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Região

Ponte de Lima: Escola Superior Agrária do IPVC, “há 34 anos a promover a vitivinicultura”

Instituto Politécnico de Viana do Castelo

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Foto: Divulgação

A Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo [ESA-IPVC] comemora, a 02 de dezembro, o seu 34.º aniversário, numa cerimónia com início previsto para as 16:00, a acontecer no Mosteiro de Refóios, em Ponte de Lima.

A cerimónia oficial destas celebrações, conta com as intervenções de Isabel Valín, Diretora da Escola Superior Agrária do IPVC, de Carlos Rodrigues, presidente do politécnico, de Victor Mendes, presidente da Câmara de Ponte de Lima, Flora Silva, provedora do estudante e do presidente da Associação dos Estudantes da ESA-IPVC, Rodrigo Cardoso.

Em dia de aniversário os antigos alunos da ESA-IPVC reúnem-se para falar dos “34 anos a promover a vitivinicultura”.

Do programa consta ainda a assinatura de protocolos.

O final das celebrações, precedido de um momento musical pela Academia de Música Fernandes Fão – Pólo de Ponte de Lima, será assinalado com o bolo de aniversário e o cantar dos parabéns pelos 34 anos de existência da ESA-IPVC.

“O conhecimento na construção da democracia”

O renomado professor Alexandre Quintanilha é o convidado de honra destas comemorações que irá proferir à conferência “O conhecimento na construção da democracia”. A intervenção do professor está agendada para as 17:30.

Biografia Alexandre Quintanilha

Alexandre Quintanilha completou o doutoramento em Física em 1972, na Universidade Witwatersrand de Joanesburgo, mas mudou-se para Berkeley, Universidade da Califórnia e para a investigação sobre fisiologia celular.

No Laboratório Nacional de Lawrence Berkeley dirigiu ainda o Centro de Estudos Ambientais. Em 1991 tornou-se professor da Universidade do Porto e fundou o Instituto de Biologia Molecular e Celular da mesma universidade.

Presidiu a comités da Fundação Europeia para a Ciência, Comissão Europeia e OECD, bem como de várias organizações de investigação nacionais e internacionais.

Nos últimos anos, Alexandre Quintanilha tem também trabalhado sobre perceção do risco e compreensão pública da ciência, por exemplo nas áreas do “melhoramento” cognitivo.

É deputado na Assembleia da República, onde preside à Comissão de Educação e Ciência.

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Região

Mais de mil motards homenagearam Paulo Gonçalves em Lisboa

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Cerca de mil motards marcaram presença, este domingo, em Lisboa, para uma homenagem ao piloto esposendense Paulo Gonçalves, que perdeu a vida durante a última edição do Dakar 2020, após acidente.

A caravana passou por vários pontos da capital portuguesa, entre o Museu do Coche e o Cabo da Roca, onde foi feita homenagem a Speedy.

A concentração juntou várias associações motard vindas de todo o país.

O funeral de Paulo Gonçalves, assim como a trasladação do corpo para Portugal, ainda não tem data marcada.

Foi já anunciado que, durante o cortejo fúnebre, a marginal de Esposende terá motorizadas alinhadas.

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Barcelos

Casal de Barcelos condenado por dez assaltos que renderam 33 mil euros

Objetos furtados, valendo 33 mil euros, eram trocados por drogas ou numa ourivesaria

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Fizeram dez assaltos a casas ou lojas na zona de Barcelos, de onde furtaram objetos valendo 33 mil euros. O Tribunal de Braga condenou o casal, ele a oito anos de prisão efetiva, ela a dois anos e dez meses, mas com a pena suspensa.

Diogo Alexandre Coelho, de 28 anos e a companheira, Marta Rodrigues, de 25, ambos de Barcelos e ambos toxicodependentes, atuavam em conjunto, ele a penetrar nas residências ou lojas, ela a vigiar e a ajudar.

O primeiro assalto ocorreu em julho de 2016, e foi feito a uma casa na rua Dr. José Gualberto Sá Carneiro, em Barcelinhos. O Diogo trepou à varanda, entrou pela janela e levou uma televisão, três discos externos de computador, uma máquina fotográfica, um edredon e jóias, brincos, pulseiras e anéis. Ao todo, valiam cerca de dois mil euros.

No mesmo dia, foi ao restaurante Bolívar, em Barcelos, entrou pelo mesmo método, e levou um computador, 50 euros em notas, dezenas de maços de tabaco e 280 euros em moedas. Ao todo, 1.928 euros.

Em 22 de junho, o Diogo rebentou o fecho da janela da loja I wish, de aparelhos de som, na mesma cidade, e levou três auscultadores,três colunas, vários cartões de memória, e 295 euros da caixa registadora. O rombo atingiu os 1908 euros.

Em 17 de julho, o casal foi a Feitos, no mesmo concelho e estacionou o carro perto de uma moradia na rua de S. Mamede. Ela ficou na viatura, de vigia, e ele saltou o muro, entrando pela janela da garagem.

Depois de remexer em tudo, encontrou um saco com 10.800 euros em notas, e uma bolsa com mais 200 euros. Saiu e além de usar o dinheiro para comprar droga, adquiriu um Volkswagen que pôs em nome dela.

Ouro de uma tia

Em agosto, um amigo disse ao Diogo, em pé de conversa, que tinha uma tia que guardava ouro em casa.

Dias depois, pelas 17 horas, foi à Rua de S. Pedro, na freguesia de Vila Frescainha, pulou o muro e penetrou no interior pela janela da cave.

Aí, topou várias peças de ourivesaria, um computador portátil, 300 euros em dinheiro e um telemóvel Samsung. Tudo avaliado em 9.680 euros.

Logo a seguir, viajaram até ao bairro Pinheiro Torres, no Porto, onde venderam algumas peças em ouro.

O mesmo fizeram, no dia seguinte, na ourivesaria Pitães, em Braga, onde a GNR veio a encontrar uma pequena barra e uma libra esterlina,ambas de ouro, que valiam 525 euros.

Bicicleta furtada e trocada por coca e heroína

Em 24 de agosto, fizeram uma outra vivenda em Areias de Vilar. O Diogo encontrou, na garagem, uma bicicleta que custara 600 euros. Levou-a e foi vendê-la ao bairro do Picoto, em Braga, ou melhor trocou-a por dez bases de cocaína e duas de heroína. De seguida, e neste mesmo mês, foi apanhado a guiar sem carta.

O trajeto de furtos continuou em setembro numa moradia em Tamel S. Veríssimo de onde desapareceram um telemóvel iPhone, um iPod, peças de ourivesaria e outros artigos. Avaliados em 897 euros.

A próxima vítima, a 08 de setembro, foi uma outra casa em Tamel S. Veríssimo, onde o assaltante encontrou peças de ourives, valendo cinco mil euros.

Foi trocar parte delas à Ourivesaria Pitães, em Braga, onde lhe deram 1.700 euros, tendo trocado uma outra parte por droga, 40 bases de cocaína e dez de heroína.

Dois dias depois, foi a estabelecimento de mediação de seguros, sito na Rua Manuel António Faria, na Ucha, em Barcelos. Aí levou várias pen’s, um computador e 70 euros. Furto calculado em 1.255 euros.

O acórdão que o condenou salienta o facto de que o Diogo tinha já 17 condenações, em Barcelos, Braga e Famalicão, por condução sem carta, furto qualificado, recetação e tráfico de menor gravidade.

A Marta tinha, apenas, três condenações. No caso desta arguida, o Tribunal condenou-a, ainda, a pagar 700 euros de multa e a entregar 600 euros ao Centro de Solidariedade Social de S. Veríssimo.

Para não ir para a cadeia, terá, ainda, de se submeter a um plano de reinserção social, que a obriga a abster-se de consumir drogas e de frequentar locais onde esta se vende.

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Braga

Morre meia hora depois de ter alta das urgências em Braga

Drama em Braga

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem, com cerca de 70 anos, morreu vítima de um ataque fulminante 30 minutos depois de ter saído do Hospital de Braga com alta.

Segundo a edição impressa deste domingo do Jornal de Notícias, a vítima, Albano Pereira, chegou ao hospital, pouco passava das 09:00 horas do passado dia 04 de janeiro de 2020.

Queixava-se de dores na perna, numa virilha, para além de enjoos, segundo conta a família. Apesar de ter um historial médico de problemas cardíacos, com enfartes e AVC’s, o homem recebeu alta médica cerca das 12:30.

O médico que o atendeu terá dito que se tratava de dor ciática.

Chegado a casa, na companhia da família, o homem acabou por perder a vida num ataque fulminante, relata a mulher, Maria Alice.

A família responsabiliza agora a unidade hospitalar e já foi aberto um inquérito por parte do Ministério Público.

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