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Projeto “Guimarães Inclusivo” promove emprego, ajuda famílias e qualifica instituições sociais

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A Câmara Municipal vimaranense apresentou o projeto “Guimarães Inclusivo”, um programa que já está em vigor e que tem como objetivo fundamental promover a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social, através de uma parceria efetuada entre organizações da economia social, tendo em vista a promoção do emprego e a prevenção da pobreza infantil, dotando ao mesmo tempo as instituições do concelho com melhores condições para trabalharem nas suas áreas específicas.

Este programa, que se realiza durante três anos, é promovido pelo Município e resulta de uma parceria entre a Sol do Ave, ADCL – Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Locais e cooperativa Fraterna. Até outubro de 2018, este projeto estima alcançar um universo de um milhar de vimaranenses e empregar, pelo menos, 300 pessoas. A iniciativa está enquadrada no programa “Contratos Locais de Desenvolvimento Social 3G”, numa aposta em torno de diferentes eixos de ação que confluem para a inclusão de indivíduos em situação de exclusão social.

“Temos o dever imperativo de agirmos e de respondermos no terreno, de um modo organizado, a solicitações de quem tem mais fragilidades. A área social, para mim, é das mais prioritárias! Não deixarei que faltem recursos, lidando cada situação com afeto e carinho. Temos a enorme responsabilidade de dar às nossas crianças um desenvolvimento harmonioso”, afirmou Domingos Bragança, presidente do Município de Guimarães, na apresentação pública deste projeto de intervenção social, que privilegia medidas ativas de emprego e formação profissional.

O programa prevê a realização de ciclos de eventos sobre cidadania ativa, com a dinamização de atividades intergeracionais que envolvam vários membros de famílias, sessões de carácter informativo e formativo, oficinas de competências pessoais e sociais, atendimento e aconselhamento em situações de crise, consultas de terapia familiar, grupos de autoajuda, mediação de conflitos familiares, promovendo a capacitação das famílias e a proteção e promoção dos direitos das crianças e jovens. Entre outros objetivos, promove a integração escolar e a inclusão de crianças e jovens com deficiência ou incapacidade, desenvolvendo-se nestes casos ações de estimulação cognitiva.

O projeto “Guimarães Inclusivo” contempla, também, o desenvolvimento de apoio técnico à auto-organização de associações sediadas nas habitações sociais do concelho, levando a cabo um trabalho de diagnóstico e de planeamento estratégico que sustente a ação daquelas associações. Um concurso de empreendedorismo e inovação social, a elaboração do “Manual do Associativismo Vimaranense” com as atividades e boas práticas desenvolvidas no concelho e a organização de uma “Feira das Associações” são alguns dos exemplos a concretizar no âmbito deste programa social.

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Ave

Armas e munições apreendidas a dois suspeitos de violência doméstica em Fafe

Suspeitos foram identificados

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Foto: DR / Arquivo

A GNR apreendeu armas e munições nas residências de dois homens, de 51 e 83 anos, identificados pelos crimes de violência doméstica no concelho de Fafe, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, aquela força policial avança que o homem de 51 anos maltratou física e psicologicamente, durante 14 anos, a sua companheira, de 62 anos.

Foi cumprido um mandado de busca domiciliária, tendo sido apreendida uma caçadeira, uma pistola adaptada para calibre 6.35 e 35 munições de vários calibres.

No segundo caso, os militares apuraram que o suspeito, de 83 anos, durante a relação de 53 anos, maltratava física e psicologicamente a sua mulher, de 81 anos, bem como as três filhas, quando eram menores de idade.

Também através de um mandado de busca domiciliária foi apreendida ao suspeito uma caçadeira e 41 munições de vários calibres.

Ambos os homens foram constituídos arguidos e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Guimarães.

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Guimarães

Capela da Senhora da Conceição é um património simbólico para Guimarães

Em Azurém

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

Este domingo, 08 de dezembro, assinalaram-se as celebrações religiosas em honra de Nossa Senhora da Conceição com uma razão extra para celebrar, depois de concluída a primeira fase das obras de restauro da Capela Senhora da Conceição, em Azurém, com apoio da Câmara de Guimarães, num valor a rondar os 400 mil euros.

Domingos Bragança, edil, visitou o monumento classificado e assinalou a “valorização patrimonial” da Capela Senhora da Conceição, sendo um imóvel classificado de interesse público do século XVI que “encontrava-se num estado muito mau de conservação cuja recuperação poderia ser irreversível se não fosse efetuada esta intervenção, perante o estado de degradação em que se encontrava”.

Nesta primeira fase da obra registaram-se intervenções de montra no restauro dos telhados, paredes, a torre sineira e sacristia, num processo que demorou dois anos. Segundo padre Queirós de Carvalho, “houve uma intervenção de fundo e delicada ao nível de paredes e telhados, com a recuperação total do edifício do sacristão, com ligação à capelinha” destacando as intervenções no teto da nave, soalhos e sacristia.

O pároco registou a colaboração da autarquia na atribuição do subsídio. Para completar a recuperação total é necessário ainda a intervenção do azulejo, nos altares laterais, na tribuna e ainda a recuperação do orgão do século XVII.

Definido como património vimaranense, a recuperação da Capela Nossa Senhora da Conceição merece especial atenção da câmara. Domingos Bragança considera “fundamental” a continuidade da recuperação do património, e nesse sentido já foi concretizada uma candidatura ao programa comunitário Norte 2020 para assegurar o investimento em falta.

“Concretizou-se uma parte importante da obra, mas nem tudo está feito e esperamos uma decisão sobre a candidatura submetida ao programa Norte 2020 para dar seguimento à segunda fase das obras”, vincou.

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Guimarães

Empresa de Guimarães investe 4 milhões e abre novo pólo com duas linhas de produção

Retalho de mobiliário e têxteis para o lar

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É a 13 de dezembro que nasce, com duas linhas de produção, a nova fábrica do grupo JOM, marca vimaranense dedicada a retalho de mobiliário e artigos para o lar

O novo espaço, que representa um investimento de cerca de quatro milhões de euros, ocupa mais de 8.500 metros quadrados, em Selho, Guimarães, onde foi, outrora, a sede de um grupo têxtil que, entretanto, se mudou para Vila do Conde [Têxteis Cães de Pedra].

Nas duas linhas que vão trabalhar em simultâneo, o “parque de máquinas” é moderno, e os colaboradores (sobretudo designers), estão preparados para inovar e criar artigos exclusivos.

A inauguração irá contar com a presença de João Neves [secretário de Estado da Economia], Jorge Ortiga [Arcebispo de Braga] e Domingo Bragança [presidente da Câmara de Guimarães].

Com faturação de mais de 40 milhões, em 2018, o grupo de Joaquim Oliveira Mendes conta já com 22 lojas em todo o país, depois da abertura, em novembro, de uma “super-loja” na zona industrial do Porto, em investimento de 4.5 milhões.

O grupo JOM fabrica e comercializa produtos para o lar, como móveis, sofás, colchões, eletrodomésticos, artigos de iluminação, decoração e têxteis.

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