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Português sob efeito de droga tenta sair da Galiza pela autoestrada com bloqueio nas rodas

Na A-55

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Foto: Guardia Civil

Um condutor, de nacionalidade portuguesa, foi identificado por efetivos do destacamento de trânsito da Guardia Civil espanhola, em O Porriño, Galiza, por conduzir numa autoestrada (A-55), em direção a Valença, com um bloqueio numa das rodas, colocado por agentes de trânsito.

A caso deu-se na passada semana, segundo informa aquela polícia, depois da central de tráfico da comandância ter recebido “vários alertas de diferentes condutores, de que um veículo circulava a uma velocidade muito reduzida, na via esquerda da autoestrada, em direção a Portugal.

“A ocorrência ficou resolvida após uma resposta imediata de uma patrulha de trânsito de Vilaboa, que alcançou a viatura quase no imediato, comprovando-se que se tratava de uma viatura de matrícula portuguesa que circulava com um imobilizador na roda dianteira direita”, explica o comando da guarda, em Pontevedra.

De acordo com aquela polícia, o condutor tinha aquela imobilização depois de ter sido mandado parar por uma patrulha, do mesmo destacamento de trânsito, tendo acusado positivo num teste de consumo de drogas, quando circulava na estrada nacional 550, em Guillarei.

O condutor foi identificado como presumível autor de delito contra a segurança rodoviária por circular de forma negligente, com risco para os demais utilizadores.

Os factos foram remetidos ao julgado de instrução de Tui.

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Filho procura pai desaparecido em Vila do Conde

Bagunte

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Foto: Facebook de António Faria

Um homem de 65 anos, residente em Bagunte, Vila do Conde, está desaparecido desde as 11:00 do último domingo, disse um familiar deste a O MINHO.

Visto pela última vez na sua residência, o homem desapareceu sem deixar rasto, havendo a suspeita que possa ter caído em algum campo ou propriedade nas freguesias adjacentes, já que se deslocava a pé.

Mede 1,70 metros e vestia casaco azul marinho, camisola castanha, calças pretas e botas pretas. Figura bastante conhecida na sua área, desconhecem-se as razões que o possam ter feito sair de casa.

O desaparecimento já foi reportado às autoridades e pede-se que qualquer informação sobre o paradeiro seja comunicado aos familiares pelo numero 912448025 ou à GNR de Vila do Conde pelo 252640160.

 

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GNR de Vila Real deteve casal suspeito de gerir quartos para a prostituição

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Foto: DR / Arquivo

A GNR deteve um casal que alegadamente geria um estabelecimento de diversão noturno, em Vila Real, pela suspeita do crime de lenocínio, culminando uma investigação que decorria há um ano, anunciou esta segunda-feira aquela força policial.

A GNR disse, em comunicado, que as detenções do homem com 46 anos e da mulher com 36 foram efetuadas no domingo por militares do Núcleo de Investigação Criminal de Vila Real.

De acordo com o Comando Territorial de Vila Real, a investigação relacionada com o crime de lenocínio decorria desde fevereiro de 2019 e os militares apuraram que os suspeitos “geriam um estabelecimento de diversão noturna onde, no mesmo edifício, tinham quartos destinados à prática de prostituição”.

No seguimento das diligências foram realizadas 12 buscas, entre as quais nove domiciliárias, duas em veículos e uma em estabelecimento comercial.

Das buscas resultou a apreensão, segundo a Guarda, de duas viaturas, 2.600 euros, três telemóveis, uma passagem de via aérea e dezenas de artigos e documentos relacionados com a prática do crime de lenocínio.

A GNR de Vila Real referiu que foi ainda identificada uma cidadã estrangeira em situação de permanência irregular no país, pelo que foi contactado o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

Os detidos foram constituídos arguidos e vão ser presentes ao Tribunal Judicial de Vila Real para aplicação de eventuais medidas de coação.

A operação contou com o reforço de diversas valências do Comando Territorial de Vila Real e dos Comandos Territoriais de Braga e de Viana do Castelo.

No mesmo estabelecimento de diversão noturno foram detidos em 2017, numa operação da Polícia Judiciária de Vila Real, três homens, um dos quais primeiro-sargento da GNR, suspeitos da prática dos crimes de lenocínio e corrupção.

A julgamento, nesse mesmo caso, chegaram dois militares da GNR de Vila Real e mais quatro arguidos, dois deles irmãos que eram os “donos efetivos” do negócio, e outros dois homens que controlavam a atividade do bar e das mulheres que ali trabalhavam, a maior parte delas brasileiras com situação irregular em Portugal.

Em maio de 2018, o tribunal de primeira instância de Vila Real condenou o primeiro-sargento da GNR a três anos e seis meses de pena suspensa, em cúmulo jurídico, pelos crimes de lenocínio, corrupção passiva e auxílio à imigração ilegal.

O outro militar da GNR foi condenado a uma pena de multa de 1.500 euros pelo crime de recebimento indevido de vantagem.

Os guardas e o Ministério Público recorreram do acórdão para o Tribunal da Relação de Guimarães, que agravou a pena aplicada ao primeiro-sargento para prisão efetiva.

Em novembro, o Supremo Tribunal de Justiça reduziu em um ano, de cinco para quatro, a pena aplicada ao primeiro-sargento da GNR de Vila Real.

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Mais de 64 mil cigarros apreendidos no aeroporto do Porto

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Foto: DR

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) anunciou esta sexta-feira a apreensão de mais de 64 mil cigarros no aeroporto do Porto, elevando para mais de 1,12 milhões o número de cigarros apreendidos nos aeroportos nacionais desde o início de 2018.

Num comunicado publicado no Portal das Finanças, a AT refere que a apreensão decorreu “no âmbito da defesa da fronteira externa, mais especificamente no controlo aduaneiro de passageiros e suas bagagens”.

Os mais de 64 mil cigarros apreendidos são de várias marcas e encontravam-se “dissimulados em quatro malas de porão, transportadas por passageiros procedentes de Angola e da Ucrânia”, detalha o comunicado adiantando que está em causa “o não pagamento de direitos aduaneiros, IVA e imposto sobre o tabaco”.

A deteção do tráfego ilícito de cigarros foi levada a cabo pelos funcionários aduaneiros, através de técnicas de inspeção e controlo desenvolvidas pela AT, para reforçar o combate “à prática de atos ilícitos, à proteção da sociedade e da saúde pública”.

Esta foi a segunda apreensão de tabaco reportada pela AT desde o início deste ano. A primeira envolveu 84 mil cigarros detetados num controlo à bagagem transportada por uma viajante de nacionalidade angolana.

De acordo com a informação disponibilizada no Portal das Finanças, desde o início de 2018, o número de cigarros apreendidos pelos funcionários da AT em aeroportos nacionais ultrapassa 1,12 milhões.

A este número soma-se, em 2018, uma apreensão de 650 quilos de tabaco para cachimbo de água, que foram detetados nas bagagens de mão e de porão de um voo procedente do Dubai.

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