Seguir o O MINHO

Região

Preço das casas para arrendar sobe em Braga e desce em Viana

Economia

em

Foto: DR / Arquivo

Os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 2,6% no segundo trimestre face ao trimestre anterior, situando-se o valor mediano nos 11,3 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de junho, informou hoje o idealista. Em Braga aumentou e em Viana do Castelo desceu.

Já em relação à variação mensal, a subida foi de 0,9%.

Segundo o índice de preços do idealista, de abril a junho o preço de arrendamento subiu em quase todas as capitais de distrito do país, com Leiria (10,9%) a liderar a lista, seguida de Viseu (7,6%), Funchal (7%), Aveiro (6,1%), Lisboa (4,8%), Santarém (4,7%), Porto (4,1%), Braga (3%), Faro (2,9%) e Setúbal (0,7%). Em sentido contrário, os preços desceram em Coimbra (-7,7%) e Viana do Castelo (-0,7%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa, com um valor de 14,5 euros/m2, ocupando o Porto (11,4 euros/m2) e o Funchal (10,4 euros/m2) os segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (9,1 euros/m2), Setúbal (8,6 euros/m2), Aveiro (8,4 euros/m2) e Coimbra (7,3 euros/m2). Já as cidades mais económicas são Viseu (5,6 euros/m2), Santarém (5,8 euros/m2), Viana do Castelo (6,1 euros/m2), Leiria (6,6 euros/m2) e Braga (6,7 euros/m2).

Para a realização do índice de preços imobiliários, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

É incluída ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartados todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

Neste estudo relativo ao segundo trimestre foram excluídos os distritos/capitais de distrito de Beja, Bragança, Guarda, Évora e Portalegre por ser considerado que a amostra não é representativa.

EM FOCO

Populares