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Ponte de Lima

Ponte de Lima decreta dia de luto municipal em memória de Zé Cachadinha

Um dos nomes maiores dos cantares ao desafio e natural da freguesia de Bárrio

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A Câmara de Ponte de Lima decretou dia de luto municipal, esta quarta-feira, na sequência da morte de Zé Cachadinha, um dos nomes maiores dos cantares ao desafio e natural da freguesia de Bárrio, naquele concelho.

Com um sentimento de profunda tristeza e pesar recebemos a notícia da morte de Zé Cachadinha, um dos intérpretes maiores dos nossos cantares tradicionais.

Morreu Zé Cachadinha

“Um dos intérpretes maiores dos nossos cantares tradicionais. Zé Cachadinha foi durante décadas um dos rostos mais emblemáticos das nossas seculares festas e tradições. Com o seu desaparecimento, a 10 de junho, Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas, apaga-se também uma das vozes mais inconfundíveis e genuínas das cantigas ao desafio”, diz o comunicado da Câmara.

“O que já não se apaga é o seu contributo ímpar na valorização e perpetuação deste modo de cantar e tocar, que se tornou tão singular e típico do território que o viu nascer, mas que ele procurou levar até bem longe, projetando Ponte de Lima, o Minho e Portugal junto das Comunidades Portuguesas espalhadas pelo mundo”, pode ler-se no texto.

“Face ao exposto e atendendo ao modo como sempre soube prestigiar o nome da nossa Terra, manifestamos um voto de pesar pelo seu falecimento, declarando um dia de luto municipal, dia 12 de junho, em memória do Homem e Artista que foi o Sr. José da Silva Sousa (Zé Cachadinha), colocando-se a Bandeira de Ponte de Lima a meia haste”.

O corpo encontra-se câmara ardente na Capela de Nossa Senhora da Abadia, no Bárrio, saindo na quarta-feira, dia 12 de junho, para a Igreja Paroquial do Bárrio, realizando-se depois a Missa de Corpo Presente às 18:30, seguida do funeral.

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Alto Minho

Responsáveis de IPSS de Ponte de Lima acusados de burla à Segurança Social

Burla superior a 33 mil euros

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público acusou de burla tributária o presidente e duas diretoras técnicas de uma instituição particular de solidariedade social (IPSS) de Ponte de Lima, por alegadamente terem declarado à Segurança Social serviços que não prestaram.

Em nota hoje publicada no seu ‘site’, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto acrescenta que a IPSS também vai responder pelo mesmo crime.

O Ministério Público considerou indiciado que o presidente e duas diretoras técnicas, “relativamente a 11 utentes idosos que frequentavam valências da IPSS, declararam à Segurança Social, para efeitos de atribuição de prestações, serviços nunca prestados”.

Segundo o Ministério Público, com esta conduta a IPSS teve uma vantagem patrimonial ilegítima superior a 33.600 euros, “à custa” da Segurança Social.

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Ponte de Lima

Governo suspende negociações com família de militar de Ponte de Lima morto nos Comandos

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A negociação sobre o valor de indemnização entre o Governo e os familiares dos dois militares que morreram durante o curso de Comandos, está interrompida, avança este domingo o Jornal de Notícias.

A suspensão da tentativa de acordo para pagar as indemnizações pedidas pelos pais dos recrutas terá sido uma ordem direta do Governo aos advogados do Estado, até que exista uma decisão em tribunal sobre se houve ou não negligência e se os acusados são condenados.

O julgamento decorre há cerca de um ano, com vários elementos do 127.º curso de Comandos como intervenientes. Acusados estão 19 militares pertencentes aos Comandos, que respondem por abuso de autoridade e ofensa à integridade física, nunca por homicídio involuntário.

Comandos: Recruta de Ponte de Lima morreu há três anos e ainda ninguém foi condenado

De acordo com Ricardo Sá Fernandes, advogado das vítimas, a decisão do Estado em suspender as negociações para uma indemnização é “lamentável”.

“Noutras situações que conhecemos desta natureza – como [os fogos de] Pedrógão -, o Estado sempre avançou, independentemente da responsabilidade criminal, por entender que, mesmo que não haja responsabilidade criminal, há o funcionamento do sistema em geral que falha”, disse o causídico.

Pais de Dylan da Silva contam agressões relatadas pelo filho antes do curso de Comandos

Dylan da Silva, natural de Gemieira, Ponte de Lima, morreu por falência de órgãos na sequência da denominada Prova Zero, em 2016, que decorreu na região de Alcochete, distrito de Setúbal.

À data com 20 anos, não resistiu às lesões graves que, em conjunto com outros dez instruendos, terá sofrido durante aquela prova de esforço. Hugo Gomes, colega na instrução, foi a segunda vítima mortal.

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Alto Minho

O último grande nevão no Alto Minho. Foi a 14 de janeiro de 1987

Quarta-feira, 14 de janeiro de 1987. O Alto Minho foi surpreendido por um nevão, que deixou em êxtase os muitos que nunca haviam visto neve. Em Ponte de Lima, Modesto Miranda (Artvídeo) captou imagens do ‘grande acontecimento’, mais tarde partilhadas no YouTube, num documentário sobre a sua obra, produzido no âmbito do projeto PontedeLima.com (PDG5 Media, proprietária do jornal O MINHO).

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Quarta-feira, 14 de janeiro de 1987. O Alto Minho foi surpreendido por um nevão, que deixou em êxtase os muitos que nunca haviam visto neve. Em Ponte de Lima, Modesto Miranda (Artvídeo) captou imagens do grande acontecimento, mais tarde partilhadas no YouTube, num documentário sobre a sua obra, produzido no âmbito do projeto PontedeLima.com (PDG5 Media, proprietária do jornal O MINHO).

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