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Braga

Providência cautelar empata venda da Fábrica Confiança, mas ainda não há decisão

Entretanto, segundo o Bloco de Esquerda, o Ministério da Cultura diz estar “disponível prestar apoio ao Município desde que solicitado”. Ministério? “Nunca tem dinheiro!”, responde fonte da autarquia.

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Antiga fábrica Confiança, em Braga. Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

A Plataforma Salvar a Fábrica Confiança dá, esta tarde, uma conferência de imprensa, na Junta de Freguesia de S. Vítor, em Braga, para apresentar mais informação relativa à providência cautelar, assim como outras formas de defesa da Fábrica Confiança, que estão a decorrer noutras instâncias, e que serão reveladas em primeira mão”.

A Plataforma diz que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga aceitou a providência cautelar interposta por um grupo de seis cidadãos, que integram a Plataforma Salvar a Fábrica Confiança, para travar o processo de alienação do imóvel.

Desta forma, fica suspenso o processo de alienação do edifício que a Câmara Municipal de Braga tinha agendado para 20 de novembro, por um preço base de 3,8 milhões de euros.

A providência da Plataforma não foi, no entanto, – diz fonte camarária ligada ao processo – deferida pelo Tribunal, já que se tratou apenas de um ato de receção da mesma, o qual, em todas as providências cautelares tem, de imediato, efeito suspensivo.

Falta, ainda, que a Câmara Municipal a conteste, o que vai fazer invocando o interesse público da alienação e o facto de se tratar de um ato de gestão municipal. Depois disso, o juiz decidirá se a providência tem ou não efeito, e mesmo essa decisão é passível de recurso.

De qualquer modo, e embora teoricamente seja possível que o Tribunal se pronuncie até ao dia 20, tal não deve suceder o que obriga a Câmara a suspender a hasta pública.

Ministério disponível

Entretanto, em comunicado, o deputado do Bloco de Esquerda revelou que, em resposta a uma pergunta que dirigiu ao Governo sobre o processo da Fábrica Confiança (Braga), “foi comunicado ontem que, não obstante se tratar de um edifício propriedade do Município de Braga, o Ministério da Cultura está disponível para nesta matéria prestar apoio ao Município desde que solicitado”.

O parlamentar diz que “a suspensão da hasta pública, a visita para breve da Comissão Parlamentar da Cultura e a disponibilidade do Governo para apoiar uma nova solução, constituem elementos de um quadro favorável para que seja encontrada, com a participação dos movimentos cívicos, uma nova solução para a preservação do edifício da Fábrica Confiança”.

“O assunto é da maior relevância. Apelo ao Senhor Presidente da Câmara de Braga que estabeleça uma linha de diálogo com as várias entidades envolvidas neste processo e, com esta nova oportunidade aberta pela suspensão da hasta pública e com a disponibilidade da Assembleia da República e do Governo para colaborar, procure um novo plano para a Fábrica Confiança que evite a sua alienação”, refere.

Ministério? “Nunca tem dinheiro!”

Confrontado por O MINHO sobre a disponibilidade do Ministério, Ricardo Rio disse apenas que está “disponível para conversar com toda a gente”.

Uma outra fonte ligada ao processo desvalorizou “a vontade de conversar” do Governo: “O Ministério da Cultura nunca tem dinheiro para nada”, ironizou. E – acrescentou – “muito menos terá para financiar obras na Confiança e, sobretudo, para suportar os custos de financiamento.

“Isto não vai com conversas”, frisou.

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Braga

Conan Osíris (e respetivo bailarino) atua em Braga no Natal

“Por vezes nem a morte quer saber”

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Foto: Divulgação

Conan Osíris, o mentor da música vencedora da versão portuguesa do Festival da Canção, “Telemóveis”, está de regresso a Braga para atuar no Theatro Circo, mítica sala de espetáculos da cidade.

O concerto está inserido nas festividades de final do ano e decorre a 27 de dezembro, com os bilhetes já disponíveis para venda.

A chegada do mítico “rapaz do futuro”, que se faz acompanhar por um bailarino durante os concertos, ao Theatro Circo, “acontece após concertos em São Paulo, Berlim, Oslo, Paris e Barcelona, além dos maiores festivais e dos mais prestigiados palcos do nosso país”, anuncia a organização do evento.

“Telemóveis”, “Borrego”, “Amália” ou “Adoro Bolos” são alguns dos temas incontornáveis do cancioneiro de Conan Osiris, para ouvir e ver num espetáculo “que funde os limites da música e da dança numa performance única”.

“Conan apresenta a sua arte numa dualidade, como a própria vida, entre a simplicidade e a complexidade. É o rapaz do futuro que não esquece o passado e faz música normal, para viver e celebrar”, caracteriza a organização.

Terceira vez em Braga

Esta é já a terceira vez que o artista lisboeta se desloca a Braga para atuar. Em 2017, esteve no Theatro Circo, como convidado de um evento que reuniu vários talentos do país em termos de música mais experimental.

Já em 2018, e antes de vencer o concurso nacional da Eurovisão, Conan esteve em Braga, durante a Noite Branca, atraíndo centenas de curiosos e fãs que já conheciam a obra, amplamente divulgada pelas redes sociais.

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Braga

Identificado pela GNR por furto no interior de residência em Amares

Terá furtado diversos objetos

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Foto: DR / Arquivo

Um homem, de 42 anos, foi identificado, na passada-quinta-feira, em Amares, por suspeitas de furto no interior de residência, divulgou hoje o comando territorial de Braga da Guarda Nacional Republicana (GNR).

De acordo com aquele órgão de polícia criminal, a identificação deu-se na sequência de uma denúncia seguida de busca domiciliária que resultou na apreensão de diversos objetos alegadamente furtados da dita residência.

Os militares começaram por investigar a cena do crime, apurando de seguida a identidade do presumível autor do furto, na sequência de várias diligências.

A operação desencadeou-se com um mandato de busca domiciliária, emitido por entidades judiciais, que culminou com a identificação do suspeito, fora de flagrante delito, e na apreensão de um televisor LCD e respetivo comando, uma antena portátil e diversos produtos de usos doméstico.

Os artigos apreendidos foram restituídos ao seu proprietário e o suspeito foi constituído arguido, tendo os factos sido remetidos ao Tribunal Judicial de Amares.

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Braga

Motociclista acidentado no Gerês morreu no hospital

Óbito

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

António Pires, de 38 anos, não resistiu aos ferimentos sofridos na sequência de uma colisão entre a moto que conduzia e uma viatura, na Estrada Nacional 304, em Ventosa, concelho de Vieira do Minho, nas entradas do Parque Nacional Peneda-Gerês.

“Tone Panadas”, natural de Vilar da Veiga, concelho de Terras de Bouro, acabou por morrer no Hospital de Braga, confirmou O MINHO junto de fonte hospitalar.

A vítima já estaria em situação de paragem cardiorrespiratória, na sequência do acidente, à chegada da equipa médica da VMER de Braga. Em conjunto com operacionais da delegação de Rio Caldo da Cruz Vermelha Portuguesa, conseguiram reverter a situação de António, ainda que por apenas algumas horas.

De forma a apressar a evacuação entre aquela zona montanhosa e o hospital central do distrito, militares da GNR acompanharam a ambulância que transportava a vítima.

Apesar de todos os esforços, tanto de equipas de emergência, como de autoridades e dos profissionais de saúde, António Pires acabou por sucumbir na unidade de cuidados intensivos daquele hospital.

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