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Braga

Projeto para ‘resort’ de luxo em quinta de Vila Verde ainda não passou ao papel

Turismo

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Foto: DR

O projeto para construção de um resort de luxo na freguesia de Cabanelas, em Vila Verde, ainda não passou para o papel, tendo primeiro que ser feito um Pedido de Informação Prévia à Câmara, algo que ainda não aconteceu.


A construção do empreendimento turístico está a ser equacionada pelo empresário Hernâni Vaz Antunes, um dos homens mais ricos de Braga, com ligações à empresa ALTICE, e que comprou aquela quinta em 2019 à família de Mesquita Machado.

O MINHO contactou o presidente da Câmara de Vila Verde, António Vilela, mas este não se quis pronunciar sobre o assunto por ainda estar tudo numa fase muito embrionária, podendo mesmo nunca chegar a acontecer.

Para aquela construção, é necessário proceder a alteração do Plano Diretor Municipal, uma vez que se situa em área agrícola.

A quinta em questão – Quinta do Salgueirô – pertenceu durante décadas à família Pachancho, uma das mais conhecidas famílias de industriais de Braga.

Ao contrário do que O MINHO avançou inicialmente, a quinta foi mesmo comprada por Mesquita Machado, há cerca de 20 anos, passando a mulher a gerir aquele espaço que produz vinho de marca com o mesmo nome da quinta.

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Braga

Foi beber para o café em Braga quando devia estar em isolamento. Acabou detido pela GNR

Covid-19

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Foto: DR

Um homem, de 57 anos, foi detido pela GNR durante esta sexta-feira, no concelho de Braga, depois de ter quebrado o confinamento obrigatório a que estava sujeito, face à pandemia de covid-19.

Na sequência de uma denúncia, os militares do posto territorial de Braga deslocaram-se a um estabelecimento comercial situado na freguesia de Tadim, encontrando o homem a consumir quando “deveria estar a cumprir o confinamento obrigatório determinado pela autoridade de saúde”.

Em comunicado, o comando territorial de Braga explica que o homem foi detido e acompanhado até ao domicílio, e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.

A GNR recorda que ficam em confinamento obrigatório, em estabelecimento de saúde, no respetivo domicílio ou noutro local definido pelas autoridades de saúde todos os doentes com covid-19, os infetados com SARS-CoV-2, e os cidadãos relativamente a quem a autoridade de saúde ou outros profissionais de saúde tenham determinado vigilância ativa.

“A violação do confinamento obrigatório constitui crime de desobediência”, recorda a GNR.

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Braga

Terras de Bouro isenta comerciantes e feirantes de rendas e taxas

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

A câmara de Terras de Bouro vai isentar de rendas, taxas e tarifas feirantes e comerciantes, apresentando as medidas como “mitigadoras” dos efeitos da pandemia de covid-19 no tecido empresarial local, anunciou hoje aquela autarquia.

Em comunicado, a autarquia explica que as medidas adotadas vão entrar em vigor dia 01 de dezembro e se vão prolongar até dia 31 de março de 2021.

Entre as medidas, está a “isenção de todas as tarifas da faturação de águas, saneamento e recolha de resíduos, dos consumidores não domésticos” e a isenção total de rendas de espaços e estabelecimentos comerciais celebrados com o município de Terras de Bouro”.

A isto, soma-se “a isenção de todas as taxas relativas aos feirantes e de todas as taxas de ocupação de via pública, por motivos comerciais”.

Portugal contabiliza pelo menos 4.276 mortos associados à covid-19 em 285.838 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 08 de dezembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado.

Durante a semana, o recolher obrigatório tem de ser respeitado entre as 23:00 e as 05:00, enquanto nos fins de semana e feriados a circulação está limitada entre as 13:00 de sábado e as 05:00 de domingo e entre as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,4 milhões de mortos no mundo desde dezembro do ano passado.

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Braga

Braga: DST premiada em concurso internacional de arquitetura

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A DST, empresa de Braga, foi premiada no concurso internacional “Architecture MasterPrize 2020”. O projeto “Capela”, implementado no campus da construtora, em Braga, foi distinguido no prestigiado concurso, que atribuiu ainda uma menção honrosa, na categoria “industrial buildings”, à fábrica bysteel fs, inaugurada no ano passado naquele complexo industrial.

Em comunicado, a empresa explica que ambos os projetos têm assinatura do arquiteto Nuno Capa, que, em 2019, foi reconhecido na categoria “Commercial Architecture”, com o projeto “Urbo Business Centre”, em Matosinhos, também promovido pelo grupo bracarense presidido por José Teixeira.

Inserida no jardim Teresa Gonçalves do complexo industrial da DST, a Capela “repousa no terreno como um lugar de reflexão, de descanso espiritual e de contemplação da envolvente”, é explicado em comunicado.

Foi idealizado para ser um lugar de recolhimento individual, diferente de outros espaços que existem no campus, e a sua localização, isolada dos edifícios, obriga a um percurso a pé, numa alusão ao caminho percorrido por um peregrino em reflexão.

Foto: João Morgado

Os dois volumes em betão aparente que a constituem estão afastados por uma incisão de atravessamento livre, separando assim o lugar do divino e o lugar humano. Não há qualquer ponto de contacto. No seu interior, os dois planos são habitados de forma tranquila, um por um banco para contemplação e o outro pela Cruz de Cristo suspensa, uma escultura cerâmica concebida pelo artista plástico Alberto Péssimo, professor da Cooperativa Árvore, que embora represente a religião cristã, se encontra num espaço de todos e para todos.

“Reconhecimento do trabalho que tenho vindo a desenvolver”

“Optámos pela construção em arquétipo de capela, com elementos modulares pré-fabricados que se repetem, encerrados nos topos nascente e poente por Uglass, actuando como vitrais para entrada de luz natural”, destaca Nuno Capa, citado no comunicado, adiantando ainda que “a entrada é garantida pela subtração de um dos módulos, aberta aos elementos naturais como a chuva, o sol, a neve e o vento habitualmente presentes no dia-a-dia dos trabalhadores. À noite, o feixe de luz que flui pela abertura e pelos extremos em Uglass, transforma estes blocos de betão numa matéria visualmente leve”.

A utilização de materiais como o betão, o vidro, o aço e o tijolo caracteriza a matéria construtiva deste projeto, tornando-os nobres, porque são materiais diariamente manipulados pelos trabalhadores do dstgroup.

Sobre a atribuição dos prémios, Nuno Capa considera que são “o reconhecimento do trabalho que tenho vindo a desenvolver para o dstgroup e do mérito das equipas de projecto, de gestão e de construção que demonstraram a mesma dedicação, quer em projectos de pequena escala como a Capela, quer em projectos de maior dimensão e complexidade como a unidade industrial da bysteel fs.” Para o galardoado, “trata-se de dois projectos complementares no contexto de trabalho, já que a Capela representa a importância da pausa no tempo de trabalho como descanso e reflexão, uma simbiose fundamental na cultura empresarial do grupo que enriquece e reforça a importância da arquitectura em qualquer contexto”.

Bysteel fs conquista menção honrosa no “Architecture MasterPrize 2020”

Resultado de um investimento de 17 milhões de euros, a bysteel fs foi a mais recente aposta industrial do dstgroup. Inaugurada no ano passado, na presença do primeiro-ministro António Costa, a unidade conta com 7000 m2 de construção em dois pisos e uma nave de 6 700m2, onde a luz natural flui para um trabalho dedicado de fabricação e assemblagem de envelopes arquitetónicos de fachada. Com assinatura do arquiteto Nuno Capa, foi agora reconhecida com uma menção honrosa na categoria “industrial buildings”, na edição deste ano do “Architecture MasterPrize”

José Teixeira refere, citado em comunicado, que “os prémios que ganhamos e a que nos candidatamos são uma espécie de pauta de avaliação dos nossos trabalhos. E nós precisamos que os nossos trabalhos sejam avaliados por elementos neutros”, sublinha. Sobre a origem da Capela, o responsável revela que “aconteceu, porque me foi oferecido um Cristo de uma dimensão considerável, pelo artista plástico Alberto Péssimo e quando o vi decidi que tinha de o colocar em lugar de destaque. Como temos tido foco na espiritualidade e na meditação para nos tornarmos mais leves e competitivos, desafiei o Nuno Capa, arquiteto que tem uma grande sintonia com as minhas orientações estéticas, para desenhar, a partir de elementos de obras, uma capela. O resultado foi uma peça austera e muito simples. Acrescentámos apenas uma lamparina a azeite”.

“O prémio é uma consagração do Nuno, com quem temos, de resto, ganho outros prémios”, finaliza José Teixeira.

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