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Ponte de Lima

Ponte de Lima e Vieira do Minho com reforço de médicos de família

ARS anunciou contratação de 61 médicos na região Norte

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A contratação de 61 novos especialistas em Medicina Geral e Familiar vai permitir que 87.150 utentes das unidades de cuidados de saúde primários do Norte ganhem médico de família, anunciou hoje a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte. Deste grupo, no que diz respeito ao Minho, serão colocados médicos em Ponte de Lima e Vieira do Minho, sendo que, por agora, O MINHO não conseguiu apurar se se trata de um novo profissional para cada um destes municípios, ou mais.

Em comunicado, a ARS Norte revelou que as 61 vagas disponibilizadas, 57 para os Agrupamento de Centros de Saúde (ACeS) e quatro para as Unidades Locais de Saúde (ULS), foram preenchidas na totalidade, sendo os novos especialistas alocados às unidades mais carenciadas.

“Com a colocação destes médicos, cerca de 87.150 utentes vão passar a contar com o seu médico de família e verão garantida a acessibilidade a cuidados de saúde de qualidade, personalizada e de forma continuada”, sublinhou.

A ARS Norte realçou que com estas contratações dá melhores respostas às pessoas, garantindo-lhes um direito constitucional.

Os médicos serão colocados, ainda, nos municípios de Amarante, Matosinhos e Baião, no distrito do Porto, em Cinfães, Lamego, Tarouca, Tabuaço, São João da Pesqueira, Moimenta da Beira e Resende, distrito de Viseu, em Mesão Frio, Alijó, Santa Marta de Penaguião, Régua, Vila Real, Valpaços e Boticas, no distrito de Vila Real, e em Freixo Espada à Cinta, no distrito de Bragança.

Na nota, a ARS Norte lembrou que estas 61 novas contratações acrescem às outras 20 que aconteceram no passado mês de fevereiro e que permitiram atribuir médico de família a mais de 25.500 utentes.

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Alto Minho

Foi há 25 anos que Ponte de Lima foi pioneira no Minho ao criar serviço de Reumatologia

25.º aniversário

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Foto: DR / Arquivo

O Serviço de Reumatologia de Ponte de Lima assinala, durante este mês de fevereiro, os 25 anos da sua fundação, foi hoje anunciado.

Fundado a 01 de fevereiro de 1995 pelo médico João Pimenta, que criou as condições legais para implantar uma unidade de saúde vocacionada para os problemas da população idosa com dificuldades de locomoção. Para além da reumatologia, idealizou ainda os serviços de fisiatria e geriatria.

Até então, a especialidade de reumatologia existia apenas no Hospital de S. João, no Porto, instituição que formou aqueles que haveriam de ser os médicos pioneiros na descentralização deste serviço, Domingos Araújo e Maria do Carmo Afonso.

Em 1996 e 1998 juntaram-se ao serviço os médicos Lúcia Costa e Sérgio Alcino que, em conjunto com os fundadores, constituíram a espinha dorsal do serviço, sedimentando a especialidade em Ponte de Lima e expandindo-a para concelhos limítrofes.

Ao longo destes 25 anos, foram já formados nesta unidade nove médicos especialistas em reumatologia, três dos quais a fazer parte integrante dos quadros daquela unidade (José António Costa, Filipa Teixeira e Daniela Peixoto). Atualmente, o serviço tem cinco internos em formação específica de reumatologia.

Em comunicado enviado a O MINHO, o serviço de reumatologia da ULSAM congratula-se “com a possibilidade” de crescimento “ao longo dos anos”, que permitiu “continuar a prestar cuidados médicos nesta área da medicina que é, muitas vezes, erroneamente subvalorizada”.

A reumatologia é a especialidade médica que tem por objetivo o tratamento médico e a prevenção de múltiplas patologias que envolvem o sistema músculo-esquelético. Engloba doenças sistémicas inflamatórias crónicas e diversas afeções articulares e músculo-esqueléticas de causa não traumática.

No seu conjunto, as doenças reumáticas representam o grupo de patologias mais frequentes nos países desenvolvidos e constituem um dos principais motivos de consulta médica nos cuidados primários, sendo a principal causa de absentismo, de invalidez e de reforma antecipada.

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Ponte de Lima

Ponte de Lima: 1,1 milhões para novo campo de futebol em Freixo

Projeto visa promover prática desportiva na região

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Foto: Divulgação / CM Ponte de Lima

A Câmara de Ponte de Lima informou, esta terça-feira, ter assinado o auto de consignação para a construção do campo desportivo de Freixo, no valor de mais de 1, 1 milhões de euros.

Em comunicado, aquela autarquia do distrito de Viana do castelo adiantou que o novo equipamento pretende “promover a coesão social e territorial, o associativismo desportivo e a prática desportiva”.

Foto: Divulgação / CM Ponte de Lima

A obra prevê a construção de um campo de futebol, inserido numa área de relvado sintético que incluí a área de reserva periférica regulamentar de segurança. O novo campo será implantado na proximidade de outros equipamentos municipais, nomeadamente as piscinas e o agrupamento de escolas de Freixo.

 

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Ponte de Lima

Bloco de Esquerda questiona Governo sobre descargas e construções no rio Lima, em Ponte de Lima

Ministério do Ambiente

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Foto: Divulgação / Miguel Costa / CM Ponte de Lima / Arquivo

A deputada do Bloco de Esquerda, Maria Manuel Rola, disse, esta terça-feira, à Lusa que vai questionar o Ministério do Ambiente sobre “descargas ilegais” e “intervenções desastrosas”, no rio Lima, em Ponte de Lima, em Viana do Castelo.

Maria Manuel Rola explicou que aquelas “preocupações” resultam de uma reunião que manteve, na semana passada, naquele concelho, com o Movimento para a defesa do Rio Lima (MOLIMA), onde se inteirou “da qualidade da água do rio Lima e seus afluentes, nomeadamente do Labruja”.

“O Bloco de Esquerda (BE) está preocupado com a qualidade da água do rio Lima e dos seus afluentes, devido às sucessivas descargas no rio Labruja e ao mau funcionamento de algumas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR)”, afirmou.

Referiu ainda que “com ETARs que funcionam mal, com descargas ilegais, com um alegado colapso da indústria da pedra e com intervenções desastrosas na vida corrente do rio Lima, fica dificultada a pesca e o rio artificializado, desnecessariamente”.

Maria Manuel Rola realçou ainda “as construções em leito de cheia, nomeadamente a ciclovia e o estacionamento na zona do areal”, no centro da vila de Ponte de Lima.

“Lamentamos, que a autarquia não dê a importância devida ao rio e às suas margens, transformando-as em parque de estacionamento e construindo uma ecopista que não passa de uma aquapista. O Bloco defende que tem de haver um plano de proteção do rio Lima e seus afluentes, identificando todos os focos de poluição, responsabilizando os infratores, protegendo toda a fauna e flora e devolvendo as margens do rio ao lazer”, sublinhou.

A deputada do BE criticou ainda “a privatização da água, que trará aumentos para os munícipes de Ponte de Lima e para a região e, como temos vindo a perceber pela experiência em outros locais, piorará a qualidade do serviço”, referindo-se à Águas do Alto Minho, empresa detida em 51% pela Águas de Portugal (AdP) e em 49% por sete municípios do distrito de Viana do Castelo (Arcos de Valdevez, Caminha, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira), que compõem a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho.

Três concelhos do distrito – Ponte da Barca, Monção e Melgaço – reprovaram a constituição daquela parceria.

A nova empresa começou a operar em janeiro, cobrindo “uma área de 1.585 quilómetros quadrados, e está dimensionada para fornecer mais de nove milhões de metros cúbicos de água potável, por ano, a cerca de 100 mil clientes e para recolher e tratar mais de seis milhões de metros cúbicos de água residual, por ano, a cerca de 70 mil clientes”.

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