Seguir o O MINHO

Braga

Prisão preventiva para suspeito de matar a mulher em Vieira do Minho

em

António Fidalgo à saída da PJ/Braga para ser ouvido em Tribunal. Foto: O MINHO

António Fidalgo, que na quarta-feira à noite se entregou à GNR de Braga, após ter, alegadamente, estrangulado a mulher, Ana Paula, em Salamonde, Vieira do Minho, vai ficar em prisão preventiva enquanto aguarda julgamento. A determinação do juiz ocorreu há momentos após primeiro interrogatório judicial, em Guimarães.

Manuel António Fidalgo, de 44 anos, motorista de passageiros, que explorava com a sua mulher, Ana Paula Jesus Fernandes Fidalgo, de 39 anos, o restaurante e residencial O Refúgio do Gerês, naquela localidade, já fez saber, através do seu advogado João Magalhães, não ter sido ele o autor da morte da esposa, afirmando que com ela ficou o alegado amante da vítima, um homem mais novo, vizinho do casal, que é industrial de camionagem, já estabelecido naquela mesma freguesia do concelho de Vieira do Minho.

A vítima era natural da freguesia vizinha de Cabril, concelho de Montalegre, no distrito de Vila Real, estava no estabelecimento, que exploravam, situado na Rua Central, junto à Estrada Nacional 103, tendo o marido feito saber, antes de ter sido detido pela PJ de Braga, que depois de umas “estaladas” entre si a mulher se terá cruzado com o suposto amante, pois quando subia uma escadaria para sair de casa, o homem estaria a descer as mesmas escadas, depois de cá fora ter esperado que Manuel António Fidalgo falasse com a mulher. A discussão terá surgido porque o marido terá provas documentais de que seria traído pela esposa.

Em desenvolvimento

Anúncio

Braga

Detido em flagrante ao furtar moedas de uma máquina no Bom Jesus de Braga

Furto

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

O Comando Territorial da GNR de Braga, através do Posto Territorial do Sameiro, no dia 18 de outubro, deteve um homem de 34 anos, pelo crime de furto, na Basílica do Bom Jesus do Monte, em Braga, anunciou esta segunda-feira a guarda.

Em comunicado, é explicado que, na sequência de uma denúncia, em que se encontrava um homem a furtar as moedas de uma máquina de animação que conta a história do santuário, os militares deslocaram-se de imediato ao local, onde verificaram que o suspeito tinha na sua posse moedas no valor de 33 euros e um canivete que foi utilizado para efetuar o arrombamento da caixa que continha o dinheiro.

O suspeito foi detido e constituído arguido, tendo os factos sido remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.

Continuar a ler

Braga

Braga: Professora julgada por insultar e bater numa aluna de sete anos

Batia na aluna na escola

em

Foto: DR / Arquivo

Iniciava esta segunda-feira o julgamento de uma professora do ensino básico acusada de infligir maus tratos a uma aluna,de sete anos, durante dois anos letivos, mas doença da juíza motivou o adiamento da sessão.

A docente – que nega o crime – tinha a seu cargo uma turma da Escola Básica do 1ºciclo de Ortigueira, em Palmeira, Braga, e volta agora a aguardar o início do julgamento.

A acusação diz que, entre 2014 e 2016, a professora, Maria do Céu Almeida, terá “batido na aluna de várias formas, dando-lhe pontapés, bofetadas  e croques na cabeça”, magoando-a e pondo-a a chorar. Chamava-lhe,  ainda, de “burra, burróide, estúpida e filha da p…”.

A docente, que se encontra apenas em funções administrativas, tinha já  sido alvo de uma sanção disciplinar de 50 dias aplicada pelo  Ministério da Educação. Medida que se encontra suspensa. Inquérito  disciplinar propõe suspensão.

“Burros e estúpidos”

O Ministério da Educação concluiu que a professora Maria do Céu  Almeida, do 2.º ano da escola EB1 da Ortigueira, em Palmeira, bateu em  cinco alunos e insultou-os chamando-lhes “burros” e “estúpidos”.

Considera, por isso, que violou os deveres de correção a que está  obrigada e vai propôr a sua suspensão. O inquérito disciplinar, que lhe foi aberto após um pai ter gravado uma aula, concluiu que a docente batia, com a mão, na cabeça de alguns alunos, mas também nas mãos e no rabo e deu “um tautau” numa menina por esta estar de pé.

Puxava-lhes, ainda, as orelhas. Tudo porque os alunos “faziam asneiras”. O inquérito terá, ainda, concluído que Maria do Céu Almeida usava uma cana, com a qual batia na mesa sempre que os alunos estavam desatentos, usando-a por vezes na cabeça. Os miúdos choravam ou porque lhes doía ou porque tinham medo da docente. Um deles punha a mão na cabeça e desatava a chorar quando antevia que a docente o ia castigar.

Aquela fonte sublinhou que umas vezes, a intensidade dos castigos era pouca, outras com alguma força. A professora desvalorizou, dizendo que se limitou a disciplinar as aulas, já que os alunos falam entre si, assobiam, lançam aviões de papel, levantam-se, ou seja, portam-se mal. Umas palmadas ligeiras ajudam.

Continuar a ler

Braga

Ricardo Rio mostra detalhes do custo do Estádio Municipal de Braga. Fatura já passa os 180 milhões

Presidente da Câmara vai apresentar ficheiro informático

em

Foto: DR / Arquivo

O presidente da Câmara de Braga apresenta, esta segunda-feira, à vereação as contas do custo do estádio, construído para o Euro 2004, as quais apontam para que, no final, atinjam os 180 milhões de euros.

Ao que O MINHO soube, o autarca vai disponibilizar um ficheiro informático com os detalhes dos pagamentos já feitos e com os que ainda falta pagar.

O pedido de especificação das faturas foi feito há alguns meses pelo vereador da CDU, Carlos Almeida.

O tema deve tornar-se o assunto principal da reunião de Câmara desta semana, sendo previsível que Rio invoque o elevado custo da obra para os cofres municipais. Já o PS, liderado pelo vereador Artur Feio, tem contestado os números avançados pela maioria PSD/CDS, dizendo que estão empolados com o propósito de “denegrir” a anterior gestão do socialista Mesquita Machado.

Embora O MINHO desconheça os detealhes do ficheiro, sabe-se que, em 2015, o Tribunal de Contas informou o Tribunal Administrativo de que o custo já era de 155 milhões.

Desde então, o Município continuou a pagar prestações de empréstimos bancários e enfrentou uma decisão judicial, já paga, de quatro milhões, por obras a mais no estádio.

Assim sendo, a verba de 180 milhões terá já sido atingida, sendo previsível que – conforme O MINHO noticiou – possa subir para 195 milhões de euros.

Duas sentenças mais

Isto porque a empresa Soares da Costa/ASSOC (Soares da Costa, Grupo Rodrigues e Névoa, Casais, DST, ABB e duas empresas que ficaram insolventes – Eusébios e J. Gomes) enviou um ofício à autarquia pedindo a abertura de negociações para se chegar ao valor a pagar ao consórcio que o construiu, de acordo com uma sentença condenatória do Tribunal Administrativo Central do Norte. Os técnicos prevêem que possa ser de dez milhões.

O Município havia feito um pedido de aclaração de sentença, mas este foi rejeitado pelo que a ação entra em execução. Em julho, aquele Tribunal, do Porto, voltou a sentenciar a Câmara de Braga a pagar, “por horas extraordinárias” na obra, uma quantia não-determinada (mais 13 anos de juros) ao consórcio.

Para além desta verba, a Câmara pode ter de pagar mais quatro milhões ao arquiteto Souto Moura, na sequência de uma sentença do Tribunal local, que se encontra em recurso no do Porto. Tem, ainda, de fazer um acerto de contas – que deve somar mais um milhão – resultante de uma primeira sentença, “por custos de estaleiro”, em que se viu obrigada a pagar outros quatro milhões à ASSOC, o que já está a fazer. Ou seja, faltará pagar 15 milhões de sentenças judiciais.

Continuar a ler

Populares