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Praia da Foz do Minho entre as melhores praias da Europa para o jornal inglês The Guardian

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Praia da Foz do Minho (Caminha). Foto: Divulgação / CM Caminha (Arquivo)

O prestigiado jornal inglês The Guardian elegeu as 40 melhores praias da Europa, baseando-se na opinião de vários escritores de viagens. Em Portugal foram cinco as praias escolhidas, sendo uma delas a Praia da Foz do Minho, em Caminha.

As praias dos Galapinhos (Setúbal), da Falésia (Algarve), da Nazaré (Nazaré) e de Porto Côvo (Alentejo) são as outras quatro praias portuguesas escolhidas por aqueles especialistas.

Imagem da Praia da Foz do Minho publicada no artigo. Foto: The Guardian

A lista “40 das melhores praias da Europa” incluiu praias portuguesas, espanholas, italianas, croatas, gregas e turcas, e pode ser consultada através desta ligação.

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Caminha

Companhia de Caminha estreia peça com marionetas em plástico recolhido na praia

Krisálida tem chamado à atenção para os problemas associados ao plástico

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Foto: Facebook de Krisálida

A companhia de teatro Krisálida, em Caminha, vai estrear, na quinta-feira, Dia Mundial da Marioneta, a peça “Plastikus”, sobre poluição marítima e com adereços, cenário e marionetas feitos de plásticos recuperados nas praias da região.

O espetáculo, que sobe ao palco do Teatro Valadares, em Caminha, às 21:30 tem encenação de Clara Ribeiro, da companhia de Teatro de Marionetas de Mandrágora.

“Uma das principais motivações da Krisálida é efetivamente criar espetáculos que tenham algum interesse, alguma temática por trás, para, de alguma forma, colocar o público a pensar”, explicou a diretora artística da companhia, Carla Magalhães, na nota hoje enviada à imprensa.

O espetáculo de teatro de marionetas, interpretado pelos atores Nuno Loureiro, Joana Vilar e Carla Magalhães “apresenta a história de Ondina, personagem que vive junto às ondas do mar”.

“A personagem principal da peça atravessa uma época onde não havia plástico, depois o surgimento deste como objeto utilitário e chega ao momento que nos encontramos inundados de plástico e praticamente plastificados”, sublinhou Clara Ribeiro, a encenadora do “Plastikus”.

A história inclui um caranguejo, um pássaro, várias alforrecas e uma manta com mais de dois metros de comprimento, criados com embalagens e utensílios de plástico, tal como o cenário, retratando o fundo do mar”.

Depois da estreia, a peça vai ser apresentada pelas escolas do concelho de Caminha e, mais tarde, circulará por outros concelhos do distrito de Viana do Castelo.

Os adereços, cenário e marionetas da peça “Plastikus” foram criadas por mais de 900 alunos de dez escolas do Alto Minho, na “OPER(A)ÇÃO PLASTIKUS”, projeto que aborda “um dos maiores problemas ambientais da humanidade”.

Foto: Facebook de Krisálida

Os trabalhos preparados pelos alunos de mais de 36 turmas, do pré-escolar ao ensino superior, que já se inscreveram no projeto lançado, em janeiro, pelo grupo de teatro Krisálida integrarão uma exposição itinerante que passará por todos os concelhos do Alto Minho no final ano letivo em curso e no próximo 2019/2020″.

O projeto educacional “Eu sei! Eu Sinto! Eu Atuo!”. é uma das componentes da OPER(A)ÇÃO PLASTIKUS, que está a ser desenvolvido pela Krisálida, criada em 2014.

A companhia recebeu um apoio da Direção-Geral das Artes (DGArtes) para “utilizar o palco, e não só, para abordar um dos maiores problemas da humanidade, numa guerrilha antiplástico”.

Estão ainda previstos “debates, criação de vídeos, de objetos artísticos e exposições, centrados na temática do plástico”.

Além do espetáculo que estreia na quinta-feira, o projeto ‘OPER(A)ÇÃO PLASTIKUS’ inclui outro, para adultos, que “vai abordar o problema do plástico e a ameaça que representa ao não ser biodegradável para a vida “.

Numa segunda residência artística, “será desenvolvido o espetáculo para adultos, com o encenador Graeme Pulleyn, encenador britânico convidado da Krisálida para esta abordagem e que em Portugal já trabalhou também como ator e diretor artístico em dezenas de projetos”.

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Caminha

Igreja da Misericórdia de Caminha classificada como Monumento de Interesse Público

Classificação publicada em Diário da República

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Foto: CM Caminha

A Igreja da Misericórdia de Caminha foi classificada como monumento de interesse público, segundo anúncio publicado hoje em Diário da República.

A Igreja da Misericórdia de Caminha está situada na rua Direita, na União das Freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho.

Segundo a portaria hoje publicada e assinada pela secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, “a Igreja da Misericórdia de Caminha foi erguida entre 1551 e 1561, data na qual foi concluído o programa decorativo interior”, acrescentando que “a fachada quinhentista foi alterada em 1650, mantendo, no entanto, o portal original”.

“Nesta mesma data construiu-se a Casa do Consistório, destinada a receber as reuniões da Irmandade fundada em 1516. O revestimento azulejar do templo é ainda seiscentista, embora a restante decoração tenha sido renovada na primeira metade do século XVIII”, pode ler-se no mesmo texto.

O restante conjunto ornamental “foi renovado na primeira metade do século XVIII; entre 1721 e 1723 foi executado o novo retábulo-mor, da autoria de António Rodrigues Fontes, e nos anos de 1733 e 1734 ergueram-se os retábulos laterais, executados por Manuel Coelho”, adianta a página da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Segundo o historial relatado na página da DGPC, o processo teve o seu início por proposta da Santa Casa da Misericórdia de Caminha, em novembro de 2013.

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Caminha

Petição quer levar nova ponte entre Caminha e Galiza ao parlamento

Vereadores do PSD defendem que a construção daquela travessia permitiria “revitalizar” a economia local

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Foto: WikiCommons

Os vereadores do PSD na Câmara de Caminha revelaram hoje ter lançado uma petição pública pela construção de uma sexta ponte sobre o rio Minho, a ligar a vila portuguesa a La Guardia, na Galiza, Espanha.

A petição “Caminha(r) por uma ligação rodoviária no Rio Minho que nos une”, disponível em papel e na plataforma da Assembleia da República, recolheu desde segunda-feira um total de 46 assinaturas, sendo que 42 foram formalizadas ‘online’.

“O objetivo é recolher 4.000 assinaturas com o intuito de levar o tema a debate na Assembleia da República”, justificam os vereadores José Presa, Liliana Silva e Paulo Pereira.

Na nota hoje enviada à imprensa, os três vereadores da Câmara de Caminha dizem que a construção da nova travessia rodoviária “vem ao encontro de uma ambição antiga da grande parte da população de Caminha, sendo também entendida como uma alavanca para o desenvolvimento socioeconómico da região”.

“As diversas condicionantes resultantes do assoreamento da Foz do Rio Minho, as recorrentes dragagens do canal do ‘ferryboat’ e as restrições existentes no funcionamento deste meio de transporte são entendidas como suficientes para lutar por uma solução eficaz que satisfaça a população local, turistas e empresários”, sustentam.

Os vereadores do PSD defendem que a construção daquela travessia permitiria “revitalizar” a economia local.

“A Galiza é o oitavo maior destino de exportação de Portugal, tornando-o assim no principal cliente português em Espanha. Quase metade das exportações e importações do Alto Minho são efetuadas com Espanha, sendo as referidas trocas comerciais mais intensas do que a média da região Norte e do país”, referem.

O turismo é outros dos argumentos invocados na petição, face “à proximidade geográfica a Espanha” e pelo concelho ser ponto de passagem de peregrinos dos Caminhos de Santiago de Compostela.

Atualmente, as ligações entre o Alto Minho e a Galiza são asseguradas por cinco pontes sobre o rio Minho. O município de Caminha há muito que também reclama uma ligação a La Guardia, naquele que seria o sexto atravessamento do Minho.

Em 2008, um estudo de viabilidade realizado por técnicos dos dois países, liderado por especialistas da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), apontou a solução técnica para a construção da nova ponte sobre o rio Minho, mas até hoje o projeto não avançou.

As ligações entre Caminha e La Guardia são asseguradas pelo ‘ferry’ Santa Rita de Cássia, muitas vezes impedido de cruzar o rio, “sujeito às marés, por via do assoreamento constante” que afeta o curso internacional de água.

Das cinco pontes sobre o rio Minho que asseguram a ligação entre o Alto Minho e a Galiza, a última a ser inaugurada foi a ponte internacional entre Vila Nova de Cerveira e Tomiño, em 2004. Num investimento que rondou os seis milhões de euros, a travessia veio resolver as difíceis ligações feitas até então por um ‘ferryboat’.

Em 1993 foi inaugurada a ponte entre Valença e Tui já ligadas, desde 1885, pela ponte rodoferroviária desenhada por Gustave Eiffel.

Mais acima, as ligações entre as duas regiões raianas são ainda asseguradas pela ponte Monção/Salvaterra, inaugurada em 1995, e entre Peso, em Melgaço, e Arbo, na Galiza, que entrou em funcionamento em 1999.

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