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Braga

Programa que promove consumo de fruta e legumes já chegou a 10 mil crianças de Braga

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O Município de Braga assinalou esta quarta-feira o arranque da 7.ª edição do ‘Programa 5 Ao Dia’, uma iniciativa que visa a promoção do consumo diário de 5 frutos e/ou hortícolas junto de crianças em idade escolar.

Em comunicado, a autarquia explica que o programa, desenvolvido em colaboração com o Mercado Abastecedor da Região de Braga (MARB) e com a Associação 5 Ao Dia, nos últimos seis anos, já chegou a cerca de dez mil crianças, estimando-se que, no presente ano lectivo, as iniciativas abranjam mais de 1.800 alunos do 4.º ano de escolaridade.

“Conscientes da importância social do Programa 5 ao Dia e do contributo do mesmo para a melhoria dos hábitos alimentares das crianças, neste ano lectivo de 2016/2017 as entidades promotoras do projecto decidiram alargar a iniciativa a outros concelhos do distrito de Braga. Assim, o programa passa a contar com a participação de alunos dos concelhos de Esposende, Amares e Terras de Bouro”, informa.

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Na sessão inaugural do programa, na qual participaram meia centena de crianças do 4.º ano das EB1 de Figueiredo e de Escudeiros, ambas pertencentes ao Agrupamento de Escolas de Celeirós, a vereadora da Educação do Município de Braga, Lídia Dias, destacou o carácter pedagógico da iniciativa, não apenas para as crianças, como também para as famílias.

“Ao trabalharmos estas boas práticas de alimentação nas crianças, estamos também a chegar aos pais e às famílias, consciencializando-os para a importância de fazer uma alimentação cuidada e equilibrada”, referiu.

Para potenciar uma alimentação saudável e promover a alteração de hábitos alimentares, o Programa ‘5 Ao Dia’ desafia os alunos a participar em diferentes ateliês, desde a realização de sementeiras de leguminosas, passando pela preparação de uma salada de fruta e pela visualização de um filme alusivo à temática. Nestas actividades, as crianças são acompanhadas e orientadas por equipas técnicas da Universidade do Minho, da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima, da Câmara Municipal e do MARB.

De referir que o Programa 5 ao Dia é desenvolvido noutros mercados abastecedores do país contando com a colaboração de entidades como a Administração Regional de Saúde do Norte e da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte.

Este ano, o programa conta com a parceria da NUTRI Ventures Corporation, entidade detentora de uma marca de entretenimento infantil que promove, exclusivamente, a alimentação saudável em mais de 30 países do mundo, e cujas séries de animação são transmitidas em Portugal. Fruto desta parceria procedeu-se à concepção e produção de um novo ‘Livro 5 ao Dia’ que será distribuído às crianças.

 

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Braga

Dois feridos em acidente em Braga

EN 14

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Duas pessoas ficaram feridas, esta terça-feira à noite, após colisão entre dois veículos, na Estrada Nacional (EN) 14, em Vimieiro, Braga.

Ao que O MINHO apurou junto de fonte dos bombeiros, “as vítimas sofreram ferimentos ligeiros”.

No local, estiveram os Bombeiros Sapadores de Braga, com desencarceramento para retirar uma vítima, e o INEM.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A GNR Braga tomou conta da ocorrência.

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Braga

Joaquim Barreto e Ricardo Costa na corrida à Federação de Braga do PS

Política

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Foto: DR/Arquivo

O deputado Joaquim Barreto e o vereador na Câmara de Guimarães Ricardo Costa já anunciaram a sua candidatura à liderança da Federação Distrital de Braga do PS, nas eleições marcadas para 14 de março.

Joaquim Barreto preside à Federação do PS desde 2014 e candidata-se a um novo mandato, com o slogan “Primeiro o distrito. Primeiro o partido”.

Já Ricardo Costa, na primeira vez que concorre à Federação, escolheu o slogan “Todos como um. Todos um”.

Em relação ao mandato que agora está a terminar, Barreto destaca a vitória do PS em Braga nas eleições Europeias e nas Legislativas.

Neste último caso, refere que, a seguir ao Porto, Braga foi o distrito em que o PS mais cresceu em número de votos, elegeu mais um deputado do que em 2015.

Já Ricardo Costa coloca o foco nas autarquias, sublinhando que o PS “apenas” governa 4 dos 14 concelhos do distrito de Braga.

Diz ainda que, nas Autárquicas de 2017, em seis concelhos do distrito houve listas independentes protagonizadas por dissidentes do Partido Socialista, designadamente em Barcelos, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vizela e Fafe.

Ricardo Costa lembra ainda que, dos 4 atuais presidentes de Câmara do PS, dois foram escolha da Direção Nacional do partido, “contra a vontade da Federação”.

A esta leitura, Joaquim Barreto responde com a mensagem de apoio de Ricardo Costa quando, em 2018, se candidatou a um novo mandato à frente da Federação.

“Se as Autárquicas foram em 2017 e se o cenário foi assim tão negro, como se compreende o testemunho de apoio que [Ricardo Costa] publicou em 2018?”, refere Barreto.

Ricardo Costa alude ainda à avocação, pela Direção Nacional do PS, da lista de deputados pelo círculo de Braga, considerando que é reveladora dos “erros e da falha da estratégia” da Federação na coordenação do processo.

Para as eleições de 14 de março, Barreto diz que conta com o apoio dos presidentes de 11 das 14 concelhias, sendo as exceções Barcelos, Vila Verde e Famalicão.

Ricardo contrapõe que a sua candidatura é “das bases”, de cada militante do PS, e lembra que “o voto do militante mais prestigiado vale tanto como o voto do militante mais anónimo e desconhecido”.

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Braga

Trabalhadores do Hospital de Braga marcam greve para 10 e 12 de março

Contra a “discriminação inaceitável”

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Foto: Arquivo

Os trabalhadores do Hospital de Braga vão fazer greve em 10 e 12 de março, em protesto contra a “discriminação inaceitável” de que consideram estar a ser vítimas em termos laborais, salariais e de carreira, anunciou hoje fonte sindical.

Segundo Orlando Gonçalves, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN), as greves serão acompanhadas de manifestações frente ao Hospital de Braga, no primeiro dia, e junto ao Ministério da Saúde, em Lisboa, no segundo.

Os protestos foram hoje decididos após um plenário que teve lugar no Hospital de Braga.

“O Hospital de Braga já é EPE [entidade pública empresarial] desde 01 de setembro mas o que é certo é que para os trabalhadores nada mudou. Não há ACT [acordos coletivos de trabalho] e, sem eles, não há igualdade salarial, não há as 35 horas, não há avaliação de desempenho que permita a progressão na carreira”, criticou Orlando Gonçalves.

O sindicalista apontou que os assistentes técnicos estão a ganhar 635 euros, o mesmo que os assistentes operacionais, quando nos restantes hospitais EPE o salário é de 683 euros.

Disse ainda que há casos de trabalhadores acabados de contratar que ganham mais do que os que lá estão há uma década.

“Estamos a estudar esta situação do ponto de vista jurídico, porque nos parece inconstitucional e ilegal”, disse ainda Orlando Gonçalves, admitindo que pode haver matéria para uma ação em tribunal.

O líder sindical considera que não há “razão nenhuma” para, passados seis meses, os trabalhadores do Hospital de Braga estarem a ser “discriminados” e não aceita a “explicação” dada pelo Ministério da Saúde para a demora na aplicação dos ACT.

“Dizem-nos que é preciso aguardar pela autorização do Ministério das Finanças, mas nós não queremos saber se a culpa é de A, B ou C. O que queremos é que o Governo resolva a situação já”, sublinhou.

Contactado pela Lusa, o Hospital de Braga remeteu para um comunicado emitido em 10 de fevereiro, em que refere que está a “ultimar” o procedimento de adesão aos acordos coletivos de trabalho, para universalizar o horário de 35 horas semanais e garantir as atualizações salariais.

O hospital sublinha que o objetivo último é “garantir a igualdade” entre os profissionais, valorizando e motivando os profissionais.

“Neste momento, está a ser ultimado o procedimento de adesão a estes acordos [coletivos de trabalho], tendo sido previsto no orçamento de 2020 os respetivos impactos financeiros, quer das atualizações salariais, quer da necessidade de recursos necessários com a passagem do horário normal de trabalho para as 35 horas semanais”, lê-se no comunicado.

O Hospital de Braga foi gerido pelo Grupo Mello Saúde até 31 de agosto de 2019, data a partir da qual a gestão passou para a esfera pública.

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