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Braga

Póvoa de Lanhoso garante meios informáticos a todos alunos

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Póvoa de Lanhoso (Arquivo)

A câmara da Póvoa de Lanhoso vai apoiar os alunos com equipamento informático e acesso à internet para que” possam acompanhar o ensino à distância”, um investimento superior a 50 mil euros, anunciou hoje a autarquia.


Em comunicado, aquela autarquia explicou que a medida pretende fazer face ao novo modo de ensino determinado pelo Governo face à pandemia causada pelo novo coronavírus.

Os equipamentos serão cedidos aos alunos a título de empréstimo, sendo que a medida abrange mais de 400 estudantes.

“Todos os graus de ensino, do primeiro ao 12º ano, estão contemplados, pelo que nenhum aluno do concelho deixará de frequentar as aulas neste novo modelo, por não ter computador ou internet”, refere o presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva.

Algum deste equipamento (routers, computadores e tablets) já foi entregue ao Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio e ao Agrupamento de Escolas de Póvoa de Lanhoso e, “até ao final da semana, todo o processo estará concluído, com a entrega do restante”, garante a autarquia.

No texto, a autarquia salienta que não é da sua responsabilidade fornecer aqueles equipamentos.

“Apesar de não ser nossa competência, a autarquia jamais permitiria que houvesse alunos excluídos por não terem estes meios. A pandemia veio alterar o modelo de Educação e a Autarquia está a fazer a sua parte para que o sucesso escolar dos nossos jovens, de quem depende o nosso futuro, não seja afetado”, aponta.

Portugal regista 735 mortos associados à covid-19 em 20.863 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Relativamente ao dia anterior, há mais 21 mortos (+2,9%) e mais 657 casos de infeção (+3,3%).

Das pessoas infetadas, 1.208 estão hospitalizadas, das quais 215 em unidades de cuidados intensivos, e mantém-se as 610 dadas como curadas.

Portugal cumpre o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o decreto presidencial que prolongou a medida até 02 de maio prevê a possibilidade de uma “abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais”.

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Braga

Idoso que tinha desaparecido em Vila Verde já foi encontrado

Desaparecimento

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Foto: DR

Já foi encontrado e está bem o idoso de 80 anos que desapareceu ontem à noite, na avenida da Veiga, entre as freguesias de Oleiros e Lage, no concelho de Vila Verde, confirmou O MINHO junto de fonte da família.

Manuel Peixoto terá saído de casa ontem à noite e não voltou a aparecer, levando a que a família já reportasse o seu desaparecimento às autoridades.

O idoso sofre de alzheimer e diabetes, precisando urgentemente de tomar medicação, incluindo insulina.

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Braga

Póvoa de Lanhoso mantém prémio literário com prazos a decorrer até 30 de abril

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Póvoa de Lanhoso (Arquivo)

O Prémio Literário António Celestino mantém-se a decorrer com o envio de contos a ser possível até 30 de abril, “apesar dos constrangimentos provocados pelo Covid-19”, informou hoje a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.

Em comunicado enviado à Lusa, aquela autarquia, do distrito de Braga, explica que aquele prémio não foi cancelado como os restantes “eventos e iniciativas culturais do município da Póvoa de Lanhoso” e que a organização conta com mais de 30 candidaturas.

No entanto, salienta a autarquia, a data da cerimónia de anúncio do vencedor e entrega do respetivo prémio, mil euros, agendada para junho, será objeto de reagendamento, mediante as diretrizes das entidades competentes e será divulgada pelo município em tempo oportuno.

Em 2019, o júri atribuiu este Prémio a Helena Lima, com o texto “Fêmeas Existências”, sendo que o galardão surgiu em 2017, “inserido no âmbito das comemorações do centenário de nascimento do escritor Povoense António Celestino”.

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Braga

CDS de Vila Verde quer gabinetes de apoio à população e empresas

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O CDS de Vila Verde quer que sejam distribuídas máscaras gratuitas “com a máxima brevidade”, criados “gabinetes SOS Covid-19” para empresas e munícipes e “equipas de apoio” para entrega de medicamentos, alimentos e refeições, reivindicou hoje aquele partido.

Em comunicado enviado hoje à Lusa, a estrutura concelhia do CDS de Vila Verde, distrito de Braga, refere que “com a disponibilidade de todos, com as ideias de todos e com a ajuda de todos, tudo será mais fácil”.

No texto, salientando que os vila-verdenses precisam de “liderança”, o CDS enumera várias medidas que entendo como úteis: “Distribuir máscaras gratuitamente à população com a máxima brevidade, criar um gabinete ‘SOS Covid-19 Munícipe’ com o objetivo de informar e apoiar nas mais variadas vertentes e informação, com especial atenção ao apoio psicológico, e um gabinete ‘SOS Covid-19 Empresas’, com o objetivo de informar e apoiar as empresas a recorrer aos diversos apoios e subsídios entretanto criados pelo Estado, para manter emprego e rentabilidade económica”, lê-se.

O partido quer ainda que seja criada uma “uma linha de apoio social Covid-19, com o objetivo de através de um contacto gratuito ter acesso ao apoio social e de saúde do município e a “criação de equipas de apoio”.

A estas equipas seriam entregues as tarefas de “entrega domiciliária de bens de consumo e medicamentos àqueles que, por motivos vários, possam ter dificuldades na sua aquisição”.

Às juntas de freguesia, o CDS propõe que sejam encarregues da “entrega domiciliária de refeições a todos os alunos e jovens que beneficiem do Escalão A de Ação Social Escolar, a disponibilização de espaços de quarentena para as pessoas de capacidade económica reduzida que não tenham meios que permitam cumprir com necessidades de isolamento”.

Aquele partido quer ainda a “disponibilização de uma plataforma ‘online’ para proceder a compras de bens essenciais, especialmente para quem está longe dos seus familiares, que são posteriormente entregues no domicílio”.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 73 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito na terça-feira pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a domingo (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

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