Braga
Prémio do M1lhão saiu na cidade de Braga
Euromilhões
em

O prémio m1lhão, do Euromilhões, saiu num quiosque situado na cidade de Braga, apurou O MINHO junto de fonte dos Jogos Santa Casa. O código vencedor do concurso 48/2020 do M1lhão, sorteado hoje, é o FFH 02098.
O feliz contemplado registou o boletim do Euromilhões no quiosque Atrevo na Sorte, situado na Rua António Mariz, junto à Makro, em Lamaçães.
O MINHO contactou o proprietário do estabelecimento, Paulo Costa, que nos confirmou a informação.
“Confirmo, já fomos contactados pelo departamento de jogos da Santa Casa a indicar que o M1lhão saiu no nosso estabelecimento”, disse.
Este não é o primeiro prémio mais avultado a sair naquele espaço. Há algum tempo, saiu um prémio de mais de 200 mil euros no Euromilhões, para além de prémios de lotaria e raspadinhas.
“Estamos muito felizes, é um prémio que sai na cidade”, disse ainda o proprietário.
No concurso do Euromilhões desta sexta-feira não há totalistas. No entanto, um apostador de Portugal venceu o terceiro prémio, no valor de 9 mil euros.
É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 27 de novembro: 2, 5, 8, 14 e 16 (números) e 8 e 9 (estrelas).

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Braga
Escola de Maximinos, em Braga, fica pronta a 28 de dezembro antes do 2.º período
Obras públicas
em
Por
Luís Moreira
O prazo de conclusão da obra de requalificação da Escola Secundária de Maximinos vai ser adiado em 25 dias, ficando previsto para o dia 28 de dezembro, uma semana antes do começo das aulas do 2.º período.
A proposta de prorrogação do prazo e que vai ser discutida segunda-feira em reunião do Executivo Municipal, partiu de um pedido nesse sentido da empresa construtora, a M. Kairos, Engenharia e Construção, SA, a quem a empreitada foi adjudicada por 4,2 milhões de euros.
A firma solicitara 30 dias a mais, mas a Divisão de Fiscalização de Empreitadas da Câmara entendeu que 25 dias seriam suficientes, tendo aceite a sua argumentação, a de que várias das suas equipas de trabalho foram afetadas pela pandemia do covid-19.
A Divisão salienta que a Escola pode ir, entretanto, ocupando os blocos 4 e 5, à medida que os trabalhos forem sendo concluídos, pois a principal causa da prorrogação do prazo são os arranjos exteriores e a sua pavimentação em betão.
Os contentores só serão removidos a partir de 11 de janeiro de 2021.
Para fazer a obra, a Câmara e a Assembleia Municipal de Braga aprovaram a contratação de um empréstimo de 1,3 milhões de euros para financiamento da contrapartida nacional de operações de investimento autárquico.

Os vereadores votam na próxima segunda-feira a adesão do município de Braga ao Pacto Português para os Plásticos criada para diminuir, até 2025, o seu impacto ambiental.
A proposta, da autoria do vereador do Ambiente, Altino Bessa, vai definir, até 2021, uma listagem de plásticos considerados de uso único ou desnecessário, e definir metas para a sua eliminação ou reutilização.
Pretende, ainda, garantir que 100 por cento das embalagens de plástico são “reutilizáveis, recicláveis ou recompostáveis”, bem como, assegurar que 70 por cento, ou mais, das embalagens plásticas são efetivamente recicladas, aumentando a recolha e a reciclagem”.
Visa, também, “incorporar, em média, 30 por cento de plástico reciclado em novas embalagens feitas à base deste material e lançar campanhas de sensibilização e educação junto dos consumidores”.
Associação lidera
A Associação Smart Waste Portugal lidera o Pacto Português para os Plásticos, com o apoio do Ministério do Ambiente e da Ação Climática, do Ministério do Mar, do Ministério da Economia e Transição Digital, com o Alto Patrocínio do Presidente da República, e da rede de Pactos para os Plásticos da Fundação Ellen MacArthur.
O Pacto Português é uma plataforma colaborativa que reúne os diferentes atores da cadeia de valor nacional do plástico, para alcançar um conjunto de metas ambiciosas até 2025. Visa solucionar, na origem, os problemas associados ao plástico, em direção a uma economia circular dos plásticos.
Os benefícios de pertencer ao Pacto Português para os Plásticos passam também por passar a integrar a rede global dos Pactos para os Plásticos da Fundação Ellen MacArthur, acedendo assim a uma plataforma exclusiva de troca de conhecimento, aprendizagens e melhores práticas com outros Pactos para o Plástico em todo o mundo.
Braga
“É inaceitável que as pessoas não estejam protegidas em serviços públicos”
Reação do presidente de associação luso-ucraniana com sede em Braga
em

Abraão Veloso, presidente da Associação “Centro Social e Cultural Luso-Ucraniano”, com sede em Braga, lamentou hoje as alegadas agressões sofridas por um cidadão com nacionalidade ucraniana dentro de uma esquadra da PSP em Vila do Conde, noticiadas no sábado em primeira mão por O MINHO e pelo Jornal de Notícias.
Contactado a propósito para comentar a situação, Abraão Veloso fez questão de ressalvar que esta reação é como cidadão, independentemente de a situação de violência se ter tratado com um ucraniano.
“Por acaso era um cidadão ucraniano, mas podia ser de outro país qualquer, e aquilo que não é minimamente aceitável é que as pessoas não estejam protegidas em serviços públicos”, começou por dizer o dirigente daquela associação que estreita laços entre as duas comunidades.
Recorde-se que Valery Polosenko, cidadão com dupla nacionalidade, queixa-se de ter sido agredido e alvo de insultos xenófobos por parte de agentes da PSP de Vila do Conde, depois de ter sido mandado parar numa operação de fiscalização. Segundo explicou a O MINHO Alexandra Cruz, advogada de Valery Polosenko, o cidadão terá sido agredido pelos agentes no passado dia 06, quando foi detido com uma taxa ilegal de álcool no sangue.
Cidadão ucraniano acusa agentes da PSP de Vila do Conde de agressão e racismo
Depois de passar pela esquadra da Póvoa de Varzim e pelo posto da GNR de Vila do Conde, foi levado para a esquadra de Vila do Conde da PSP onde as agressões terão decorrido com maior intensidade, algo que a PSP sustenta ter-se tratado de um encosto contra uma parede durante a manietação de Valery.
Abraão Veloso sustenta que essa situação, assim como a que ocorreu em Lisboa, nas instalações do SEF, que provocou a morte de um cidadão ucraniano, devem ser analisadas para que se perceba se são casos isolados ou se é “prática reiterada”.
“Não é aceitável que numa esquadra um cidadão, seja de que nacionalidade for, seja vítima de violência. A Polícia teve uma grande evolução nas últimas décadas e tenho a certeza que não se sente representada em atos de violência, apenas deve respeitar os cidadãos e aplicar o enquadramento legal daquilo que a pessoa está a prevaricar”, sublinha.
PSD considera que MAI deve explicar situação no SEF e Costa “decidir” sobre continuidade
No entanto, Abraão não crê que estas situações possam beliscar a relação de amizade entre os dois países, bem vincada na associação a que preside, que, para além de todo o contributo cultural de laços entre os dois países, também luta contra preconceitos e contra a xenofobia.
Esse é, aliás, um tema caro a Abraão Veloso, que vê com preocupação o escalar de forças de índole racista a ascenderem a posições de poder e isso poderá ter sido verificado nos alegados insultos xenófobos a Valery por parte dos agentes da PSP.
MAI acompanha inquérito sobre alegadas agressões a ucraniano na PSP de Vila do Conde
“A realidade é que estas forças existem e agora estão no Parlamento. Temos uma boa oportunidade para lutar contra elas e temos de lutar contra elas ao nível das ideias. Por isso eu faço esta pergunta: Será aceitável que um deputado da nossa Assembleia diga de outra deputada, Joacine Katar, para ir para a terra dela?”, questiona, de forma retórica.
“Acho que isto não é minimamente aceitável e que induz comportamentos, e isso pode ver-se caso seja provado que os policias disseram o mesmo [durante a detenção em Vila do Conde]. Há que lutar contra isto. A terra não é de quem cá nasceu. É de todos aqueles que a escolheram para viver e ter a sua família e serem felizes”, destaca.
PCP defende reestruturação do SEF, mas não “de cabeça quente”
“O problema de movimentos como o Chega é de certo modo de lavarem determinados comportamentos. Se o deputado diz isso, esquecendo que ela é, em primeiro lugar, portuguesa, há um lavar de comportamentos de pessoas pouco formadas e pouco humanistas que acham que são donas de uma terra quando não são donos de nada”, afirma.
“É lamentável a defesa de princípios xenófobos e racistas, é uma forma de estupidez, e há que haver inteligência para que as pessoas de bem deem um contributo e estejam preparadas para argumentar, pois só assim se combate este tipo de ideologia”, finalizou.
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