insatisfação e os atrasos mantêm-se”.

O socialista refere que, “segundo foi possível apurar, constata-se que esta situação acontece devido à falta de recursos humanos para a distribuição postal, à insuficiente subcontratação de empresas agenciadas para o cumprimento dessa obrigação e a falta de acompanhamento e controlo dos CTT das empresas que são subcontratadas.”

Por isso, Luís Soares critica a decisão do Governo PSD/CDS de Pedro Passos Coelho de privatizar os CTT, considerando que esta “levou ao encerrou de forma massiva balcões de proximidade aos cidadãos e à degradação do serviço postal universal, com grandes prejuízos para as pessoas, para as empresas, para a escolas, para os desempregados e para os mais idosos”.

A Pedro Nuno Santos, o deputado pede que “tome medidas, no sentido de que os CTT cumpram com o serviço postal a que estão obrigados”.

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