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Braga

Prisão preventiva para suspeito de matar a mulher em Vieira do Minho

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António Fidalgo à saída da PJ/Braga para ser ouvido em Tribunal. Foto: O MINHO

António Fidalgo, que na quarta-feira à noite se entregou à GNR de Braga, após ter, alegadamente, estrangulado a mulher, Ana Paula, em Salamonde, Vieira do Minho, vai ficar em prisão preventiva enquanto aguarda julgamento. A determinação do juiz ocorreu há momentos após primeiro interrogatório judicial, em Guimarães.

Manuel António Fidalgo, de 44 anos, motorista de passageiros, que explorava com a sua mulher, Ana Paula Jesus Fernandes Fidalgo, de 39 anos, o restaurante e residencial O Refúgio do Gerês, naquela localidade, já fez saber, através do seu advogado João Magalhães, não ter sido ele o autor da morte da esposa, afirmando que com ela ficou o alegado amante da vítima, um homem mais novo, vizinho do casal, que é industrial de camionagem, já estabelecido naquela mesma freguesia do concelho de Vieira do Minho.

A vítima era natural da freguesia vizinha de Cabril, concelho de Montalegre, no distrito de Vila Real, estava no estabelecimento, que exploravam, situado na Rua Central, junto à Estrada Nacional 103, tendo o marido feito saber, antes de ter sido detido pela PJ de Braga, que depois de umas “estaladas” entre si a mulher se terá cruzado com o suposto amante, pois quando subia uma escadaria para sair de casa, o homem estaria a descer as mesmas escadas, depois de cá fora ter esperado que Manuel António Fidalgo falasse com a mulher. A discussão terá surgido porque o marido terá provas documentais de que seria traído pela esposa.

Em desenvolvimento

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Braga

Carro arde na A3

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Uma viatura foi consumida pelas chamas, esta sexta-feira, na Autoestrada n.º 3, entre Braga e Famalicão.

O incêndio terá deflagrado por volta das 19:00, provocando bastantes danos na viatura.

Não há feridos a registar.

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Braga

Academia do Minho declara “estado de emergência 2.0” nos Serviços de Ação Social

Cortes no apoio financeiro

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A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) declarou hoje o “estado de emergência 2.0” dos Serviços de Ação Social da instituição, anunciando que votará contra o corte anunciado de cerca de 60% no orçamento daquelas prestações.

Em comunicado enviado hoje à Lusa, a AAUM justifica o alerta dizendo que “cortar na ação social é romper o contrato social que norteou o modelo de financiamento tripartido das instituições de ensino superior, de garantia de acesso para todos, independentemente das suas condições sociais e económicas”.

Os estudantes minhotos avisam que o corte na verba para a Ação Social da Universidade do Minho (SASUM) de 650.000 euros, em 2019, para “apenas 250.000 euros”, em 2020 vai ter consequências.

“Um desinvestimento que, para efeitos de equilíbrio orçamental, obriga a que os SASUM se vejam obrigados a adiar decisões no âmbito da gestão de recursos humanos e nos investimentos em capital, nomeadamente obras e requalificações necessárias, deixando a adivinhar uma redução na qualidade dos serviços oferecidos e a incapacidade destes serviços para fazer face a desafios no que concerne à gestão e requalificação dos espaços e serviços afetos aos SASUM, como os complexos desportivos, bares, cantinas ou residências”, lê-se.

A AAUM lembra que no dia 29 de novembro o Governo e os representantes das Instituições de Ensino Superior portuguesas, com a exceção da Universidade dos Açores, “assinaram um contrato para a legislatura, com o objetivo de fixar um quadro estável e planeado do financiamento público para o ensino superior no quadriénio 2020-2023”.

No “contrato para a legislatura”, refere a AAUM, “o Governo compromete-se a acrescer 5% a dotação de orçamento das Instituições já em 2020 e, ainda, mais 2% anualmente até 2023, destacando que este aumento consagra, desde logo, a reposição integral da redução do valor das propinas de primeiro ciclo a partir de 2019 e um valor adicional para fazer face a outros encargos entretanto assumidos, para além de destacar que os orçamentos das instituições não estarão sujeitos a cativações ou reduções em qualquer das suas fontes de financiamento ou rúbricas”.

Segundo a AAUM, “nesses encargos, deverão (ou deveriam) estar presentes um conjunto de valores associados à execução da estratégia governativa – as valorizações remuneratórias, o descongelamento de carreiras ou a execução do Plano de Regularização de Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP), entre outros compromissos assumidos pelas instituições”.

Por outro lado, explana o texto, de acordo com o Reitor da UMinho, em entrevista à RUM a 26 de novembro, “este acordo não chega para cobrir despesas adicionais com as quais a UMinho está comprometida”, acrescentando que “não será possível responder a necessidades, por exemplo, ao nível do edificado”.

Há “duas metas claras” entre os objetivos estratégicos fixados: “O aumento da taxa média de frequência no ensino superior de cinco para seis em cada 10 jovens com 20 anos, até 2030 e o aumento do investimento global em I&D para 3% do PIB até 2030. Objetivos com os quais a UMinho se comprometeu, num cenário predefinido através deste contrato, ainda que não se manifestem no orçamento da instituição para 2020”, enumera.

A academia acrescenta ainda que “no que diz respeito aos estudantes, a ausência de estratégia para a ação social, cujo contrato de legislatura, inclui apenas uma medida relacionada com o aumento de estudantes bolseiros de ação social direta para 90.000 beneficiários”.

A comunidade académica do Minho destaca ainda que “continua sem respostas claras sobre a concretização do Plano Nacional de Alojamento no Ensino Superior, não obstante dos compromissos novamente assumidos pelo governo, relativos à criação de mais 11.530 camas até 2023”.

Face ao cenário traçado, a AAUM deixa uma garantia, depois de questionar “se pode este “contrato para legislatura” ser assumido como uma medida positiva quando a sua principal consequência passa por um desinvestimento” na ação social e nas condições de integração e bem-estar de todos os estudantes

“No que concerne à Associação Académica da Universidade do Minho, não apreciaremos ou votaremos favoravelmente qualquer documento que vise uma redução no orçamento destinado aos SASUM”, anunciam.

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Braga

“Braga é capital nacional da mobilidade jovem em Portugal”, diz ministro da Educação

Tiago Brandão Rodrigues esteve na ‘cidade dos arcebispos’

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Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

“Hoje, Braga é a capital nacional da mobilidade jovem em Portugal”. A afirmação é de Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação, que esta sexta-feira esteve em Braga para a inauguração do Centro de Juventude, considerando que este equipamento é agora “muito mais do que uma pousada”.

“Queremos ter aqui um novo polo aglutinador e congregador daquilo que são as preocupações, as vicissitudes e do ‘chocalhar’ jovem para transmitir ao poder local e central as novas ideias e desafios do movimento associativo”, referiu o cientista natural de Paredes de Coura, enaltecendo “o arrojo e a audácia” do município de Braga nas parcerias alcançadas para a concretização deste projeto.

Tiago Brandão Rodrigues. Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

O governante referiu que o Centro de Juventude de Braga é agora “uma nova unidade de alojamento que pode servir de âncora para quem escolhe Braga para estudar”.

Elogiando a InvestBraga – entidade municipal gestora –, por ser um braço da autarquia bracarense “que pode trabalhar para a consolidação deste projeto”, Tiago Brandão Rodrigues deixou o desafio para que o espaço “possa coadjuvar na sazonalidade turística de públicos além do juvenil”.

Exclusivo: Fomos visitar a nova pousada da juventude de Braga

“Centro de Juventude é a reinvenção de um espaço que é de todos”

O Centro de Juventude de Braga é um edifício centenário, carregado de histórias escritas por muitas gerações de jovens. A requalificação do equipamento era um sonho de longa data da autarquia que agora se tornou realidade.

“Hoje celebramos a reinvenção de um espaço que é de todos e que marcou a vida de várias gerações. Este foi sempre um lugar de acolhimento e de ligação aos serviços do IPDJ mas, como todos os equipamentos, foi sofrendo as marcas do tempo e a degradação das suas condições que já não correspondiam à vitalidade e atractividade da Cidade e da dinâmica juvenil”, lembrou Ricardo Rio, autarca.

Ricardo Rio. Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

Considerou que este projeto agora inaugurado resultou “numa descentralização virtuosa”, fruto de parcerias entre o Estado e seus agentes com o poder local que “redunda num claro benefício para todos”.

“Aqui foram investidos cerca de 1,7 milhões de euros sem qualquer tipo de apoios financeiros. Requalificamos e dotamos este espaço de condições extraordinárias apenas com recursos próprios, porque acreditamos no benefício que este projecto trará ao Município, à InvestBraga e aos muitos parceiros nacionais, regionais e locais que connosco têm trabalhado na promoção de políticas de juventude”, concluiu Ricardo Rio.

Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

Com 26 quartos disponíveis que se adaptam às várias tipologias, o Centro de Juventude de Braga tem capacidade para mais de 100 utilizadores e permite responder às exigências atuais, como a realização de atividades diversificadas, que vão desde salas de formação, auditório até à componente residencial que irá servir um público diferenciado.

O equipamento mantém em complemento os mesmos serviços de apoio já antes instalados na pousada, nomeadamente os serviços descentrados do IPDJ, a Agência Nacional Erasmus +, Juventude em Acção e a Loja Ponto JÁ.

As reservas para utilização do espaço, situado na Rua de Santa Margarida, podem ser efetuadas através do email [email protected]

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