“Primeira preocupação” do candidato do PSD a Guimarães são as “feridas” da pandemia

Eleições autárquicas 2021
Foto: Sílvio Abreu

O candidato do PSD à Câmara de Guimarães, Bruno Fernandes, afirmou hoje que a sua “primeira preocupação” será resolver as consequências da pandemia de covid-19, com a execução “de imediato” de um plano de recuperação dos setores mais afetados.

Em declarações à Lusa, Bruno Fernandes acrescentou que, se ganhar as eleições, parte do orçamento municipal dos próximos anos será orientada para aquele plano.

“Urge executar, de imediato, um plano de recuperação económico e social dos setores mais vulneráveis e afetados pela pandemia e essa será a minha primeira preocupação”, referiu.

Para o candidato, é necessário “recuperar os cafés, restaurantes, hotéis, empresas do turismo e os agentes culturais “que tiveram prejuízos enormes durante meses a fio”, assim como terá de haver “respostas concretas” para que nenhuma associação social, cultural ou recreativa do concelho seja obrigada a fechar portas.

“Todas as instituições públicas e privadas vão ter a Câmara ao seu lado”, garantiu.

Outra das prioridades será a habitação.

Bruno Fernandes é vereador da oposição e líder da Concelhia do PSD e vai encabeçar a lista da coligação Juntos por Guimarães, que também integra o CDS.

No início desta semana, quando apresentou publicamente a sua candidatura, anunciou que vai ser elaborado um plano global “que projete Guimarães 2030” e que “recoloque Guimarães como referência nas cidades medis europeias”.

Disse que Guimarães tem vindo a perder competitividade para concelhos vizinhos e defendeu “uma cidade cosmopolita”, que atraia turismo e cujo centro histórico não seja “um museu para ser visitado”.

Apresenta-se com o slogan “Nova energia”, defendendo que, após três décadas de governança socialista, “fará bem a Guimarães uma lufada de ar fresco” na gestão do concelho.

A Câmara de Guimarães é atualmente liderada por Domingos Bragança, do PS, partido que nas últimas autárquicas elegeu seis elementos para o executivo, contra os cinco conseguidos pela coligação Juntos por Guimarães, que agregou PSD, CDS, MPT, PPM e PPV/DC.

 
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