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Politécnico de Viana do Castelo debate o Financiamento da Inovação

Escola Superior de Tecnologia e Gestão

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Foto: Divulgação

No próximo dia 02 de outubro, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) promove, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), um workshop sobre o Financiamento de Inovação e Propriedade Industrial.


Um encontro que contará com a presença de diversas empresas de referência e, onde irão ser partilhadas “boas práticas no uso dos fundos comunitários”, de acordo com a organização.

Presente igualmente neste evento, organizado no âmbito do projeto Ativar do IPVC, estará uma equipa de especialistas disponível para esclarecer questões ou dúvidas que os presentes possam ter.

“Mais do que um evento de apresentação das medidas existentes, este workshop apresenta uma agenda empírica que visa identificar as melhores práticas para aceder, de forma competitiva, aos apoios comunitários como Instrumentos de Financiamento, contando com o testemunho de casos de sucesso de empresas de referência que recorrem aos sistemas de incentivos de forma sábia e cautelosa”, refere o IPVC, em nota à imprensa.

De acordo com a mesma fonte, o IPVC tem incutido “um novo dinamismo neste domínio na região do Alto Minho” e convida as empresas a participar naquela que será uma “abordagem diferenciada aos sistemas de incentivos existentes para apoio à inovação e investimento das mesmas”.

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Brasil chega a 4,5 milhões de casos e totaliza 136.532 mortos

Covid-19

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Foto: DR

O Brasil ultrapassou este sábado os 4,5 milhões de casos confirmados de covid-19 (4.528.240) e totaliza 136.532 mortos desde o início da pandemia, informou o Ministério da Saúde do país.

Desse total, 739 óbitos e 33.057 novos casos de infeção foram contabilizados nas últimas 24 horas, momento em que as autoridades de saúde brasileiras investigam a possível relação de 2.316 mortes com o novo coronavírus.

De acordo com o último boletim divulgado pela tutela da Saúde, a taxa de letalidade da covid-19 no país mantém-se em 3,0%, sendo que a taxa de incidência é agora de 65,0 mortes e de 2.154,8 casos por cada 100 mil habitantes.

No Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, 3.820.095 de pessoas diagnosticadas já recuperaram da doença e 571.613 infetados estão sob acompanhamento médico.

No panorama mundial, o Brasil, com cerca de 212 milhões de habitantes, ocupa a segunda posição na lista de país com o maior número total de mortos e a terceira em relação ao total de casos de infeção, assim como de pacientes recuperados.

Geograficamente, os estados brasileiros com maior número de pessoas diagnosticadas com a covid-19 são São Paulo (931.673), Bahia (294.210), Minas Gerais (268.009) e Rio de Janeiro (251.261).

Tendo em conta o número de vítimas mortais, as unidades federativas mais afetadas são São Paulo (33.927), Rio de Janeiro (17.634), Ceará (8.801) e Pernambuco (8.004).

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 953.025 mortos e mais de 30,5 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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Pedro Sánchez afasta cenário de novo confinamento total de Espanha

Covid-19

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António Costa e Pedro Sánchez. Foto: Twitter / António Costa

O presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, assegurou hoje que não prevê um novo confinamento total de Espanha e garantiu que se reúne na segunda-feira com a presidente da comunidade madrilena apenas para ajudar e não para tutelar.

Sánchez referiu-se à situação da pandemia em Espanha e em Madrid numa entrevista à La Sexta, onde reconheceu a sua preocupação face aos dados da evolução da covid-19 no país.

No entanto, sublinhou que a situação não tem nada a ver com a vivida durante vários meses, e que agora estão a detetar-se muitos casos de contágio.

“O sistema está muito mais preparado, mas os dados criam preocupação e há que reforçar a colaboração entre o Governo central e as comunidades”, salientou, antes de sublinhar que ambas as administrações estão a dar um exemplo de coordenação.

Embora tenha assumido que não se pode fechar qualquer porta, Sánchez assegurou que não prevê um novo confinamento do país porque existem ferramentas para achatar a curva, algo que está convencido que só será possível com anuidade entre o Governo e as comunidades.

Isso é o que irá transmitir à presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, na reunião de segunda-feira.

Sánchez, que confia que as medidas que vai colocar em marcha o Governo de Madrid, a partir de segunda-feira, são as corretas, adiantou que o executivo continuará a ajudar todas as comunidades autónomas, especialmente a de Madrid.

“A minha mensagem é que o Governo vai na segunda-feira à Puerta del Sol [sede do Governo madrileno] para ajudar, apoiar. Não vamos julgar, nem avaliar”, sublinhou.

Nesta linha, o governante insistiu que vai colocar à disposição de todos os recursos do Estado para voltar a achatar a curva de covid-19 em Madrid, que continua a ser a comunidade autónoma com o maior número de infeções em Espanha.

O aumento dos casos dos últimos dias levou a região de Madrid a decidir restringir, a partir de segunda-feira, a liberdade de movimentos a mais de 850.000 pessoas, 13% dos seus habitantes, de zonas da cidade onde houve um maior aumento dos contágios de covid-19. A população afetada poderá sair do seu bairro para ir trabalhar, ao médico ou levar os seus filhos à escola, e o número de pessoas que se podem reunir é reduzido de dez para seis.

O encerramento de jardins e parques é outra das medidas anunciadas para ser implementada em 37 áreas sanitárias da capital espanhola, uma cidade que tem cerca de 6,6 milhões de habitantes num total nacional de 47 milhões.

No interior dessas zonas continua a ser possível circular, mas haverá uma redução da capacidade dos estabelecimentos de 50%, em termos gerais.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 953.025 mortos e mais de 30,5 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Espanha registava, até sexta-feira, mais de 640 mil casos de covid-19, de que resultaram 30.495 mortos.

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Reino Unido com 4.422 novos casos e 27 mortes

Covid-19

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O Reino Unido conta hoje 4.422 novos casos e mais 27 mortes relacionadas com a covid-19, adiantam as autoridades inglesas, numa altura em que o Governo britânico pondera novas medidas restritivas.

Com mais de 4.400 novos casos registados hoje, o Reino Unido conta agora 390.358 infeções pelo novo coronavírus e sobe para 41.759 mortes, num dia em que 27 pessoas morreram dentro de um espaço de 28 dias depois de terem testado positivo para a covid-19.

De acordo com os dados avançados na sexta-feira, a direção geral de Saúde de Inglaterra estima que o índice de transmissibilidade efetivo (Rt) se encontre entre 1,1 e 1,4, acima do nível máximo de 1 considerado seguro.

Isto levou ao anúncio de restrições mais apertadas para as regiões de Lancashire, Merseyside e West Yorkshire, no norte de Inglaterra, e partes do centro do país devido ao aumento significativo de casos.

O ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, admitiu, na sexta-feira, que o Governo conservador não descarta decretar um segundo confinamento nacional para conter a pandemia covid-19, embora considere esta opção um “último recurso”.

“Não quero que isso aconteça”, e para evitá-lo é importante que “as pessoas se unam e reconheçam que estamos diante de um desafio sério”, afirmou à BBC.

A estação pública noticiou, na sexta-feira, que o Executivo britânico está a avaliar a imposição de novas restrições em toda a Inglaterra na próxima semana, que incluiriam o encerramento de bares e restaurantes, mas mantendo escolas e locais de trabalho continuem abertos, devido ao aumento exponencial de infecções nos últimos dias.

Segundo a BBC, o diretor geral de saúde e o principal assessor científico do governo alertaram, numa reunião na quarta-feira, para o risco de um agravamento da situação epidémica e um número significativo de mortes até o final de outubro se não forem feitas mais intervenções.

O jornal Financial Times adianta que uma hipótese sugerida por cientistas que aconselham o governo é decretar um confinamento mais curto para coincidir com as férias escolares intercalares da última semana de outubro, limitando assim o impacto no ensino.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 953.025 mortos e mais de 30,5 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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