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PS denuncia “discriminação política” nos apoios à natalidade

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Os vereadores do PS na Câmara de Vieira do Minho acusaram a maioria PSD/CDS de discriminação e perseguição política na atribuição dos incentivos à natalidade, uma acusação “liminarmente” refutada pelo presidente do município.

“Não há ninguém que possa dizer que veio à câmara receber o cheque e que não o levou na hora”, disse o presidente da câmara, António Cardoso.

Em comunicado, o PS alude a processos que deram entrada nos serviços da autarquia em 2013 e que “até hoje” ainda não foram pagos.

“Esta situação tem como única razão: o facto de os requerentes desses processos de 2013 serem apoiantes ou militantes do PS”, referem os socialistas.

Acrescentam que “não restam dúvidas que se trata mesmo de uma perseguição política e de uma discriminação primária e inqualificável” e de que “existe uma prévia seleção política dos processos a (não) pagar”.

“Desta forma, cai a máscara dos que dizem que tratam todos por igual e que nada têm a esconder. Não é verdade”, dizem ainda.

António Cardoso admitiu que em causa estarão dois processos relacionados com dois membros do gabinete de apoio do anterior presidente da câmara, Jorge Dantas, do PS.

“Pelos vistos, sentem-se mal em vir à câmara buscar o dinheiro, só pode ser isso. Mas no dia em que cá vierem, levam o cheque, na hora, como todos os outros”, assegurou António Cardoso.

O autarca disse ainda que, “ao contrário do que fazia o anterior executivo”, não vai “obrigar ninguém a tirar fotografias” junto dele e com o cheque na mão, “para fazer propaganda com os incentivos”.

Cardoso lembrou que o primeiro cheque que entregou após ter assumido funções em outubro de 2013 foi à filha de um candidato a uma junta de freguesia do concelho pelo PS.

Em causa está o programa “Vieira Nascer”, criado pelo anterior executivo (PS), que premiava todos os nascimentos no concelho com cheques de 700 euros para o caso de se tratar do primeiro filho do casal, 600 para o segundo filho e 500 a partir do terceiro.

Entretanto, a atual câmara decidiu alterar o regulamento, passando o incentivo apenas a contemplar os agregados familiares com um rendimento ‘per capita’ não superior a 400 euros.

Além disso, o apoio só atinge o valor máximo nos casos em que o rendimento ‘per capita’ do agregado familiar não exceda os 150 euros.

Acima desse rendimento, o apoio vai diminuindo gradualmente, fixando-se em apenas 50 por cento nos casos em que os agregados familiares ganhem por mês 400 euros.

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Ave

Jovem de 20 anos gravemente ferido em colisão em Cabeceiras de Basto

Acidente

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Foto: DR

Uma colisão entre duas viaturas na Avenida Capitão Elísio de Azevedo, em Arco de Baúlhe, Cabeceiras de Basto, provocou esta tarde dois feridos, um deles grave.

A vítima em estado grave é um jovem de 20 anos, condutor de uma das viaturas, que capotou. Teve de ser desencarcerado, apurou O MINHO junto de fonte dos Bombeiros Cabeceirenses.

A outra vítima, considerada ferido ligeiro, é um homem de 54 anos, que seguia no mesmo automóvel, mas não teve necessidade de ser desencarcerado.

Os dois feridos foram transportados para o Hospital de Guimarães.

O alerta foi dado às 16:57.

No local estiveram os Bombeiros Cabeceirenses com nove elementos, duas ambulâncias e um veículo de desencarceramento, a Cruz Vermelha de Arco de Baúlhe com dois operacionais e uma viatura, a SIV de Fafe e a VMER de Guimarães.

A GNR de Cabeceiras de Basto registou a ocorrência.

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Guimarães

UMinho na rota do futuro do ensino superior “pós-Covid”

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Na próxima terça-feira, dia 26 de maio, na Universidade do Minho (UMinho), em Guimarães, vai ter lugar uma sessão da iniciativa “Skills 4 pós-Covid – Competências para o Futuro”, promovida pela Direção Geral do Ensino Superior (DGES), com apoio da UMinho. A iniciativa pretende mobilizar as instituições de ensino superior, mas também outras entidades públicas e privadas, para uma resposta conjunta aos desafios suscitados pela Covid-19.

A sessão, com início agendado para as 11h, decorrerá no Auditório Nobre, no campus de Azurém, em Guimarães, contará com intervenções do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, do Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, do Pró-Reitor da UMinho, Manuel João Costa, de Mário Jorge Machado, CEO da Estamparia Adalberto, de António Carlos Rodrigues, CEO da Casais, e ainda de representantes da OCDE. Participarão na sessão professores e investigadores, empregadores, autarcas e estudantes.

O debate pretende “estimular uma rápida adaptação em práticas e abordagens de ensino, aprendizagem, trabalho e investigação, para melhor preparar a transição para o período pós-COVID-19″, refere o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES). A iniciativa, que visa identificar os principais constrangimentos, desafios e oportunidades trazidos pela pandemia, procura ao mesmo tempo antecipar o papel que as instituições de ensino superior terão no período pós Covid-19, fomentar novas abordagens no funcionamento e organização das mesmas e reforçar a resposta conjunta que os sistemas de ciência e ensino superior podem dar aos desafios criados.

Entre as iniciativas em debate destacam-se aquelas que visam empregar melhor, respondendo às necessidades específicas de diferentes segmentos de população alvo, desde os jovens recém-licenciados (23-35 anos de idade), aos profissionais à procura de formação complementar (35-55 anos de idade); fomentar a diversificação e especialização da oferta de ensino, conciliando a oferta de cursos e a introdução de práticas inovadoras de ensino e aprendizagem com as competências requeridas pelo mercado de trabalho; e alargar a base social do ensino superior, reforçando o desígnio de aumentar a qualificação formal da população portuguesa e, em particular, a participação de jovens de 20 anos no ensino superior dos atuais cerca de 50% para 60% até 2030.

De forma a garantir as normas de segurança recomendadas, nomeadamente o distanciamento físico entre os participantes na sessão, a capacidade do Auditório Nobre foi limitada.

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Guimarães

Homem morre na A7 em Guimarães

Sentido Fafe-Guimarães

em

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Um homem, de 56 anos, morreu ao final da tarde deste sábado na A7, ao quilómetro oito, em Guimarães, apurou O MINHO junto de fonte do CDOS de Braga.

A vítima, residente no Porto, seguia no sentido Fafe-Guimarães, entrando em despiste no troço que atravessa a união de freguesias de Abação e Gémeos.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

A vítima mortal seguia com a esposa, que sofreu ferimentos.

No local estiveram os Bombeiros e a SIV de Fafe, apoiados pela VMER de Guimarães.

Segundo disse a O MINHO o comandante Paulo Ferreira, dos Bombeiros de Fafe, o homem poderá ter sofrido um ataque súbito, que terá provocado o despiste.

“A esposa disse-nos que estiveram esta tarde em passeio em Ribeira de Pena e que a vítima se tinha queixado de uma dor no peito”, indicou o responsável de comando.

Quando se deu o acidente o homem ainda estaria vivo, mas à chegada dos bombeiros já estava em paragem cardiorrespiratória, não sendo possível inverter a situação.

O trânsito esteve condicionado na faixa onde ocorreu o acidente.

O alerta foi dado cerca das 20:00 horas.

O destacamento de trânsito da GNR registou a ocorrência.

(notícia atualizada às 22h01 com declarações do comandante dos Bombeiros de Fafe)

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