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Braga

Professor de Medicina toma posse como pró-reitor da UMinho

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Foto: DR

Manuel João Costa, professor da Escola de Medicina da Universidade do Minho, toma posse esta sexta-feira, dia 14, como pró-reitor para os Assuntos Estudantis e Inovação Pedagógica. A cerimónia decorre às 14:30, no salão nobre da Reitoria, no Largo do Paço, em Braga.


Manuel João Costa nasceu em 1969 em Cedofeita, distrito do Porto. Licenciou-se em Bioquímica pela Universidade do Porto e doutorou-se em Ciências Biomédicas pela mesma instituição. É professor associado da Escola de Medicina (EMUM), onde leciona desde 2004. Nesta Escola foi coordenador da Unidade de Educação Médica, bem como responsável pela realização do estudo longitudinal da EMUM e pelo desenvolvimento do processo de seleção dos candidatos ao concurso especial de acesso ao curso de Medicina por titulares do grau de licenciado. Foi membro do Conselho Geral da UMinho entre outubro de 2017 e setembro de 2018. É membro do Centro de Inovação e Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem (IDEA) da UMinho.

Investigação em Saúde

A Reitoria revelou hoje que a sua atividade “incide na inovação de práticas pedagógicas no ensino superior e na investigação da educação na área da saúde, em particular na educação médica”. Em Portugal, participou na fundação da Rede de Investigação em Educação Médica, estando associado a inúmeras iniciativas de desenvolvimento e inovação no ensino-aprendizagem. Já organizou diversos cursos de desenvolvimento de práticas pedagógicas para docentes do ensino superior em Portugal, Espanha e Brasil. Internacionalmente, tem exercido funções em comissões ligadas à sua área de intervenção e é, atualmente, membro da direção da Sociedade Espanhola de Educação Médica. O seu currículo inclui cerca de 60 publicações científicas.

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Braga

GNR assistido no hospital por inalação de fumo em incêndio urbano em Vila Verde

Prado

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Foto: DR / Arquivo

Um militar da GNR teve que receber tratamento hospitalar na sequência de um incêndio numa habitação em Prado, Vila Verde, na manhã desta quarta-feira. O militar foi transportado ao Hospital de Braga por inalação de fumo e, entretanto, já teve alta.

Uma jovem de 21 anos, residente na habitação e única pessoa que se encontrava na mesma quando o incêndio deflagrou, também teve que ser transportada para o hospital.

O alerta para o incêndio foi dado pelas 09:19.

Os Bombeiros de Vila Verde combateram as chamas.

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Braga

Homem tenta matar cunhado com tesoura de podar por causa de partilhas em Braga

Polícia Judiciária investiga

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Foto: DR / Arquivo

Um homem de 73 anos agrediu com uma tesoura de poda um cunhado, de 60 anos, por volta das 18:30 de terça-feira, em Este S. Pedro, Braga, confirmou O MINHO junto de fonte do Comando Territorial da GNR. O caso está a ser tratado como tentativa de homicídio, pelo que a investigação foi entregue à Polícia Judiciária (PJ).

Ao que O MINHO apurou, na origem da contenda estará uma questão de partilhas, sendo que já há um histórico de discussões entre ambos e outros familiares por esse motivo.

A vítima, atingida no peito, sofreu ferimentos ligeiros e recebeu assistência médica no Hospital de Braga.

“Estamos a investigar para apurar o que se passou. Os intervenientes já estão identificados mas ainda não há detidos”, referiu fonte da PJ à Lusa, acrescentando que, além do homem, também uma mulher ficou ferida, “aparentemente” sem gravidade.

“Estamos a investigar para apurar o que se passou. Os intervenientes já estão identificados mas ainda não há detidos”, acrescentou.

Os militares da GNR do Posto do Sameiro acorreram ao local, mas, por se poder tratar de uma tentativa de homicídio, foi chamada a PJ de Braga.

Notícia atualizada às 12h55 com as declarações da PJ à Lusa.

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Braga

Braga foi o segundo distrito do país com mais área ardida em 2020

Incêndios

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Foto: DR

O fogo posto e as queimas e queimadas foram as principais causas dos incêndios florestais registados este ano e investigados até 15 de setembro, segundo o último relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

O relatório provisório de incêndios rurais do ICNF avança que as causas mais frequentes dos incêndios, até 15 de setembro, foram o “incendiarismo – imputáveis” (36%), seguido das queimas e queimadas (27%) e reacendimentos (12%).

O ICNF sublinha que, entre 01 de janeiro e 15 de setembro, se registaram 8.807 fogos, 5.444 dos quais foram investigados, o que representa 62% do número total de incêndios e responsáveis por 37% da área ardida.

O documento refere que, destes incêndios, a investigação permitiu atribuir uma causa a 3.502 incêndios (64% dos incêndios investigados e responsáveis por 33% da área total ardida).

O relatório precisa que, entre 01 de janeiro e 15 de setembro, os 8.807 incêndios rurais provocaram 66.116 hectares (ha) de área ardida, entre povoamentos (33.185 ha), matos (26.171 ha) e agricultura (6.760 ha).

De acordo com os dados provisórios, a área ardida aumentou este ano cerca de 60% em relação ao mesmo período de 2019, tendo até 15 de setembro ardido mais 25.000 hectares de floresta.

Por sua vez, deflagraram este ano menos 829 incêndios florestais (8,6%) do que em 2019.

“O ano de 2020 apresenta, até ao dia 15 de setembro, o segundo valor mais reduzido em número de incêndios e o sexto valor mais reduzido de área ardida, desde 2010”, lê-se no relatório.

O incêndio que este ano consumiu mais área ardida foi o que se registou a 13 de setembro no concelho de Proença-a-Nova (distrito de Castelo Branco), onde arderam 16.510 hectares de florestas.

O ICNF sublinha que os incêndios com área ardida inferior a um hectare são os mais frequentes, representando 86% do total, e que ocorreram, até 15 de setembro, 11 incêndios com área ardida superior ou igual a 1000 hectares, aqueles que são considerados os fogos “de maior dimensão”.

Por sua vez, registaram-se 62 “grandes incêndios”, aqueles que têm uma área ardida igual ou superior a 100 hectares, e que resultaram em 56.223 hectares de área ardida, cerca de 85% do total da área ardida.

O ICNF frisa também que o maior número de incêndios se registaram nos distritos do Porto (2.355), Braga (943) e Aveiro (617), mas foram maioritariamente fogos “de reduzida dimensão” e não ultrapassam um hectare de área ardida.

O distrito mais afetado em área ardida foi Castelo Branco, com 25.872 hectares, cerca de 39% da área total ardida até 15 de setembro, seguido de Bragança, com 6.414 hectares, e de Vila Real(5.440 hectares).

Segundo os dados provisórios, o mês de julho foi aquele que apresenta o maior número de incêndios rurais, com um total de 3.112, mas no que respeita à área ardida, setembro foi o mês que registou maior área ardida este ano, com um total de 27.492 hectares.

O relatório do ICNF concluiu que a área ardida este ano é aquela que era “expectável” tendo em conta a severidade meteorológica verificada.

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