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Região

Professor da UMinho vence prémio de investigação na área da optometria

Investigação

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Foto: DR

José Manuel González-Méijome, professor da Universidade do Minho e coordenador de uma rede de investigação internacional em optometria, venceu esta semana o “Prémio Essilor Excelência da Óptica” na categoria de Inovação/Investigação. Esta primeira edição da iniciativa foi organizada pela Cofina, Essilor, Intercampus GFK e Associação Nacional dos Ópticos.


“Estou muito satisfeito pela distinção, pois o trabalho que se vê de um cientista é quase sempre a ponta de um icebergue imenso, mas, citando o ator Marcos Caruso, peço que os prémios me tragam menos vaidade e mais responsabilidade”, frisa González-Méijome. “Dedico este reconhecimento à UMinho (tem 30 anos de aposta clara na investigação e no ensino em optometria e ciências da visão), bem como aos colegas da Escola de Ciências, investigadores, parceiros e empregadores dos nossos graduados, desde a indústria às unidades de saúde”, diz. “Continuaremos empenhados a criar conhecimento para a sociedade, a interagir com legisladores e a associação profissional para regulamentar a profissão e a contribuir para afirmar Portugal nesta área”, acrescenta.

O responsável nota que o país tem tido uma evolução notável na investigação em optometria e ciências da visão, com capacidade de captação de projetos competitivos, participação em redes internacionais, produção e licenciamento de patentes, publicação de artigos nas principais revistas científicas e integração em equipas multidisciplinares de investigação básica e clínica. “Este cenário é em grande medida movido pela criação de mestrados e doutoramentos neste âmbito, sendo a Universidade do Minho seguramente o exemplo nacional mais destacado”, realça.

José González-Méijome leciona há duas décadas na UMinho, onde dirige o Laboratório de Investigação em Optometria Clínica e Experimental, o Departamento de Física e o doutoramento em Optometria e Ciências da Visão. Coordena a rede internacional “OBERON”, que tem 3.9 milhões de euros da Comissão Europeia, um dos maiores apoios de sempre para investigação em optometria e ciências da visão na Europa. Preside também o Comité Educacional da Academia Europeia de Optometria e Ótica, é editor-chefe do “Journal of Optometry” e está no board das revistas “PLOS One”, “BioMed Research International”, e “Journal of Ophthalmology”. Primeiro membro honorífico da Sociedade Galega de Optometria Clínica, foi eleito Optometrista Internacional do Ano 2016, Prémio de Mérito Científico da UMinho em 2018 e é autor de mais de 200 publicações científicas e de 450 comunicações.

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Ave

Despiste provoca um ferido grave em Famalicão

Acidente

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Um despiste de um veículo ligeiro provocou um ferido grave, ao final da tarde desta segunda-feira, em Vale S. Cosme, Famalicão, disse a O MINHO fonte do CDOS.

A vítima, cuja idade não foi possível apurar, foi transportada para o Hospital de Famalicão.

Os Bombeiros Famalicenses prestaram socorro e tiveram apoio da VMER de Famalicão num total de nove operacionais e três viaturas.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

Hospital de Braga diz que enfermeiros passam ao quadro dentro de dias

Saúde

em

Foto: DR / Arquivo

O Hospital de Braga anunciou hoje que “nos próximos dias” a situação dos enfermeiros contratados a termo para acudir à pandemia de covid-19 deverá estar regularizada, no sentido de se garantir a permanência daqueles profissionais.

Entretanto, aqueles enfermeiros continuam a receber cartas dando conta da caducidade dos respetivos contratos.

Numa carta a que a Lusa hoje teve acesso, datada de 09 de novembro, o Hospital de Braga comunica a uma enfermeira que o seu contrato, celebrado em 31 de março, “caducará com efeitos a partir de 30 de novembro, sendo este o último dia de trabalho”, a não ser que o hospital “obtenha autorização expressa para alteração do vínculo para sem termo”.

A dispensa daqueles profissionais já tinha sido denunciada, no início do mês, pela Ordem e pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que criticaram o facto de a não renovação dos contratos estar a acontecer “em plena pandemia”.

Em causa estão, segundo o SEP, 86 enfermeiros, que assinaram em março contratos de quatro meses, automaticamente renováveis, perfazendo agora oito meses de trabalho.

A conversão destes contratos em contratos de trabalho sem termo terá de ser autorizada por despacho do Ministério da Saúde, sob proposta da administração do hospital.

“São 86 enfermeiros imprescindíveis, a fazer face a necessidades permanentes, integrados e já com experiência, que a administração pretende ‘despedir’, apesar do quadro legal em vigor permitir contratar”, refere o sindicato.

Contactada pela Lusa, a administração do hospital sublinha que aqueles enfermeiros “continuam em funções”, estando o Conselho de Administração “a envidar todos os esforços para que aqueles contratos a termo se convertam a contratos sem termo e assim se mantenham todos os enfermeiros contratados em funções”.

“Nos próximos dias, a situação dever-se-á encontrar regularizada, no sentido de se garantir a permanência destes profissionais no Hospital de Braga”, acrescenta.

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Alto Minho

Covid-19: Mais duas mortes em Caminha e Valença desde sexta-feira

Dados locais

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Valença. Foto: DR

Os concelhos de Caminha e Valença registaram, cada um, mais uma morte por covid-19, desde a passada sexta-feira, de acordo com o boletim epidemiológico da ULSAM – Unidade Local de Saúde do Alto Minho, atualizado às 17:00 desta segunda-feira.

Caminha regista agora um total de sete óbitos. E tem, neste momento, 151 casos ativos, mais 16 nos últimos três dias.

Desde o início da pandemia, soma 350 infeções, das quais 192 pessoas já recuperaram.

Valença regista agora um total de dois óbitos. E tem, neste momento, 130 casos ativos mais 14 do que na passada sexta-feira.

Desde o início da pandemia, soma 296 infeções, das quais 164 pessoas já recuperaram.

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