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Alto Minho

Ponte de Lima é o 8º município do País que mais IRS devolve aos cidadãos

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Ponte de Lima ocupa o 8º lugar no ranking enquanto município que mais IRS devolve à população, informou, esta quinta-feira, a autarquia limiana.


Em comunicado, o município referiu que este valor tem vindo a aumentar de ano para ano a favor da população, mesmo que tal resulte numa perda de receita para a Câmara Municipal.

“Este valor, que representará em 2016 a perda de receita para a autarquia de 851 401,00 €, tem vindo a aumentar de ano para ano a favor da população. O imposto que o município prescinde é devolvido, sob a forma de dedução à coleta, aos seus moradores”, sublinhou, acrescentando que tal só é possível devido à boa gestão dos dinheiros públicos.

“A boa gestão dos dinheiros públicos tem permitido ao município implementar uma política fiscal atrativa e praticar preços baixos pelos serviços prestados à população, tendo este cenário uma relação direta com a maior ou menor disponibilidade financeira das famílias e empresas de cada concelho”, realçou a autarquia.

Com esta medida a Câmara Municipal quer incrementar a fixação dos habitantes, atrair novos moradores, promover uma maior dinâmica da economia local e permitir uma maior disponibilidade para o consumo ou poupança.

As autarquias têm direito a receber do Orçamento do Estado 5% das verbas do IRS cobrado nos seus concelhos e podem optar por devolver parte aos munícipes. A percentagem de devolução está entre 0% e 5% da coleta, sendo esta percentagem transmitida todos os anos à Autoridade Aduaneira antecipadamente ao prazo de entrega do IRS anual. Ponte de Lima é um dos 19 municípios do país, 308 no total, que decidiram devolver o valor na íntegra.

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Viana do Castelo

Um anúncio triste para o ‘mundo metaleiro’. Barroselas Metalfest só em 2022

Cultura

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Foto: SWR Barroselas Metal Fest / Facebook (Arquivo)

A 23.ª edição do Barroselas Metalfest, que deveria ter acontecido este ano e foi adiada para 2021, afinal só irá acontecer em 2022, anunciou a organização, referindo que “estes tempos sombrios” não permitem um festival “como nos velhos tempos”.

O adiamento do festival, que decorre em Barroselas, localidade do concelho de Viana do Castelo, foi anunciado pela organização numa publicação na página oficial do Barroselas Metalfest na rede social Facebook.

“Estes tempos sombrios não nos permitem imaginar Barroselas como nos velhos tempos nem o nosso coração aceita um novo desfecho dececionante. Mesmo correndo o risco de voltar a errar, preferimos adiar o SWR Barroselas Metalfest 23 para 28 abril – 01 maio 2022 e encarar o futuro com otimismo e bom senso”, lê-se na publicação.

A 23.ª edição do festival deveria ter acontecido entre 29 de abril e 02 de maio deste ano, mas foi adiada devido à pandemia da covid-19. No final de março, a organização anunciou que a 23.ª edição iria realizar-se nos mesmos dias, entre 29 de abril e 02 de maio, mas em 2021.

A organização refere que, até 2022, irá “aproveitar para trabalhar novas ideias e preparar mais uma edição com calma e ponderação”.

“É muito triste, mesmo deprimente e até revoltante, mas um guerreiro será sempre um guerreiro! Os bilhetes comprados continuam válidos para 2022 e assim que possível informaremos acerca dos procedimentos de reembolso”, afirma.

O Barroselas Metalfest é o primeiro festival de música português a ser adiado de 2021 para 2022.

A pandemia da covid-19 fez com que este ano não se realizassem um pouco por todo o mundo os habituais festivais de música, que juntam milhares de pessoas e se concentram sobretudo nos meses de verão.

Em Portugal, as edições de 2020 dos festivais começaram em abril a serem adiadas para 2021.

Mas, foi só em maio, com o anúncio da proibição da realização de “festivais e espetáculos de natureza análoga” até 30 de setembro, e a posterior aprovação na Assembleia da República, que muitas organizações tomaram a decisão de adiar as edições de 2020.

No entanto, este tipo de espetáculos seria permitido com lugares marcados e o cumprimento de regras que permitam o distanciamento social.

No caso dos adiamentos, os portadores de bilhete tiveram direito a pedir a troca do mesmo por um vale “de igual valor ao preço pago”, válido até 31 de dezembro de 2021, e que pode ser utilizado na “aquisição de bilhetes de ingresso para o mesmo espetáculo a realizar em nova data ou para outros eventos realizados pelo mesmo promotor”.

Caso o vale não seja usado até 31 de dezembro de 2021, “o portador tem direito ao reembolso do valor do mesmo”, podendo pedi-lo a partir de 01 de janeiro de 2022, e “no prazo de 14 dias úteis”.

Entretanto, no final de setembro, o Governo decidiu prolongar a proibição da realização de “festivais e espetáculos de natureza análoga” até 31 de dezembro deste ano.

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Alto Minho

Sete infetados em centro de dia em Caminha

Covid-19

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Três utentes, uma delas internada, do centro de dia de Vilarelho, no concelho de Caminha, viram hoje confirmada a infeção por SARS-CoV-2, depois de quatro funcionárias terem testado positivo à covid-19, disse à Lusa a diretora.

Contactada pela agência Lusa, a diretora técnica do centro de dia de Vilarelho, Débora Silva disse que os resultados dos testes realizados aos 22 utentes da estrutura foram hoje conhecidos, sendo que “as três utentes infetadas, além de frequentarem o centro de dia, têm apoio do serviço no domicilio”.

“A utente que está internada não tem retaguarda familiar. Das outras duas, uma tem a família no estrangeiro, a outra também tem família, mas ambas vão continuar a ser apoiadas pelo serviço domiciliário porque estão em casa sozinhas, em isolamento”, referiu a responsável.

No total, a instituição tem 18 funcionárias, sendo que três trabalham no centro de dia e 15 prestam apoio domiciliário, o caso das quatro infetadas.

Na terça-feira, “as 11 funcionárias ao serviço vão ser todas testadas”, aguardando-se a marcação, pelas autoridades de saúde, do rastreio aos 45 utentes do serviço domiciliário.

O centro de dia está encerrado desde quarta-feira, e “só reabrirá quando a autoridade de saúde autorizar”.

Questionada pela Lusa, Débora Silva admitiu que a instituição precisa de reforço de pessoal, mas disse não ter pedido o apoio das brigadas de intervenção rápida.

“Não pedimos porque sabemos que não a vamos ter Temos mesmo aqui ao lado o lar dos Mareantes que estão aflitos. Não têm pessoal para trabalhar e sabemos que em primeiro lugar estão eles. Vamos tentando fazer da forma que podemos, com as funcionárias que temos. Não estamos a fazer folgas para podermos assegurar o apoio domiciliário. Se a situação piorar terão de ser as famílias”, referiu.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.313.471 mortos resultantes de mais de 54 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 3.381 pessoas dos 217.301 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 23 de novembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado e municípios vizinhos. A medida abrange 114 concelhos, número que passa a 191 a partir de segunda-feira.

Durante a semana, o recolher obrigatório tem de ser respeitado entre as 23:00 e as 05:00, enquanto nos fins de semana a circulação está limitada entre as 13:00 de sábado e as 05:00 de domingo e entre as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira.

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Alto Minho

Lares da Misericórdia de Ponte de Lima com 87 infetados entre utentes e funcionários

Covid-19

em

Foto: SCMPL

Mais sete utentes e 11 funcionários do Centro Comunitário de Arcozelo, em Ponte de Lima, viram hoje confirmada a infeção por SARS-CoV-2, elevando para 55 o total de casos de covid-19 naquela instituição, disse o provedor da Misericórdia.

Contactado pela agência Lusa, Alípio de Matos referiu que os casos hoje confirmados resultam dos testes realizados na sexta-feira, naquela Estrutura Residencial Para Idosos (ERPI).

O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, adiantou dos 32 utentes infetados, há mais sete com a doença causada pelo novo coronavírus.

“A maioria dos utentes apresenta sintomas ligeiros do ponto de vista respiratório e gastrointestinal”, afirmou Alípio de Matos, referindo que “dois utentes estão internados no hospital e quatro estão negativos”.

Dos 38 trabalhadores, com os resultados hoje conhecidos 17 estão infetados.

Na semana passada, a instituição registou a primeira morte de uma utente de 92 anos, infetada por SARS-CoV-2.

Questionado sobre a outra ERPI da Misericórdia, o lar Cónego Correia, disse que a situação está “estabilizada”. No total há 24 utentes e oito funcionários infetados com o novo coronavírus.

Na sexta-feira, Alípio de Matos disse à Lusa que de “um universo de 91 idosos, foram efetuados testes a 90 idosos, tendo em conta que um utente está hospitalizado, pelo agravamento da sua situação clínica, sem qualquer relação com o vírus SARS-CoV-2”.

Já dos 57 funcionários da instituição testados, oito estão infetados.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.313.471 mortos resultantes de mais de 54 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 3.381 pessoas dos 217.301 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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