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Ave

PS questiona ação da Comissão de Proteção de Crianças no caso de Famalicão

Polémica sobre disciplina de Cidadania

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Foto: DR / Arquivo

Um grupo de deputados socialistas quer esclarecimentos sobre a atuação da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) no caso do pai que impediu os seus filhos de frequentarem a disciplina de Educação para a Cidadania.


A pergunta, dirigida à ministra do Trabalho Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, deu entrada na terça-feira na Assembleia da República e é assinada por 20 deputados da bancada do PS, tendo como primeiro subscritor João Paulo Pedrosa.

Estes deputados querem saber se o “incumprimento reiterado por parte do progenitor em levar os filhos à frequência das aulas da disciplina de Educação para a Cidadania e Desenvolvimento (ECD) deu lugar ao arquivamento do processo e envio ao Ministério Público”.

“Como se deu, neste processo, a articulação entre a CPCJ de Famalicão e o procurador do Ministério Público interlocutor com a CPCJ” e “à luz da lei de proteção de crianças e jovens, o que pensa a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens sobre o superior interesse desses dois alunos?”, questionam os deputados do PS.

Este grupo de deputados socialistas refere que, “nos últimos dias, os órgãos de comunicação social apresentaram ao país o exemplo do cidadão Artur Mesquita Guimarães que, durante dois anos, impediu os filhos (Tiago de 12 anos e Rafael de 15 anos) de frequentarem a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, no agrupamento de escolas Camilo Castelo Branco, no concelho de Famalicão, fazendo com que reprovassem por faltas, não obstante serem alunos de quadro de honra”.

Caso de alunos de Famalicão ‘chumbados’ por faltarem a disciplina chegou ao Parlamento

“O progenitor exibiu os filhos nos órgãos de comunicação social, de forma gratuita e desadequada, apenas com o propósito de assinalar e afirmar a sua discordância com uma disciplina do currículo nacional de ensino”, sustentam estes deputados do PS.

Na perspetiva dos deputados do PS, “a exposição e exibição pública nas televisões e nos restantes órgãos de comunicação social, a impossibilidade dos jovens frequentarem na escola as disciplinas e as matérias que o progenitor assim definiu e entendeu e, ainda, a consequente reprovação por faltas dos mesmos pode constituir uma ação suscetível de por em causa a promoção dos direitos e a proteção destes jovens, podendo mesmo estar em causa o seu bem-estar e desenvolvimento integral”.

Os deputados do PS querem ainda que o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, esclareça se o agrupamento de escolas Camilo Castelo Branco comunicou à CPCJ de Famalicão o absentismo dos jovens.

“E se, em consequência, tem conhecimento de ter sido aberto algum processo de promoção e proteção na respetiva CPCJ e como se processou a subsequente articulação entre a escola e a comissão”.

Em relação à ministra Ana Mendes Godinho, estes membros da bancada socialista perguntam se “a CPCJ de Famalicão abriu algum processo de promoção e proteção”.

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Ave

Homem em estado grave após prender perna em retroescavadora em Celorico de Basto

Acidente de trabalho

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foto: DR / Arquivo

Um homem de 53 anos sofreu ferimentos graves depois de um acidente de trabalho, ao início da tarde desta terça-feira, em Celorico de Basto.

De acordo com declarações recolhidas por O MINHO junto do comandante dos Bombeiros Celoriceses, a vítima estaria a proceder a trabalhos quando terá saído da retroescavadora e ficado com uma perna presa numa das lagartas.

“Foi estabilizado com ajuda da SIV de Fafe e transportado para o Hospital de Guimarães”, disse Fernando Gomes ao nosso jornal.

Foi considerado um ferido grave.

O acidente ocorreu no lugar de Pinhó, na União de Freguesias de Caçarilhe e Infesta.

O alerta foi dado às 14:08, segundo fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

A GNR registou a ocorrência.

 

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Guimarães

Hospital de Guimarães entre os oito finalistas ao prémio de excelência de resposta à covid-19

Healthcare Excellence

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Foto: DR / Arquivo

O Hospital da Senhora da Oliveira, de Guimarães, encontra-se entre os oito finalistas do Prémio Healthcare Excellence, graças ao seu projeto “Educar para Nascer”.

Este ano, a iniciativa vai distinguir projetos desenvolvidos no âmbito de resposta à pandemia de covid-19, tendo recebido um total de 70 candidaturas.

Os projetos finalistas serão apresentados na reunião final, no próximo dia 21 de outubro, no âmbito da Conferência de VALOR APAH.

Esta é já a sétima edição do Prémio Healthcare Excellence, promovido pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) e a biofarmacêutica AbbVie.

Entre os finalistas, além do Hospital da Senhora da Oliveira, estão outras sete instituições de saúde: ACES Douro Sul, Centro Hospitalar e Psiquiátrico de Lisboa, Centro Hospitalar e Universitário de São João, Health Cluster Portugal, Hospital Garcia de Orta, Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) e Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM).

Na reunião de finalistas, marcada para as 10:00 horas, do dia 21 de outubro, serão apresentados os projetos finalistas, com a presença dos membros do júri. O anúncio do vencedor do Prémio Healthcare Excellence será feita no mesmo dia, numa cerimónia agendada para as 17 horas.

Além da qualidade da apresentação final, a inovação e a replicabilidade em outras instituições de saúde são também critérios de avaliação.

A decisão ficará a cargo do júri presidido por Delfim Rodrigues, vice- presidente da APAH, e que integra Dulce Salzedas, jornalista da SIC, Ricardo Mestre, vogal do da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e Ricardo Mexia, presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública (ANMSP).

A reunião final de apresentação dos projetos, assim a cerimónia de anúncio do vencedor, serão transmitidos em livestream na página Facebook da APAH.

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Ave

Famalicão com mais de dois mil lugares de estacionamento gratuito na cidade

Obras públicas

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

Na sequência do arranque das obras de requalificação do Centro Urbano de Famalicão, que tornou inativo, durante o período de obras, dois parques de estacionamento em Famalicão – o Parque pago D. Maria II e o parque livre Mouzinho de Albuquerque (antigo campo da feira) – e na sequência da apreensão pública que surgiu na comunidade, a Câmara de Famalicão lembra as alternativas existentes em Famalicão ao nível do estacionamento público.

Em comunicado, a autarquia refer que existem parques grátis no Campo da Feira (800 lugares exceto à quarta-feira), na Devesa, junto à Central de Camionagem (347 lugares), na Casa das Artes (108 lugares), no Estádio Municipal – Rua S. Julião (50 lugares)
e ainda no Parque da Estação, com 70 lugares gratuitos para detentores de titulo de transporte público.

Para além destes, os famalicenses podem estacionar nos parques de estacionamento do Jumbo e do E-Leclerc, que disponibilizam “largas centenas de estacionamento público nas entradas Norte e Este da cidade”, recomenda a autarquia.

Por sua vez, existem ainda os parques pagos dos Paços do Concelho (239 lugares) e do Parque Sagres (150).

A intervenção em curso vai durar cerca de um ano, abrangendo o quarteirão urbano localizado entre as praças D. Maria II e Mouzinho de Albuquerque e ruas adjacentes, “dotando-as de mais e melhores zonas sociais e simultaneamente mais espaços para peões e para os modos de transporte suaves”, explicou a autarquia.

“Os efeitos esperados são a melhoria da qualidade de vida das populações residentes, uma maior atratividade da cidade, reforço da rede pedonal e ciclável complementada com o uso de transportes públicos, melhoria ambiental e qualificação dos espaços de utilização pública”, refere a Câmara de Famalicão.

A obra tem comparticipação do Norte 2020, através do programa FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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