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Alto Minho

Ponte de Lima lança fogo de artifício a 05 de outubro e vai ter ‘mini’ Feiras Novas

Disse a O MINHO fonte da Pirotecnia Minhota

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Foto: DR / Arquivo

Mini Feiras Novas. Depois de ter sido proibido durante o período que coincidiu com festas do concelho, o fogo de artifício que leva a Ponte de Lima milhares de pessoas, irá ser lançado no próximo dia 05 de outubro, confirmou hoje a O MINHO fonte da empresa Pirotecnia Minhota.

O espetáculo piromusical, marcado para a meia-noite desse sábado, véspera de eleições legislativas, irá decorrer na margem do rio Lima e na Ponte de Nossa Sra. da Guia (Ponte Nova).

Recorde-se que a edição de 2019 das Feiras Novas de Ponte de Lima não contou com as habituais sessões de fogo de artifício, devido às imposições decretadas pelo Governo, face ao alerta vermelho de risco de incêndio emitido pela Proteção Civil.

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Viana do Castelo

Só Viana do Castelo e Portalegre não ativaram plano distrital de emergência

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Dezasseis dos 18 distritos de Portugal continental têm o seu plano de emergência ativo devido à pandemia de covid-19, vigorando em paralelo com o plano nacional Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

De acordo com uma resposta enviada à Lusa pela ANEPC, este foi o número de planos distritais acionados até terça-feira (31 de março), data em que apenas não estavam ativos os planos distritais de emergência de Viana do Castelo e Portalegre.

Ao longo dos últimos 15 dias, estes mecanismos foram acionados nos distritos de Coimbra, Beja, Santarém, Bragança, Vila Real, Évora, Castelo Branco, Braga, Lisboa, Setúbal, Aveiro, Leiria, Faro, Porto, Guarda e Viseu.

Foram também ativados mais de 100 planos municipais de emergência de norte a sul do país.

De acordo com a Proteção Civil, os planos distritais e municipais de emergência são ativados pelas autoridades territorialmente competentes em função da avaliação que é realizada no respetivo espaço geográfico.

“A ativação do plano nacional de emergência não obriga a que os planos de nível inferior sejam ativados, sendo tal decisão ponderada caso a caso”, frisou a entidade, adiantando que o plano nacional ficará ativado até determinação em contrário por parte da Comissão Nacional de Proteção Civil (CNPC).

A CNPC deliberou a sua ativação tendo em conta o estado de emergência em vigor no país, além das circunstâncias “excecionais” da crise de saúde pública “e os seus efeitos em cascata” que determinam a necessidade de um “acompanhamento reforçado” para assegurar a sinalização precoce de problemas e constrangimentos e a difusão atempada de diretrizes e orientações.

Além disso, a medida foi decidida tendo em conta a ativação já ocorrida de planos municipais e distritais de emergência de proteção civil, “por forma a garantir o acompanhamento permanente e reforçado da evolução da situação epidemiológica” causada pela covid-19.

A ativação do plano nacional de emergência significa que, de modo faseado, estão a ser colocados em prática “todos os mecanismos e instrumentos ao dispor do sistema de proteção civil”, para apoiar a gestão da crise de saúde publica que atualmente se vive.

De acordo com a ANEPC a mais-valia da medida é permitir “formalizar os mecanismos de coordenação, controlo e articulação institucional”.

A nível nacional, a Proteção Civil destaca os funcionamentos da Subcomissão da Comissão Nacional de Proteção Civil, uma estrutura interministerial especificamente criada para acompanhar em permanência os impactos da situação epidemiológica, e do Centro de Coordenação Operacional Nacional, estrutura em que se assegura a gestão operacional, a coordenação dos recursos, a recolha de informação relevante e o acompanhamento de ocorrências.

O estado de emergência foi decretado em Portugal em 18 de março, entrando em vigor às 00:00 do dia 19.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, decide hoje sobre o seu prolongamento por um novo período de 15 dias, com parecer do Governo, que reunirá o Conselho de Ministros para esse efeito.

De entre as medidas do plano nacional de emergência destacam-se o dever de “recolhimento domiciliário” para a generalidade da população, um “dever especial de proteção” para as pessoas “com mais de 70 anos ou com morbilidades” e o isolamento obrigatório apenas para doentes com covid-19 ou que estejam sob vigilância ativa.

Neste caso, se o isolamento obrigatório não for cumprido, os doentes incorrem no crime de desobediência e o Governo admite, se necessário, vir também a definir um quadro sancionatório para punir quem quebre o dever especial de proteção e de recolhimento.

Nas atividades económicas, o executivo definiu como regra que os estabelecimentos com atendimento público deviam encerrar, à exceção dos de bens essenciais “à vida do dia-a-dia”, e que os restantes devem manter-se abertos.

Já os estabelecimentos ligados à restauração devem estar “encerrados no seu atendimento público”, mas o Governo incentiva a que se possam manter em funcionamento para serviços de entrega ao domicílio e ‘take-away’ (recolha na loja).

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto de covid-19 espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 187 mortes, mais 27 do que na véspera, e 8.251 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 808 em relação a terça-feira.

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Alto Minho

Helicóptero da Força Aérea ativado para busca e salvamento de jovem de Melgaço

Buscas

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um helicóptero da Força Aérea Portuguesa (FAP) foi ativado para participar nas operações de busca e salvamento de um jovem que caiu ao rio Minho, na terça-feira, em Melgaço, disse hoje o capitão do Porto de Caminha, Pedro Costa.

Contactado pela agência Lusa, o capitão do porto e comandante da Polícia Marítima (PM) de Caminha, no distrito de Viana do Castelo, adiantou que a chegada do meio aéreo “está prevista para a manhã de hoje, para reforçar o dispositivo que já se encontra no terreno desde as 08:15”.

“O helicóptero irá bater a zona desde o início do troço internacional, na confluência do rio Trancoso com o rio Minho, até á torre da Lapela, em Monção”, explicou.

Pedro Costa explicou que as buscas estão a decorrer na freguesia de Remões, zona do rio onde o jovem de 26 “foi visto pela última vez”.

“Nesta zona é impossível a prática de mergulho, o rio corre muito. Estamos a fazer as buscas à superfície e apeadas, contando com a ajuda do helicóptero”, especificou Pedro Costa.

Nas operações estão envolvidos dois botes, com dois operacionais cada, um da PM de Caminha e outro da Armada espanhola.

Nas margens, apeados, segundo Pedro Costa, estão mobilizados do lado português nove operacionais dos bombeiros de Melgaço e, na Galiza, 10 elementos da Guardia Civil.

A operação de busca e salvamento visam encontrar de um jovem que caiu na terça-feira, pelas 18:20, ao rio Minho, em Melgaço.

Já na terça-feira, o capitão do porto e comandante da PM de Caminha afirmou que hoje as operações de busca contarão com a participação de uma embarcação da Armada espanhola.

Do lado português, adiantou Pedro Costa, vão estar mobilizados meios da capitania e da PM de Caminha, dos bombeiros e da GNR.

No total, estarão envolvidos 14 operacionais e duas embarcações de busca em superfície e junto às margens do rio internacional.

O acidente ativou, como é habitual naquela zona transfronteiriça, o projeto ARIEM+ – Assistência Recíproca Inter-regional em Emergências e Riscos Transfronteiriços.

Os objetivos do ARIEM+ incluem a criação de uma Rede de Comando Operacional Único para a gestão conjunta de recursos humanos e materiais em situações de risco que melhorem a gestão e coordenação de emergências no local.

Na terça-feira, o jovem de 26 anos “escorregou e caiu” quando “passeava” junto ao rio internacional, na freguesia de Remoães, no concelho de Melgaço.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo “o alerta foi dado por uma pessoa que acompanhava o jovem no passeio junto ao rio”.

A mesma fonte adiantou que “a pessoa que acompanhava o jovem informou que o mesmo terá escorregado, acabando por cair nas águas do rio Minho”.

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Alto Minho

Armada espanhola ajuda nas buscas por jovem que caiu ao rio Minho em Melgaço

Buscas

em

Foto: DR/Arquivo

As buscas para encontrar um jovem que caiu na terça-feira à tarde ao rio Minho, em Melgaço, foram retomadas esta quarta-feira, pelas 08:00, com meios espanhóis, informou o capitão do porto de Caminha, Pedro Costa.

Contactados ontem pela agência Lusa, o capitão do porto e comandante da Polícia Marítima (PM) de Caminha, no distrito de Viana do Castelo, adiantaram que, esta quarta-feira, as operações contam com a participação de uma embarcação da Armada espanhola.

Do lado português, adiantou Pedro Costa, estão mobilizados meios da capitania e da PM de Caminha, dos bombeiros e da GNR.

No total, estarão envolvidos 14 operacionais e duas embarcações de busca em superfície e junto às margens do rio internacional.

O jovem de 26 anos “escorregou e caiu” quando “passeava”, na freguesia de Remoães, no concelho de Melgaço, cerca das 18:15.

“Vamos ver como estão as correntes para perceber a direção que o corpo terá tomado. É uma zona próxima da barragem da Frieira, na Galiza, de fortes correntes, onde se nota muito a força da água e onde existem grandes desníveis, em altura”, especificou.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo “o alerta foi dado por uma pessoa que acompanhava o jovem no passeio junto ao rio”.

A mesma fonte adiantou que “a pessoa que acompanhava o jovem informou que o mesmo terá escorregado, acabando por cair nas águas do rio Minho”.

Ao local compareceram hoje 16 operacionais e seis viaturas dos Bombeiros Voluntários de Melgaço e Monção e meios da capitania de Caminha.

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