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Alto Minho

Ponte de Lima: Valor da festa de Natal de funcionários municipais vai para o comércio

Cerca de 67 mil euros em vales de compras

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Foto: DR / Arquivo

O CCD – Centro de Cultura e Desporto dos trabalhadores da Câmara de Ponte de Lima, irá canalizar o dinheiro da habitual festa de Natal, que este ano não se realiza por causa da pandemia, para o comércio tradicional do concelho, através da atribuição de vales de compras.

São cerca de 67 mil euros que, na impossibilidade de realizar a tradicional festa de Natal, e respetiva entrega de cabazes de Natal e presentes aos filhos dos funcionários municipais, devido à pandemia de covid-19, irão, desta forma, parar ao comércio local, explica nota da autarquia.

O presidente da direção do CCD, Pedro Pinto, disse, citado em comunicado, que face à atual situação pandémica, o objetivo da iniciativa é “ajudar o comércio tradicional de todo o concelho”, assegurando que o dinheiro disponível das ações que não se realizaram será canalizado para esta iniciativa, reforçando o cabaz de natal e as prendas para as crianças menores de 12 anos. “Vamos criar vales de compras a entregar aos sócios do CCD para usarem no comércio tradicional”, esclarece.

Neste contexto, é feito o apelo aos comerciantes locais para preencherem o formulário próprio para participarem no projeto.

Podem aderir todas as superfícies do pequeno comércio tradicional, com áreas inferiores a 400m2; desde lojas de produtos alimentares, de vestuário e calçado, de roupa interior, informática e de telecomunicações, eletrodomésticos, decoração, artigos de desporto, restaurantes, cafés e pastelarias, hotéis e alojamentos locais, cabeleireiros, salões de beleza e estética, ginásios e Spa´s, óticas, livrarias e papelarias, garrafeiras e similares.

O presidente da Câmara, Victor Mendes, citado em comunicado, reconhece o valor desta iniciativa, “que, face à dificuldade em realizar a festa de natal”, visa ajudar “um sector em dificuldade, estimulando e incentivando o pequeno comércio tradicional”.

Para efetivarem a sua adesão, os comerciantes têm que entregar o formulário de candidatura, até 23 de novembro na secretaria da Divisão de Serviços Urbanos, da Câmara Municipal, (Edifício Portas de Braga, das 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 17:00), ou por email – [email protected]

Alto Minho

Marcelo vence em Ponte de Lima. André Ventura em segundo (e Vitorino Silva em quarto)

Eleições presidenciais 2021

Já está fechada a contagem dos votos em Ponte de Lima, apontando uma vitória expressiva a Marcelo Rebelo de Sousa. André Ventura surge em segundo lugar, seguindo-se Ana Gomes. Vitorino Silva é quarto.

No concelho de Ponte de Lima, Marcelo Rebelo de Sousa conquistou o primeiro lugar colhendo 11.696 votos, André Ventura, em segundo, obteve 1.996 votos, seguido por Ana Gomes, com 1.478.

Vitorino Silva ocupa o quarto lugar, com 703 votos, Marisa Matias ficou em quinto, com 577 votos, Tiago Mayan em sexto, com 432 votos, e João Ferreira, por último, com 423 votos.

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Viana do Castelo

Marcelo vence em Viana. Ana Gomes em segundo (e João Ferreira em quarto)

Eleições presidenciais

Fonte: MAI

Já está fechada a contagem dos votos no concelho de Viana do Castelo, apontando uma vitória expressiva a Marcelo Rebelo de Sousa. Ana Gomes surge em segundo lugar, seguindo-se André Ventura.

Resultados em Viana do Castelo. Fonte: MAI

No concelho de Viana do Castelo, Marcelo Rebelo de Sousa conquistou o primeiro lugar colhendo 21.674 votos, Ana Gomes, em segundo, obteve 4.838 votos, seguida por André Ventura, com 3.859.

João Ferreira ficou em quarto, com 1.575 votos, Marisa Matias, em quinto, com 1.442, Vitorino Silva, em sexto, com 1.266, e Tiago Mayan, por último, com 970 votos.

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Alto Minho

Surto no lar da Santa Casa de Paredes de Coura infeta 102 utentes e funcionários

Covid-19

Foto: DR

Um surto de covid-19 no lar da Santa Casa da Misericórdia de Paredes de Coura infetou 74 dos 80 utentes e 28 dos 44 funcionários, disse hoje o provedor da institutição.

Em declarações à agência Lusa, o padre Manuel Alberto Lourenço explicou que dos 74 utentes do lar de idosos, “um foi transferido, na sexta-feira, para o hospital de Viana do Castelo e, hoje de manhã, um outro utente sofreu um AVC”.

“A situação parece está a tornar-se mais calma, com todas as ajudas e com toda a colaboração. Temos a ajuda de uma Brigada de Intervenção Rápida (BIR) e de vários voluntários. Temos tido a ajuda possível, sabendo de antemão que se a situação estabilizar irá correr tudo bem, se se agravar iremos precisar de mais recursos humanos”, referiu o provedor.

Segundo o pároco, os 28 funcionários infetados pelo primeiro surto a afetar a instituição desde março de 2020, “estão em casa, em recuperação”.

“Tenho contactado com eles todos os dias. Alguns estão bem, assintomáticos, outros, porém, apresentam alguma sintomatologia associada à covid-19. Mas estão bem”, referiu.

“Os trabalhadores que não estão infetados estão a dar tudo por tudo. Não olham a horas de serviço para estarem a prestar cuidados aos idosos”, destacou.

O surto, explicou o provedor, “teve início no dia 13, quando cinco utentes foram testados por apresentarem sintomatologia associada à covid-19”.

Os seis utentes que não contraíram a doença causada pelo novo coronavírus “estão isolados na instituição, sendo que, na próxima semana, serão novamente testados, assim como o primeiro grupo de utentes testados há 15 dias”, acrescentou.

“Na segunda e terça-feira, os primeiros funcionários infetados com covid-19 vão fazer testes no centro de saúde e se tudo correr bem poderão voltar ao trabalho”, adiantou.

O provedor manifestou ainda “gratidão a todas as entidades parceiras, Câmara Municipal de Paredes de Coura, Unidade de Saúde Pública do Alto Minho (ULSAM) e Centro de Saúde de Paredes de Coura, Centro Distrital da Segurança Social, Instituto de Emprego e Formação Profissional, Cruz Vermelha Portuguesa, por serem incansáveis e sempre presentes no acompanhamento de toda a situação”.

“Têm-nos ajudado no desenvolvimento das melhores estratégias para enfrentarmos o dia a dia na Misericórdia”, afirmou.

“Não tem sido fácil gerir os dias que correm. A situação é delicada, pois trata-se da saúde das pessoas. Continuamos todos a dar o nosso melhor, toda a nossa dedicação e esforço para que tudo regresse à normalidade, o mais breve possível”, referiu.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.107.903 mortos resultantes de mais de 98,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 10.194 pessoas dos 624.469 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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