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Praias da Póvoa de Varzim com mais gente mas ainda a adaptar-se ao distanciamento

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

As praias da Póvoa de Varzim, distrito do Porto, estão a registar um aumento de frequência gradual, mas ainda nem todos os banhistas, sobretudo os mais jovens, estão adaptados às regras de distanciamento social.


Hoje, apesar do tradicional vento norte retirar alguma da agradabilidade de um dia de praia, a agência Lusa verificou que vários grupos de pessoas usufruíam dos areais, mas também das esplanadas dos bares e dos passeios da marginal da cidade, numa frequência que os habitantes e comerciantes locais consideram que está a aumentar.

“Sentimos que as pessoas querem sair de casa depois de tanto tempo fechadas, e mesmo estando um dia com vento, os fins de semana na Póvoa têm sempre muita gente na marginal, não só habitantes locais, com também visitantes dos concelhos vizinhos do interior”, explicou, à agência Lusa, António Augusto, concessionário de praia e proprietário de um bar.

O empresário garante que no seu estabelecimento, onde é obrigatória a entrada com máscara, “foram feitos investimentos em produtos de higienização para que os clientes se sintam mais seguros”, mas considera que só com o “bom senso” será possível cumprir as normas.

“Temos gel desinfetante em todo bar e reforçamos a higienização, nomeadamente nas casas de banho, mas são os clientes que têm de compreender esse esforço que fizemos e cumprir a normas. Só assim poderemos continuar a servir e manter o negócio”, acrescentou António Augusto.

Na generalidade, as medidas impostas têm sido seguidas pela população, mas há quem note que ainda subsiste algum receio na retoma das atividades tradicionais do verão na Póvoa de Varzim.

“Durante a semana ainda vejo pouco gente na praia, mas aos sábados e domingos já se nota um aumento gradual, sobretudo com pessoas de fora da cidade. Vejo que ainda há medos, mas acho que isso vai passar quando o calor aumentar”, partilhou Alberto Castro, natural da Póvoa de Varzim, e utilizador frequente da praia.

O poveiro explicou que, aos fins de semana, “a marginal está cortada ao trânsito e a polícia municipal faz rondas frequentes e deixar avisos”, considerando que tal “tem ajudado na sensibilização”.

“Tem havido algum cuidado das pessoas em manterem um distanciamento na praia e já vi as autoridades a intervirem em alguns casos, mas acho que quando vier o verão vai ser bem mais complicado de controlar”, explicou Alberto Castro.

A mesma opinião partilhou Alexandre Galiza, nadador salvador, que hoje teve o primeiro dia de vigilância das praias este ano, no âmbito do projeto “AquaVida”, promovido pela associação Os Delfins, com as autarquias da Póvoa de Varzim e Vila do Conde.

“A generalidade das pessoas tem cumprido as regras, mas preocupa-me os mais os jovens. Têm-se juntado em grandes grupos, e sem grandes cuidados no uso de máscara ou no distanciamento”, partilhou o nadador salvador.

Alexandre Galiza lembrou que “a grande missão dos nadadores salvadores é a segurança das pessoas em relação ao mar” e, mesmo admitindo que “haja uma colaboração com as autoridades marítimas para prevenir os ajuntamentos”, considerou que “tal será difícil de controlar”.

“Noto que as pessoas estavam ansiosas por voltar ao exterior e vão sair cada vez mais. Pessoalmente, acho um erro a época balnear começar tão tarde, porque vamos ter mais um mês em que as praias vão ter muita gente, mas sem a fiscalização, vigilância e até limpeza, que normalmente existem neste período”, partilhou o nadador salvador.

A época balnear na Póvoa de Varzim só irá iniciar-se a 27 de junho, quando habitualmente começava a 15 de junho, e a Câmara Municipal local está já preparar com as autoridades, concessionários e empresários, várias normas a aplicar.

A marginal da cidade e todos os parques de estacionamento junto às praias, estão, por enquanto, encerrados para diminuir a carga automóvel.

Brevemente, serão colocados dispensadores de gel à entrada das praias, e será reforçada a desinfeção das ruas. Serão, ainda, tomadas medidas para promover o total aproveitamento de toda a extensão do areal, de forma ampliar a capacidade distanciamento entre os utilizadores da praia.

Portugal contabiliza 1.302 mortos associados à covid-19 em 30.471 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde sobre a pandemia.

No concelho da Póvoa de Varzim registaram-se, até hoje, 155 casos de pessoas infetadas com covid-19

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Motociclista despista-se e morre atropelado por camião na A28

Óbito

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Foto: DR

Um motociclista morreu num acidente com um camião, na A28, na zona de Vila do Conde, esta sexta-feira de madrugada.


Contactada pela Lusa, fonte do Destacamento de Trânsito da GNR do Porto disse que o motociclista se despistou, tendo sido atropelado pelo camião.

O cadáver foi transportado para o Instituto de Medicina Legal do Porto.

O acidente, que ocorreu cerca das 2.40 horas, na zona de Vila do Conde, obrigou ao corte parcial da via, no sentido Norte/Sul, mas a situação já se encontra normalizada.

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Comboio Madrid-Corunha descarrilou e fez dois mortos

Acidente

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Foto: DR

Um comboio que seguia de Madrid para a Corunha, na Galiza, descarrilou, na tarde desta terça-feira, após chocar com uma viatura que caiu na linha, na zona de Zamora.


Há dois mortos, o ocupante da viatura que se terá despistado e chocado com a carruagem, e um dos maquinistas, de 32 anos, que estava ainda em formação.

O condutor do automóvel, de 89 anos, teve morte imediata.

Os maquinistas foram transportados para o hospital, tendo um deles acabado por sucumbir aos ferimentos.

A RENFE, ferroviária espanhola, adianta que os 180 passageiros do comboio ficaram ilesos.

Devido ao embate, a locomotora descarrilou, mas os vagões permaneceram de pé.

O acidente deu-se quando um carro que seguia num viaduto que passa por cima da linha de comboio se despistou.

Os passageiros saíram pelo próprio pé das carruagens e estão a ser encaminhados para a estação mais próxima, em La Hiniesta, para que possam seguir viagem de autocarro.

Notícia atualizada às 9h45 com a informação da morte do maquinista.

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Mercadona abre em Santo Tirso no dia 25 de junho

Novo supermercado

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Foto: Divulgação / Mercadona

A Mercadona vai abrir uma nova loja em Santo Tirso no dia 25 de junho. Trata-se da 12.ª loja da cadeia de supermercados em Portugal e a 7.ª no distrito do Porto.


O plano de expansão da Mercadona para 2020 inclui a abertura de um total de 10 lojas nos distritos de Aveiro, Porto e Viana do Castelo, adianta a empresa em comunicado.

A Mercadona de Santo Tirso, a segunda a abrir este ano, depois de Aveiro, ficará localizada na rua dos Trabalhadores do Arco, nº 20.

De acordo com comunicado enviado às redações, este supermercado responde ao Modelo de Loja Eficiente que a empresa está a implementar em toda a sua cadeia, incluindo o Pronto a Comer, a secção de refeições já preparadas. Esta loja conta com uma superfície de vendas de 1.900 m 2 e 170 lugares de estacionamento e criará 60 novos empregos.

“A chegada da Mercadona a Santo Tirso veio dar uma nova vida a parte da área onde estava instalada a antiga fábrica Arco Têxteis. Esta loja será aberta ao público com todas as condições de higiene e segurança que temos vindo a implementar para que os nossos ‘Chefes’ se sintam seguros a fazer as suas compras desde o primeiro dia”, refere Joana Ribeiro, Diretora Relações Externas Norte de Portugal na Mercadona, citada no comunicado.

A empresa, tal como tem vindo a fazer desde o início desta situação de pandemia – sublinha o comunicado -, continuará a aplicar todas as medidas de segurança dentro das suas lojas: desinfeção e limpeza, distâncias de segurança e lotação controlada; máscaras, óculos de proteção, luvas e gel desinfetante para todos os colaboradores, assim como proteções de acrílico nas caixas de pagamento.

Os clientes terão ao seu dispor gel desinfetante e luvas na entrada da loja, assim como papel para desinfetar o manípulo do carrinho de compras.

A partir de 1 de junho, as lojas terão um novo horário de abertura: das 09:00 às 21:00.

Mercadona em Portugal

A 2 de julho de 2019, a Mercadona abriu o seu primeiro supermercado em Portugal, em Canidelo, Vila Nova de Gaia, distrito do Porto. Com esta inauguração, à qual se somaram nove lojas, em 2019, localizadas nos distritos de Porto, Braga e Aveiro, a empresa tornou realidade o seu processo de internacionalização, anunciado em junho de 2016 e que se consolidou durantes estes quatro anos graças ao esforço de mais de 900 colaboradores e mais de 300 fornecedores portugueses, aos quais a empresa comprou 217 milhões de euros em 2019. Deste valor, 126 milhões de euros correspondem a fornecedores comerciais, sendo que 90% dos produtos comprados em Portugal são exportados para Espanha.

Segundo a empresa, nos primeiros 6 meses de operação com as suas 10 lojas, a Mercadona obteve uma faturação total superior a 32 milhões de euros e contribuiu para a riqueza do país com o pagamento de 11 milhões de euros em impostos através da sua sociedade portuguesa, Irmãdona Supermercados S.A. A empresa continuou o forte esforço de investimento no desenvolvimento deste projeto, superior a 220 milhões de euros entre 2016 e 2019 e tem previsto para 2020 um investimento em Portugal de 140 milhões de euros.

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