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Braga

Produtos desenvolvidos em Braga presentes na maior feira de tecnologia do mundo

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A Criam e a Findster, duas startups de hardware finalistas dos programas de aceleração da Startup Braga, vão estar entre 03 a 08 de janeiro a representar Portugal na maior feira de tecnologia do mundo, a CES (Consumer Electronics Show) em Las Vegas.

Em comunicado, a Startup Braga explica que a participação vem na sequência de terem sido as primeiras startups portuguesas a fazer parte dos programas da HAX, a maior aceleradora de hardware do mundo.

A CRIAM desenvolveu um dispositivo para deteção automática, portátil e rápida do tipo de sangue e doenças tendo estado os últimos 3 meses a desenvolver o seu protótipo em Shenzhen, no HAX China. A Findster vai apresentar o Findster Duo oficialmente na CES, o resultado da campanha de “crowdfunding” mais bem-sucedida em Portugal, após terem estado no início do ano em São Francisco, no HAX Boost.

Apostando numa visão de “dispositivo como plataforma” para a área da saúde, a CRIAM desenvolveu um dispositivo médico inovador que possibilita a deteção do tipo de sangue e de doenças de uma forma automática, portátil e rápida. Após a participação no 3º programa de aceleração da Startup Braga em 2016, a CRIAM tornou-se a segunda startup portuguesa a ser selecionada pela HAX, a maior aceleradora mundial de hardware. Para além de investimento, o programa da HAX na China garantiu à CRIAM o desenvolvimento do protótipo no centro mundial do hardware, Shenzhen na China, onde a equipa passou os últimos 4 meses.

No início de 2016, a Findster, também ela saída da Startup Braga, foi a primeira startup portuguesa a se juntar à HAX, neste caso através do HAX Boost, um programa focado em promover as vendas de produtos inovadores de hardware, e que decorreu em São Francisco. A Findster participou no 1º Programa de Aceleração da Startup Braga e tendo lançado o seu dispositivo de localização de crianças em 2014 na plataforma de “crowdfunding” Indiegogo. Com uma nova versão destinada à monitorização de localização e de atividade de animais domésticos, o Findster Duo, fizeram a campanha mais bem-sucedida em Portugal deste género, onde angariou 250 mil dólares em apenas 45 dias no Kickstarter em Outubro de 2016.

A participação da CRIAM e da Findster no HAX abriu as portas das duas startups do Norte à CES (International Consumer Electronics Show), que começou no dia 3 e decorre até 8 de Janeiro de 2017, em Las Vegas, EUA, no que é considerada a maior feira de tecnologia do mundo, onde cerca de 3,800 empresas como a LG, Sony ou Samsung apresentam ao mundo as novas propostas de produtos para 2017. Esta participação engloba-se naquilo que vai ser a mostra dos produtos que passaram pelos programas da HAX em todo o mundo, e vai decorrer no Eureka Park, nos expositores 51248-51253, assim como nos 51645, 51643, 51641 e 51639.

Estamos a reinventar a forma como os testes ao sangue são feitos hoje em dia, permitindo que estes sejam, por exemplo, feitos a bordo de uma ambulância, de forma automática e rápida. Queremos com este produto combater a ineficiência do uso de sangue em caso de emergência, permitindo a determinação do tipo de sangue necessário para transplante ainda antes de chegar ao Hospital”, explica Vitor Crespo, CEO da CRIAM.

“A nossa visão é alargar o tipo de testes de doenças que podem ser feitos, com um equipamento portátil e automático, levando estas ferramentas de diagnóstico onde os Hospitais e os laboratórios não conseguem chegar, por isso a visibilidade mundial de uma CES é o ideal para nós neste momento”, acrescenta.

A CRIAM conta já com o protótipo final concluído, estando a desenvolver a certificação clínica com o Centro Clínico Académico de Braga. A startup tem já acordos de distribuição assegurados para os mercados Europeus, India e EUA. Tem ainda em desenvolvimento a possibilidade de deteção de outras doenças como o VIH ou a Meningite, a partir de amostras de sangue.

“Na nossa primeira campanha ficou claro o peso que o mercado dos Estados Unidos tinha para o nosso produto, pelo que a participação no programa da HAX em São Francisco nos abriu as portas para aumentarmos as vendas lá”, explica David Barroso, CEO da Findster. “O mundo tem os olhos postos nos produtos inovadores que surgem nos Estados Unidos, e a presença da Findster na CES coloca-nos nessa montra mundial”, acrescenta.

A Findster, após as campanhas de sucesso, já fez o envio dos seus dispositivos para países em todo o mundo, e vai lançar oficialmente na CES o seu novo produto, o Findster Duo, que já tem compradores espalhados por mais de 60 países.

 

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Braga

Eleições PSD: Há 12 mil militantes ativos em Braga, mas só 9% pagaram as quotas

Apenas 1.776 militantes poderiam votar no distrito, se as eleições fossem hoje

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Foto: Divulgação / PSD (2017)

A um mês do fecho dos cadernos eleitorais no PSD, há hoje perto de 20.000 militantes com as quotas em dia, cerca de 18,7% do total de militantes ativos, de acordo com informação disponibilizado no site do partido. No distrito de Braga, são já perto de 12 mil militantes ativos (que pagaram quotas desde 2017) mas apenas 1.776 têm as quotas em dia.

No separador “PSD ao segundo”, dentro do microsite dedicado às diretas e ao Congresso em www.psd.pt, pelas 16:00 eram 19.843 os militantes com quota válida no mês das eleições, janeiro de 2020, de um total de 105.921 militantes ativos (que tenham pago pelo menos uma quota nos últimos dois anos).

Desde que a informação foi colocada online, em 12 de novembro, há mais quase 2.000 militantes em condições de escolher em 11 de janeiro o próximo presidente do PSD e, em relação ao total de militantes ativos, a percentagem subiu de 15,8 para 18,7%.

Hoje, em entrevista ao programa Vichyssoise, da Rádio Observador, o secretário-geral do PSD, José Silvano, mostrou-se confiante de que, mesmo com o novo sistema de atualização do pagamento de quotas, o número de militantes com quotas pagas possa chegar “perto dos 40 mil”.

Há mais militantes do PSD em Barcelos do que em todo o distrito de Viana – ranking

Por distrital, o maior número de quotas já pagas continua a registar-se na de Lisboa Área Metropolitana, com 3.859 militantes em condições de votar (19,45% do total dos que têm quotas em dia), seguida de perto pelo Porto, com 3.488 (17,58%), Braga, com 1.776 (8,95%), Aveiro 1.735 (8,74%), Leiria, 1.276 (6,43%), e Coimbra, com 1.040 (5,24%).

Todas as restantes estruturas têm menos de mil militantes com quotas válidas para a eleição, sendo as estruturas de Fora da Europa, Madeira, Europa e Açores as que tinham menos pessoas nessas condições – 1, 18, 22 e 31, respetivamente.

É nas Regiões Autónomas que se regista a maior diferença entre número de militantes ativos e militantes com quotas válidas: nos Açores são apenas 0,28% do universo total aqueles que têm quotas em dia e na Madeira apenas 0,17% dos ativos já pagou as quotas.

No ‘site’, é também disponibilizado o número de pedidos de referência (que permite a cada militante pagar a sua quota) por mensagem escrita de telemóvel, quase 15 mil, bem como o número de processos aprovados pela aplicação móvel do partido, 1.766.

As novas regras de pagamento de quotas no PSD – aprovadas em julho – determinam que os militantes recebem, por via postal ou eletrónica, uma referência de multibanco aleatória e apenas com validade de 90 dias – para novo pedido é preciso enviar um comprovativo de residência -, enquanto antes a referência para pagamento de quotas correspondia ao número de militante, antecedido de zeros.

De acordo com o regulamento aprovado no Conselho Nacional de Bragança, 16 de dezembro será a data limite para pagamentos de quotas por vale postal (só permitido a militantes com mais de 60 anos) e 22 de dezembro o prazo final para os restantes meios de pagamento.

Nas últimas diretas do PSD, em 13 de janeiro de 2018, votaram 44.254 militantes, de um universo de 70.835 com as quotas em dia no fecho dos cadernos eleitorais.

As eleições diretas no PSD realizam-se em 11 de janeiro, com uma eventual segunda volta uma semana depois, e o Congresso entre 07 e 09 de fevereiro, em Viana do Castelo.

Até agora, são candidatos à liderança do PSD o presidente Rui Rio, o antigo líder parlamentar Luís Montenegro e o vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais (distrito de Lisboa), Miguel Pinto Luz.

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Braga

Três arguidos julgados por tráfico de droga na central de camionagem de Braga

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São três. Vendiam drogas no bairro das Enguardas e junto à Central de Camionagem, em Braga. Vão ser julgados, esta segunda-feira, no Tribunal Judicial pelos crimes de tráfico de estupefacientes (dois deles) e tráfico de menor gravidade (um terceiro).

O Ministério Público diz que Mariano Montoia, de 32 anos, residente nas Enguardas se dedicou entre 2014 e 2016, à venda direta a terceiros para consumo próprio e para revenda, de canábis (resina), heroína e cocaína.

Atuava preferencialmente a partir das 21:00 na casa onde mora naquele bairro. A acusação detetou nove ocasiões, a partir do inquérito da GNR de Braga, em que vendeu drogas, com valores entre os 400 e os cinco euros.

Em janeiro de 2016, quando a polícia o deteve e lhe apreendeu canabis, estavam à porta da casa, à espera de comprar cocaína, três pessoas, que são, agora, testemunhas no caso.

Quando a GNR lhe entrou em casa, o arguido entregou 290 euros a um amigo, que estava com ele, tentando assim ocultar que lhe pertenciam. Atirou, também, para uma salamandra, que estava acesa, alguma cocaína, em quantidade não apurada, bem como objetos relacionados com a venda de drogas.

O MP concluiu, ainda, que Diogo Ribeiro, de 22 anos, de Palmeira, Braga, procedia à venda, naquele mesmo período, de canábis e MDMA (sigla para 3,4-metilenodioximetanfetamina).

Este alucinógeneo, uma espécie de versão melhorada do ecstasy, é também conhecido por alcunhas como “Michael Douglas”, “Madonna” ou “Molly”.

Fazia-o, em especial perto da Central de Camionagem e na zona das Fontainhas, tendo a polícia determinado que transacionou pelo menos em 11 ocasiões e por várias vezes em cada uma delas.

Em janeiro de 2016, a polícia deteve em casa, também nas Enguardas, o arguido Brás da Costa, de 42 anos, depois de o ver a traficar pequenas quantidades por duas vezes. Está por isso, acusado de tráfico de menor gravidade.

A acusação salienta que, aos três não lhes era conhecida qualquer atividade profissional lícita ou remunerada, e que, por isso, viviam do tráfico.

Contactado a propósito, o advogado João Ferreira Araújo, que defende o Diogo Ribeiro, disse, apenas, que se trata de um jovem, que já se deixou de drogas e quer levar uma vida normal em sociedade.

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Braga

PJ deteve suspeito de incêndio urbano e violência doméstica em Braga

Em Real

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

A Polícia Judiciária (PJ) deteve na quinta-feira em Real, Braga, um homem de 56 anos suspeito de incêndio urbano e violência doméstica, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a PJ refere que o incêndio, ocorrido na noite de quarta-feira, consumiu uns anexos de uma quinta e alfaias agrícolas motorizadas.

Acrescenta que o fogo não atingiu outras proporções graças à “pronta intervenção de testemunhas e dos Bombeiros de Braga”, que impediram a sua propagação a outros anexos e à habitação principal.

Segundo a PJ, o suspeito, desempregado e residente na freguesia onde ocorreu o incêndio, “atuou num quadro de vingança e de violência doméstica, tendo utilizado chama direta para atear o incêndio”.

“As diligências subsequentes entretanto realizadas por esta polícia permitiram a recolha de mais e melhores elementos de prova, que conduziram à detenção fora de flagrante delito”, refere ainda o comunicado.

Presente a tribunal, o suspeito ficou proibido de contactar determinados familiares e de se ausentar da cidade de Braga.

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